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29 de agosto de 2010

EUA usam cães para farejar percevejos



Praga tem infestado colchões e outros objetos.
Nova York, Filadélfia e Detroit enfrentam problemas.

Devido à infestação de percevejo-de-cama, cães estão sendo usados para farejar o inseto nos EUA. Quase desaparecida durante vinte anos, a praga voltou ao país com força, infestando não apenas os colchões, mas também os teclados de computadores e outros objetos.

Carl Massicott demonstra como o cão 'Radar' fareja os percevejos. (Foto: Bebeto Matthews/AP


Na terça-feira (24), uma empresa de controle de pragas divulgou uma lista com as 15 cidades mais infestadas por percevejos. Entre elas, aparecem Nova York, Filadélfia e Detroit. Desde antes da Segunda Guerra Mundial, não havia uma infestação tão grande do inseto nos EUA.

28 de agosto de 2010

Cães: funcionamento e formato do cérebro variam conforme raça


Criação de novas raças pode ter alterado capacidade olfativa de cachorros

Por milhares de anos o homem alterou tamanho, formas e cores de cães por meio da seleção artificial. Mas de acordo com nova pesquisa parece que nós também reordenamos o cérebro dos cachorros, ao produzir novas raças.
A região do cérebro que controla o olfato
 mudou em Chihuahuas e outros
 cães de focinho curto,
 devido à reprodução
Um estudo de neuroimagem examinou 11 esqueletos de 11 raças diferentes de cão, tanto cães de focinho comprido, quanto cães de focinho curto, e descobriu que o cérebro de muitas raças de focinho curto pode ter sido inclinado para a frente até 15 graus.
Além disso, nestas raças a região do cérebro responsável pelo o olfato, o chamado bulbo olfatório, se alojou para baixo em direção à base do crânio, talvez alterando significativamente a fonte olfativa de cães, dizem os pesquisadores.

Desde que os primeiros lobos foram domesticados, cerca de 12 mil anos atrás, “ a seleção artificial tem produzido muita variação anatômica, mas provavelmente a mais importante está na forma do crânio”, disse Michael Valenzuela, neurocientista da Universidade de New South Wales na Austrália, e que integrou a equipe de pesquisadores.


Ainda não está claro se a inclinação do cérebro e o movimento do bulbo olfatório dos cães de focinho curto tem afetado sua habilidade de sentir cheiros, mas Valenzuela e seus colegas perceberam que este tipo de cão é normalmente mais utilizado trabalhos que envolvam o olfato.
"Nós sempre pensamos em cães vivendo em um mundo de cheiro - mas esta descoberta sugere que este cenário pode ser muito diferente de um cão para outro", disse Paul McGreevy, da Universidade de Sydney.
Os cientistas acreditam que as mudanças no cérebro podem ter alterado o sentido olfativo de cães é afetando uma parte do cérebro chamado o rota migratória rostral, ou RMS. Outros estudos, no entanto, têm sugerido que a RMS é importante para a sensação normal de cheiro.

Raiva pode ser erradicada na América em 2012



A raiva pode ser eliminada completamente na América no prazo de dois anos, a manterem-se as campanhas de vacinação maciça de cães, principais transmissores da doença aos humanos, concluíram peritos de 20 países daquele continente, reunidos na Argentina. Um relatório dos especialistas que estiveram reunidos em Buenos Aires, sob os auspícios da Organização Pan-americana da Saúde (OPS) e das autoridades de saúde da Argentina, destaca também uma descida do número de doentes, que totalizaram, em 2009, 11 em todo o continente americano.

Segundo José Pagés, representante da OPS e da Organização Mundial de Saúde (OMS) na Argentina, registaram-se em 1983 mais de 300 casos de raiva humana em países americanos com sistemas de vigilância e notificação débeis. «Mas com a articulação e a cooperação técnica da OPS e do Centro Pan-americano de Zoonosis, os países iniciaram campanhas de vacinação que permitiram uma considerável redução da incidência dos casos de raiva humana e canina», adiantou.

Bolívia, El Salvador, Guatemala, Haiti e República Dominicana, «que se caracterizavam por uma incidência de raiva canina e humana, estão a superá-la com enormes desafios», apontou, por sua vez, Fernando Leanes, do Centro Pan-americano de Febre Aftosa. A continuar esta tendência, prosseguiu, a doença desaparecerá nestes países em 2012.

A raiva é uma doença que pode ser mortal, embora possa ser prevenida através da vacinação dos cães. Em 2010, «pela primeira vez na história, dá-se a situação de que todos os Estados [americanos] estão no caminho de chegarem a zero casos de raiva a curto prazo», salientou Celso Rodríguez, assessor de Saúde Pública Veterinária da Organização Pan-americana da Saúde.

A raiva causa cerca de 55 mil mortos por ano em todo o mundo, sendo que África e Ásia são os continentes mais afetados, com 45 mil situações, segundo a OMS. Em Portugal, apesar de obrigatória a vacinação de cães contra a raiva, a doença foi erradicada há vários anos.

Diário Digital / Lusa

27 de agosto de 2010

Curioso?- Recordes





Cão mais velho
Foi um pastor australiano, chamado Bluey, pertencente a Les Hall, de Vitória, Austrália. Ele chegou a idade de 29 anos e 5 meses. Trabalho com gado e ovelhas e foi sacrificado em 14/11/1939.

O Maior Farejador
É um Doberman Pinscher, chamado Sauer, e treinado pelo policial Herbet Kruger, que farejou um ladrão de animais por 160 Km, através do Great Karoo, na África do Sul.

O Maior Cão do Mundo
George tem quatro anos, mede 1,09 metro nas quatro patas e come 50kg de alimentos por mês.
O animal, que vive em Tucson, no Arizona, superou em dois centímetros o recordista anterior, outro dogue alemão da Califórnia.
A vida de celebridade tem seus caprichos: George dorme em uma cama de casal e, durante uma viagem de avião, já chegou a ser agraciado com três poltronas enfileiradas só para ele.

Fonte: Mania Canina / BBC Brasil

Cachorro ganha prêmio após comer coméia



Os donos de cachorros bem sabem como os animais têm o péssimo comportamento de comer o que estiver pelo caminho. Com isso, não são raros os casos de cirurgias para a retirada de brinquedos e objetos do estômago dos bichinhos.

De acordo com o site do jornal Metro, uma seguradora de animais de estimação dos Estados Unidos teve a ideia de organizar um evento para premiar os casos mais bizarros que atendeu ao longo do ano. E não foram poucos.

O primeiro lugar ficou com a labradora Ellie, de Los Angeles, que comeu nada mais nada menos que uma perigosa colmeia de abelhas! E a cadela não parou por aí: engoliu também objetos de madeira, trilhos de um trenzinho de brinquedo e até mesmo algumas chaves. Felizmente, apesar do gosto inusitado do bichinho, ela passa bem.

Em segundo e terceiro lugar ficaram dois cãezinhos, um que tentou morder uma motoserra e o outro que atacou um carteiro. Como prêmio, as ferinhas ganharam um troféu em formato de pernil e uma cesta de brinquedos.

Créditos: Pet Mag

Curioso?

VOCE SABIA?
Os arqueologos encontraram testemunhos da existencia de cachorros desde o inicio do neolitico, concretamente, restos de dentes nos ossos de outras especies de animais.
(Dog Times)

Cães maiores são mais inteligentes, diz estudo



Do Portal Terra
Cachorros maiores possuem mais inteligência, diz estudo de pesquisadores da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia. O fato de terem cérebros maiores que os cães de menor porte realmente os fazem ser mais inteligentes, segundo publicação no site da Discovery News.

O mais costumeiro a ser pensado é que cachorros maiores têm maior facilidade de entender ordens de humanos. Isso foi comprovado, porém não só pelo tamanho do cérebro, mas também por causa da capacidade de percepção de distância e localidade dos cães.

Foi com esse tipo de teste que os pesquisadores neozelandeses trabalharam. 104 cachorros participaram do teste. 61 grandes e 43 pequenos. O teste consistia em dois pratos de comida colocados em frente ao cachorro testado. Com seus donos os segurando, era feito um contato visual do cachorro com os pratos, depois com o dono, que apontava em movimento rápido para qual prato ele devia andar.

A percepção de movimento do dedo que apontava foi maior nos cães grandes, que fizeram mais escolhas corretas. Cachorros de porte médio ficaram na segunda colocação, com percepção razoável. Já os de porte pequeno não tiveram bom aproveitamento.

"Isto prova a evolução dos cachorros a partir da necessidade de trabalhos a serem realizados por cachorros grandes. Os pequenos não são utilizados normalmente em trabalhos, seja com força, seja com percepção", disse à Discovery Benjamin Hart, professor da Escola de Veterinária e Medicina da Universidade da Califórnia, Estados Unidos.