9 de setembro de 2010
Cães farejadores descobrem drogas no desodorante de traficante
Acordo encerra julgamento de policial que atirou em cachorro
Fonte: Correio 24 horas
8 de setembro de 2010
Documentário alerta sobre direito dos animais em condomínios
A juíza Nartir Dabtas Weber, presidente da Associação da Magistrados da Bahia (AMAB), fala sobre a maneira como o juiz deve se comportar perante os processos que envolvem tutores de animais de estimação, os demais condôminos ou o síndico.
Policia tenta ouvir policial que baleou o cão Branco
Na primeira audiência, marcada para 5 de abril, o soldado apresentou um atestado médico pedindo afastamento por 15 dias e não compareceu para depor. Na segunda, marcada para o dia 20 do mesmo mês, Wellington utilizou o mesmo artifício e voltou a se ausentar.
6 de setembro de 2010
Guia de Raças: Affenpinscher
Affenpinscher significa e alemão “Pinscher-macaco” porque a pequena cabeça deste cão parece-se com a cabeça de alguns macacos. Pensa-se que ele descende do Grifo Belga, ou que seria ele próprio seu ascendente. A raça é certamente antiga. A prova é que existe pinturas anteriores ao século XVII nos quais aparecem cães de aparência similar. Sua popularidade não deixou de aumentar desde o final dos anos 30, época em que começa a ser notado nas esposições caninas.
Cabeça: De format arredondado. Fisionomia simiesca. Focinho curto. Ligeiro progmatismo inferior. Lábios pretos.
Olhos: Redondos e escuros.
Orelhas: Pequenas, de inserção alta. Operadas: são portadas para cima. Íntegras: em forma de V invertido ou eretas.
Corpo: Inscritível num quadrado. Pescoço curto. Peito ligeiramente chato. Antepeito bem desenvolvido. Dorso reto, curto, ligeiramente desecendente. Ventre moderadamente esgalgado.
Membros: Patas redondas, curtas. Dígitos fechados, arqueados. Almofadas plantares duras.
Cauda: Amputada de aproximadamente três vertebras, de inserção alta e levantada.
Pêlo: No corpo é áspero e bem farto. Na cabeça, é reto, com mechas aparecendo em torno da face. Sobrancelhas eriçadas, barba imponente.
Pelagem: De preferência preta. Admitem-se marcas ou nuanças de marrom ou cinza.
Tamanho: De 25 a 30 cm.
Peso: Inferior ou igual a 4 kg.
Temperamento, aptidões, educaçã o: Ele é uma mistura de exuberância e de obediência. Este pequeno cão é vivo e atento. Leal, afetuoso, franco e teimoso, é um bom vigia e guardião e também um bom caçador de roedores.
Conselhos: Adapta-se bem á vida em apartamento. Escovar e pentear diariamente.
Utilização: Guarda, caçador de roedores, companhia.
Preço médio: Em torno de 700,00 R$
Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 66.
5 de setembro de 2010
Curioso?
- Já não existem mais Huskies Siberianos na Sibéria
- Dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic. Escaparam nos primeiros botes salva-vidas, que levavam tão poucas pessoas que ninguém se importou que eles estivessem ali.
Médica chega aos extremos para salvar vida de Pitbulls em SP
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clínica e socorrista Patrícia Cancellara com a fêmea de pit bull Brisa, que ficou paraplégica após ser espancada e é mantida em um hotel para cães (Foto: Letícia Macedo/G1) |
“Se eu não tivesse insistido, teriam terminado de matar o pit bull. Tive de negociar para pegá-lo. Queriam matá-lo apenas porque tinha perdido na rinha. Arrancaram os dentes dele, judiaram dele e ele era muito manso”, conta Patrícia, ainda se comovendo com a lembrança.
O relato é apenas um dos cerca de 500 casos – muitos deles impressionantes e até dramáticos – de resgates de pit bulls e de outros cães de grande porte vivenciados pela médica em dez anos de atuação em defesa dos animais. A atividade extra-profissional ganhou tal proporção em sua vida que ela decidiu criar uma instituição, a Pitcão, dedicada exclusivamente ao resgate de cachorros dessa raça.
Até cinco anos atrás, Patrícia estima que resgatava um cão, geralmente vítima de maus-tratos, a cada dois meses. Atualmente, são de 15 a 20 por mês, em média. “De dois anos para cá, os casos de abandono e maus-tratos a pit bulls aumentaram bastante. São cães queimados, esfaqueados, agredidos, mutilados, todo tipo de crueldade”, afirma a médica.
Madrinhas
No momento, ela mantém cerca de 200 cães hospedados em sete canis distintos. Ela gasta, por mês, de R$ 30 mil a R$ 35 mil, fora ração, remédios, coleiras, guias e outros apetrechos. Grande parte dessa quantia sai do seu próprio salário.
"Nossa instituição é sem fins lucrativos, é tudo feito por voluntários. Felizmente, por meio da internet, temos conseguido muitas ‘madrinhas’, que ajudam a custear o tratamento e hospedagem destes cães. Cada uma contribui com um valor por mês. Além disso, fazemos rifas, bazares e feiras para conseguir bancá-los. Para quem ajuda, fazemos toda a prestação de contas”, diz.
Para incrementar o recebimento de contribuições, a meta é transformar a instituição em uma Organização Não Governamental (ONG) ou em uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que basicamente é uma ONG qualificada pelo Ministério da Justiça. Com isso, as empresas poderiam descontar do Imposto de Renda as doações feitas à entidade. “O meu sonho é montar um canil da Pitcão para diminuir custos. Não tenho verba para pagar um terreno desses. Com uma OSCIP, poderia salvar mais animais”, conta.
Patrícia Cancellara não está sozinha neste trabalho. Outras três pessoas a ajudam diretamente a recolher os animais, e cinco apoiam o grupo. “Tudo passa por mim. Eu delego as funções. E tenho parcerias com policiais, advogados, táxi dogs, veterinários. A gente une esforços”, exemplifica.
Tanto esforço tem sua compensação. Dos mais de 500 cães resgatados, 200 foram doados pela médica. “O processo de doação é lento porque sou muito criteriosa, faço uma triagem muito rigorosa. Só não é possível a doação de cães mutilados ou com doenças e/ou sequelas graves. Alguns têm temperamento mais agressivo por causa de canis de fundo de quintal, que os misturam com outras raças e os atiçam para rinhas”, diz.
Fama injusta
Para a protetora, a fama de agressiva da raça é injusta. “Pit bull não é violento por natureza. Meu filho de 3 anos faz a minha pit bull de gato e sapato. É uma raça que precisa de disciplina, que não pode ser tratada como um poodle. Por isso, a pessoa que for adquirir um cão desta raça tem de se informar bem. O problema é que muitos querem exibir um cão mais agressivo e quando este não corresponde é abandonado. Na rua, o pit bull, ao ser hostilizado, vai reagir, vai se defender.”
Segundo ela, apenas 3% dos ataques registrados de cães são de pit bull. De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo, desde o começo do ano foram notificados 10.271 ataques de cães na cidade, mas nos registros não há distinção entre as raças.
A estimativa do CCZ é de que 2,5 milhões de cães sejam domiciliados na capital. O órgão só recolhe animais nas condições que se enquadrem em lei municipal: que tenham sofrido de maus-tratos; vítimas de acidentes (atropelamentos); cães agressores e invasores de locais públicos, como escolas e hospitais. A grande maioria dos animais recolhidos é vira-lata, segundo o CCZ.
“A maioria dos ataques a pessoas é de vira-latas. Mas ataque de pit bull vira notícia porque é mais destrutivo. Quando é dada a notícia de um ataque de um pit bull, aumenta o meu trabalho”, lamenta Cancellara. Para saber mais sobre o trabalho da protetora Patrícia Cancellara, basta acessar o site da Pitcão (http://www.pitcao.com.br)./
Adotantes
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| Hulk adotado por Eduardo Rosell |
O gerente de projetos Eduardo Rosell,
Assim como os demais, Pluto também foi resgatado da rua depois de ter sido abandonado. “Decidi adotar porque acompanho o trabalho, a causa da Pitcão. É pouco tempo, mas não me arrependi”, conclui.
Fonte: G1
Temos que acabar com esse preconceito! Meu Pitbull chega a durmir no colo de que dá banho no pet shop!









