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20 de agosto de 2010

Descubra o que é terapia assistida por animais



Notícia do R7

Aves podem ajudar a tratar problemas motores
Quem diria que o simples contato com um animal - devidamente adestrado e acompanhado por profissionais responsáveis - pode melhorar a vida de portadores de enfermidades tão diversas quanto alergia, depressão, paralisia cerebral, câncer, autismo, Alzheimer, síndrome do pânico, Parkinson, transtorno do déficit de atenção e esquizofrenia?



Cães, gatos, aves, cavalos e até répteis podem ser utilizados para auxiliar o trabalho de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, enfermeiros e médicos. A iniciativa, quando empregada sistematicamente, é chamada de TAA (Terapia Assistida por Animal). Já quando as visitas são esporáticas, mas realizadas sob os mesmos moldes, recebe o nome de AAA (Atividade Assistida por Animais).

Há três anos, os cães fazem parte da equipe de profissionais que atuam junto a uma parte dos pacientes da Avape (Associação para Valorização da Pessoa com Deficiência), em São Bernardo do Campo (Grande ABC). A iniciativa partiu de uma psicóloga da entidade e foi aprovada pela gerente do local, Simone Senna:

- Os cães são empregados principalmente quando há uma dificuldade do paciente em aceitar o tratamento, funcionam como uma ponte até o fisioterapeuta, o psicólogo. Percebemos que a participação do animal acelera o processo terapêutico.

Klayton Giordani, psicólogo da instituição, enumera outros benefícios da interação entre os bichos e seus pacientes:

- A partir do contato com os animais, observamos a melhora na postura física e na capacidade motora de crianças com paralisia cerebral. Ao pentearem o pelo do cão, por exemplo, elas estão fazendo exercícios de fisioterapia. Os animais também são eficazes para aumentar a autoestima e a sociabilidade dessas pessoas, que estão mais acostumadas a receberem comandos do que a darem ordens.

Mas a prática envolve certos cuidados. Para se tornar um "terapeuta", o animal não pode apresentar nenhum traço de agressividade e passar por um adestramento específico. Além disso, devem ser examinados por um médico veterinário, vermifugados e estar com todas as vacinas em dia, de banho tomado e unhas cortadas, avisa a psicóloga Roberta Araújo, do Projeto Pelo Próximo, do Rio de Janeiro. Entre os locais visitados pelos 17 cães e pelas três aves do programa, está a Obra Social Dona Meca, no bairro carioca de Jacarepaguá.

- O bicho tem de ser dócil a ponto de não revidar nem mesmo a um gesto agressivo, o que é até bastante comum de acontecer na interação com pacientes de Alzheimer e de autismo. Nesses casos, a única reação aceitável é se afastar para não ser agredido novamente. Mais do que isso, o animal deve ter um olhar muito amoroso para com aquele que o agrediu.

Além da área da saúde, há outros ambientes de trabalho para os voluntários do reino animal, afirma a adestradora e consultora comportamental Tatiane Ichitani, do Cão Cidadão:

- Podem ser utilizados também em escolas, pois ajudam crianças com dificuldade em aprendizado, entre outras situações.

19 de agosto de 2010

O Chihuahua é o menor cachorro do mundo?



Não e sim. Confuso, certo? Mas as duas respostas são corretas, dependendo do ponto de vista. Entre as raças "populares", as mais conhecidas por aqueles que não são exatamente fanáticos pelos animais, a raça Chihuahua é considerada a menor.



Segundo o Guiness Book, o menor cachorro - veja, não a menor raça - é uma Chihuahua conhecida por Boo Boo, da cidade de Raceland, EUA. Ela tem 10,16cm de altura e pesa 675 gramas. Então, se a pergunta-título se referir a apenas um cachorro, o menor individualmente, o Chihuahua é sim o ganhador. Porém, na média das raças, não é o caso.



Uma raça não tão conhecida coloca os Chihuahuas na segunda posição geral: Lulu da Pomerânia, também chamado de Spitz Alemão. Os cães dessa raça têm, como altura normal mínima, 12,7 cm de altura. Já os Chihuahuas ficam com 16 cm. Boo Boo, então, possui algum "problema", como nanismo, por isso é a menor.



Portanto, essa é a segunda possibilidade de resposta correta. Não, a raça Chihuahua não é a menor do mundo.


EUA inauguram primeiro parque aquático exclusivo para cães



O primeiro parque aquático exclusivo para cães foi aberto nesta terça-feira nos Estados Unidos. A atração chamada "Paradise Ranch Pet Resort" está localizada em Sun Valley, no estado da Califórnia (EUA), segundo reportagem da emissora de TV "KTLA"




Primeiro parque aquático exclusivo para cães foi aberto nos EUA. (Foto: Reprodução/KTLA)Os animais de estimação podem fazer aulas de surfe, dar saltos de uma plataforma. Segundo a proprietária Krystin Goddard, alguns famosos, como Nicole Richie, Rihanna e Shaquille ONeal, já demonstraram interesse em deixar seus cães de estimação no parque.

Notícia: ClickPB/G1

Cães farejadores ajudam na busca por drogas nas dependências do Senado




Três cães farejadores e doze homens foram utilizados na quarta-feira, 18, na batida realizada pela Polícia do Senado para localizar pontos de estocagem de drogas nas dependências da Casa. Eles estiveram na gráfica, em locais próximos ao serviço médico, ao Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e no estacionamento externo, sem nada encontrar. Comandada pelo diretor da Polícia Legislativa, Pedro Araujo Carvalho, a operação foi montada para investigar denúncias anônimas sobre a existência de um esquema de compra e venda de drogas que utilizaria armários, gavetas e até mesmo locais do estacionamento como esconderijo. Os cães foram emprestados pela Polícia Rodoviária Federal.
Os servidores se assustaram com a chegada repentina, pela manhã, de policiais fardados e dos cães treinados para localizar maconha, cocaína e seus derivados. Carvalho informou que a batida se repetirá cada vez em que houver indícios de veracidade nessas denúncias.
Ele acredita que, mesmo sem identificar nenhum tipo de depósito suspeito, o resultado da operação foi positivo, porque mostra a disposição de não compactuar com nenhum tipo de irregularidade. “O lado psicológico foi muito bom, porque, se alguém tiver intenção de fazer algo errado, ficará preocupado, ciente de que estamos atentos”, afirmou.
A polícia rodoviária também cedeu seus adestradores. Os homens do Senado chegaram a ser confundidos com a tropa especial da Polícia Federal, porque vestiam calça e camisa na cor negra, semelhante à da PF. A comunicação social do Senado informou que as autoridades da Casa souberam previamente e autorizaram a operação.

Do ClickPB


Diferenças entre raças caninas é determinada por 7 genes


Spaniels possuem orelhas notavelmente frouxas, basset hounds têm pernas bastante curtas e são-bernardos são grandes e de ossatura larga. Para não falar dos chihuahuas. Os humanos cruzaram cachorros para produzir uma enorme variedade. Porém, um novo estudo relata que a variedade física entre raças de cachorros é determinada por diferenças em apenas sete regiões genéticas.

Esses sete locais no genoma do cão explicam cerca de 80% das diferenças em altura e peso entre raças, disse Carlos Bustamante, geneticista da Universidade Stanford e um dos autores do estudo. As descobertas, publicadas em Public Library of Science-BiologyPublic Library of Science-Biology, são resultado da maior classificação de genoma canino até hoje, envolvendo mais de mil cachorros e 80 raças.

"Estamos tentando identificar os genes que podem ser importantes em administrar as diferenças entre cachorros", explicou Bustamante. O projeto foi conduzido conjuntamente por pesquisadores de Stanford, da Universidade Cornell e do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano dos EUA.

Um maior entendimento dos genomas caninos pode explicar melhor como os genes são envolvidos em processos de doenças, disse Elaine Ostrander, geneticista do Instituto e outra autora do estudo. Por exemplo, foi sugerido que o osteossarcoma, um tipo de câncer nos ossos, é uma doença comum em raças de pernas compridas, segundo ela.

"Agora temos um glossário muito mais profundo para quais genes são realmente importantes", disse ela, acrescentando que as descobertas podem ajudar pesquisadores a investigar a validade de tais afirmações.

As descobertas sobre genomas caninos podem, por sua vez, ajudar pesquisadores a compreender o papel da genética em doenças humanas. "O cachorro ainda é o melhor amigo do homem", disse ela, "mas agora de uma forma completamente nova".

Fonte: Portal Terra


18 de agosto de 2010

Video




Video muito bom!



Confira ai
Difícil é não embarcar na gostosa risada do garotinho que brinca com o cão enorme


Fonte: R7

A situação piora! Donos dizem que pelo menos 13 animais passaram mal após a primeira dose de vacina




Notícia do O Globo


RIO - Dizem que os gatos têm sete vidas, mas os donos de bichanos que vivem no Rio de Janeiro andam desconfiados de que a vacina antirrábica oferecida na campanha de imunização da Secretaria municipal de Saúde está colocando em risco a fama de invulneráveis dos felinos. Nos últimos três dias, o GLOBO recebeu dezenas de cartas e e-mails relatando histórias de supostas reações à vacina. De acordo com reportagem de Simone Candida, publicada na edição desta quarta-feira do GLOBO, pelo menos 13 gatos teriam passado mal após ter tomado a dose - dois deles morreram. Há também histórias de cães que sofreram efeitos colaterais.

A veterinária Andrea Lambert, presidente da ONG Anida, explica que toda vacina provoca reações, mas ela acredita que, diante dos relatos, as autoridades deveriam suspender a próxima etapa da campanha. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) garante que a vacina é segura e que não há motivo para pânico, já que, entre os 75 animais vacinados no primeiro dia da campanha, apenas dois casos de morte (de um gato e de um cão) foram comunicados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e houve relatos de reações em 0,54% do total.

Segundo o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), que fornece a vacina antirrábica para o Ministério da Saúde e para a rede privada, efeitos colaterais como dor, prostração e febre podem acontecer em até 30% dos casos, já a porcentagem de óbitos prevista é de 0,01%.

Em nota, a Secretaria municipal de Saúde ressaltou ser importante que os animais não deixem de ser vacinados nas próximas etapas, que acontecem no Rio nos dias 28 de agosto, 18 de setembro, 16 de outubro e 6 de novembro. Em caso de dúvidas, os donos de animais devem ligar para o CCZ no telefone: 3395-1595.