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9 de setembro de 2010

Cães farejadores descobrem drogas no desodorante de traficante

FRANKFURT — Cães farejadores do aeroporto de Frankfurt detectaram 25 kg de cocaína escondidos em 801 tubos de desodorantes do tipo roll-ons que estavam na bagagem de um nigeriano oriundo da Venezuela.

"Esses cães são realmente impressionantes. Já encontramos ópio e heroína em pacotes de mostarda, por exemplo", comentou a porta-voz Christine Kolodzeisk.

As drogas apreendidas têm um valor aproximado de 1,6 milhão de dólares e o homem, que não teve o nome revelado, foi preso.


Fonte: AFN

Acordo encerra julgamento de policial que atirou em cachorro

Teve fim o último capítulo do julgamento do policial militar Wellington Sena Mariano, acusado de balear intencionalmente o cão Branco, em 3 de outubro de 2008.

Em audiência no Fórum Criminal Carlos Souto, Mariano acatou a proposta do Ministério Público em pagar R$ 1.680 durante dois anos por dano ambiental, além de sete horas semanais de serviço comunitário em benefício de uma entidade privada com destinação social.

O acordo faz parte de uma resposta penal alternativa, que evita um julgamento ou condenação. A pena para crimes ambientais é de três meses a um ano de prisão, além de multa.

Fonte: Correio 24 horas

8 de setembro de 2010

Documentário alerta sobre direito dos animais em condomínios

Um documentário acaba de ser lançado pela ONG Terra Verde Viva em parceria com o Ministério Público do Estado da Bahia (1ª e 2ª Promotorias do Meio Ambiente); Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Bahia (Subcomissão de Proteção dos Direitos dos Animais); Escola Superior de Advocacia Orlando Gomes (ESAD) e a ONG Célula Mãe.
O projeto, intitulado “Direito dos animais em condomínios” trata sobre os direitos dos animais em condomínios residenciais. O documentário é educativo e conta com a orientação de profissionais da área jurídica, para que moradores saibam que medidas podem adotar a fim de assegurar os seus direitos.


A juíza Nartir Dabtas Weber, presidente da Associação da Magistrados da Bahia (AMAB), fala sobre a maneira como o juiz deve se comportar perante os processos que envolvem tutores de animais de estimação, os demais condôminos ou o síndico.

De acordo com a ONG Terra Verde Viva, o documentário foi produzido devido a problemas extremamente frequentes que acontecem em condomínios de todo o país. Síndicos e moradores, que não gostam de animais, provocam desentendimentos a partir de atitudes ilegais e cometem arbitrariedades a fim de tirar a guarda dos animais de seus tutores.

O judiciário está superlotado de casos de queixas nas varas cíveis e criminais, objetivando a declaração de nulidade de convenções e atas condominiais; nulidade de notificações para pagamento de multas impostas por síndicos a condôminos por terem animais nas unidades condominiais; obtenção de liminares para assegurar a permanência de animais na companhia de seus guardiões; indenização por danos morais em face de exigências descabidas por parte de síndicos, entre outros.

O objetivo da ONG é levar noções de caráter humanitário àqueles que o consultarem, levando importante reflexão sobre o respeito à vida, visando à melhoria no comportamento das pessoas em relação à dignidade dos animais e dos seus tutores, o que auxiliará a diminuir a violência e pontuais conflitos sobre o tema, bem como o grande volume de processos judiciais.

Fonte: Anda

Policia tenta ouvir policial que baleou o cão Branco


A justiça tenta ouvir, nesta quarta-feira, 8, no Juizado Especial Criminal de Nazaré, no Fórum Criminal Carlos Souto, o soldado da Policia Militar Wellington Sena Mariano, que atirou no cachorro Branco em outubro de 2008, em frente à Câmara de Vereadores de Salvador. Esta é a segunda vez que a audiência é remarcada.

Na primeira audiência, marcada para 5 de abril, o soldado apresentou um atestado médico pedindo afastamento por 15 dias e não compareceu para depor. Na segunda, marcada para o dia 20 do mesmo mês, Wellington utilizou o mesmo artifício e voltou a se ausentar.

Entenda o Caso
Cão Branco - Há quase dois anos, no dia 3 de outubro, o cachorro Branco foi atingido por um tiro disparado pelo soldado da PM, quando tentava defender o dono, o morador de rua Cristiano Lisboa dos Santos, conhecido como Índio, que dormia em frente à Câmara Municipal de Salvador. Branco foi socorrido e levado para uma clínica veterinária onde foi submetido a uma cirugia para a retirada do projétil. Atualmente, Branco reside onde sempre morou, na rua. E conta com um guardião, um homem conhecido como Capenga, e duas protetoras, Roberlina Mercury e Priscila Cerqueira. Esta última, inclusive, foi quem socorreu o cão, quando ele foi baleado pelo policial.

6 de setembro de 2010

Guia de Raças: Affenpinscher

 

Affenpinscher significa e alemão “Pinscher-macaco” porque a pequena cabeça deste cão parece-se com a cabeça de alguns macacos. Pensa-se que ele descende do Grifo Belga, ou que seria ele próprio seu ascendente. A raça é certamente antiga. A prova é que existe pinturas anteriores ao século XVII nos quais aparecem cães de aparência similar. Sua popularidade não deixou de aumentar desde o final dos anos 30, época em que começa a ser notado nas esposições caninas.

GuiaPaís de Origem: Alemanha.

Cabeça: De format arredondado. Fisionomia simiesca. Focinho curto. Ligeiro progmatismo inferior. Lábios pretos.

Olhos: Redondos e escuros.

Orelhas: Pequenas, de inserção alta. Operadas: são portadas para cima. Íntegras: em forma de V invertido ou eretas.

Corpo: Inscritível num quadrado. Pescoço curto. Peito ligeiramente chato. Antepeito bem desenvolvido. Dorso reto, curto, ligeiramente desecendente. Ventre moderadamente esgalgado.

Membros: Patas redondas, curtas. Dígitos fechados, arqueados. Almofadas plantares duras.

Cauda: Amputada de aproximadamente três vertebras, de inserção alta e levantada.

Pêlo: No corpo é áspero e bem farto. Na  cabeça, é reto, com mechas aparecendo em torno da face. Sobrancelhas eriçadas, barba imponente.

Pelagem: De preferência preta. Admitem-se marcas ou nuanças de marrom ou cinza.

Tamanho: De 25 a 30 cm.

Peso: Inferior ou igual a 4 kg.

Temperamento, aptidões, educaçã o: Ele é uma mistura de exuberância e de obediência. Este pequeno cão é vivo e atento. Leal, afetuoso, franco e teimoso, é um bom vigia e guardião e também um bom caçador de roedores.

Conselhos: Adapta-se bem á vida em apartamento. Escovar e pentear diariamente.

Utilização: Guarda, caçador de roedores, companhia.

Preço médio: Em torno de 700,00 R$

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 66.

5 de setembro de 2010

Curioso?


Tá curioso?

 -  Já não existem mais Huskies Siberianos na Sibéria
 -  Dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic. Escaparam nos primeiros botes salva-vidas, que levavam tão poucas pessoas que ninguém se importou que eles estivessem ali.

Médica chega aos extremos para salvar vida de Pitbulls em SP

Avisada por uma denunciante que prefere manter anônima, a clínica geral e socorrista Patrícia de Arruda Cancellara, de 39 anos, parte às pressas para uma favela na Zona Oeste de São Paulo. A missão dela é das mais árduas: resgatar um pit bull que está sendo agredido a pauladas depois de ter sido derrotado em uma rinha de cães.

clínica e socorrista Patrícia Cancellara com a fêmea de pit bull Brisa,
 que ficou paraplégica após ser espancada
e é mantida em um hotel para cães (Foto: Letícia Macedo/G1)
Ao chegar ao local, depara-se com o primeiro obstáculo: é informada por moradores que a entrada dela “não é permitida por quem manda na favela”. A solução é uma só: negociar direto com o próprio traficante.

Se eu não tivesse insistido, teriam terminado de matar o pit bull. Tive de negociar para pegá-lo. Queriam matá-lo apenas porque tinha perdido na rinha. Arrancaram os dentes dele, judiaram dele e ele era muito manso”, conta Patrícia, ainda se comovendo com a lembrança.

O relato é apenas um dos cerca de 500 casos – muitos deles impressionantes e até dramáticos – de resgates de pit bulls e de outros cães de grande porte vivenciados pela médica em dez anos de atuação em defesa dos animais. A atividade extra-profissional ganhou tal proporção em sua vida que ela decidiu criar uma instituição, a Pitcão, dedicada exclusivamente ao resgate de cachorros dessa raça.

Até cinco anos atrás, Patrícia estima que resgatava um cão, geralmente vítima de maus-tratos, a cada dois meses. Atualmente, são de 15 a 20 por mês, em média. “De dois anos para cá, os casos de abandono e maus-tratos a pit bulls aumentaram bastante. São cães queimados, esfaqueados, agredidos, mutilados, todo tipo de crueldade”, afirma a médica.

Madrinhas
No momento, ela mantém cerca de 200 cães hospedados em sete canis distintos. Ela gasta, por mês, de R$ 30 mil a R$ 35 mil, fora ração, remédios, coleiras, guias e outros apetrechos. Grande parte dessa quantia sai do seu próprio salário.

"Nossa instituição é sem fins lucrativos, é tudo feito por voluntários. Felizmente, por meio da internet, temos conseguido muitas ‘madrinhas’, que ajudam a custear o tratamento e hospedagem destes cães. Cada uma contribui com um valor por mês. Além disso, fazemos rifas, bazares e feiras para conseguir bancá-los. Para quem ajuda, fazemos toda a prestação de contas”, diz.

Para incrementar o recebimento de contribuições, a meta é transformar a instituição em uma Organização Não Governamental (ONG) ou em uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que basicamente é uma ONG qualificada pelo Ministério da Justiça. Com isso, as empresas poderiam descontar do Imposto de Renda as doações feitas à entidade. “O meu sonho é montar um canil da Pitcão para diminuir custos. Não tenho verba para pagar um terreno desses. Com uma OSCIP, poderia salvar mais animais”, conta.

Patrícia Cancellara não está sozinha neste trabalho. Outras três pessoas a ajudam diretamente a recolher os animais, e cinco apoiam o grupo. “Tudo passa por mim. Eu delego as funções. E tenho parcerias com policiais, advogados, táxi dogs, veterinários. A gente une esforços”, exemplifica.

Tanto esforço tem sua compensação. Dos mais de 500 cães resgatados, 200 foram doados pela médica. “O processo de doação é lento porque sou muito criteriosa, faço uma triagem muito rigorosa. Só não é possível a doação de cães mutilados ou com doenças e/ou sequelas graves. Alguns têm temperamento mais agressivo por causa de canis de fundo de quintal, que os misturam com outras raças e os atiçam para rinhas”, diz.

Fama injusta
Para a protetora, a fama de agressiva da raça é injusta. “Pit bull não é violento por natureza. Meu filho de 3 anos faz a minha pit bull de gato e sapato. É uma raça que precisa de disciplina, que não pode ser tratada como um poodle. Por isso, a pessoa que for adquirir um cão desta raça tem de se informar bem. O problema é que muitos querem exibir um cão mais agressivo e quando este não corresponde é abandonado. Na rua, o pit bull, ao ser hostilizado, vai reagir, vai se defender.”

Segundo ela, apenas 3% dos ataques registrados de cães são de pit bull. De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo, desde o começo do ano foram notificados 10.271 ataques de cães na cidade, mas nos registros não há distinção entre as raças.

A estimativa do CCZ é de que 2,5 milhões de cães sejam domiciliados na capital. O órgão só recolhe animais nas condições que se enquadrem em lei municipal: que tenham sofrido de maus-tratos; vítimas de acidentes (atropelamentos); cães agressores e invasores de locais públicos, como escolas e hospitais. A grande maioria dos animais recolhidos é vira-lata, segundo o CCZ.

“A maioria dos ataques a pessoas é de vira-latas. Mas ataque de pit bull vira notícia porque é mais destrutivo. Quando é dada a notícia de um ataque de um pit bull, aumenta o meu trabalho”, lamenta Cancellara. Para saber mais sobre o trabalho da protetora Patrícia Cancellara, basta acessar o site da Pitcão (http://www.pitcao.com.br)./

Adotantes
Ao menos dois dos adotantes de pit bulls recuperados pela Pitcão não se arrependeram. “Adoro o meu cachorro. Vou com ele para a rua e as crianças brincam. É um bebezão”, conta o coordenador de qualidade Eduardo Luiz de Souza, de 31 anos, que adotou Hulk, um pit bull branco de 1 ano, em março deste ano.

Hulk adotado por Eduardo Rosell
Segundo ele, no início, o cão relutava em ir para a rua. “A Patrícia havia me dito que ele tinha sido abandonado e que foi maltratado na rua. Tive problema, porque ele era traumatizado, não queria sair de jeito nenhum”, diz. Para ele, é o “dono quem faz o cachorro”. “Dependendo de como cria, você pode ter um vira-lata violento”, ilustra.

O gerente de projetos Eduardo Rosell,
de 35 anos, diz ter se surpreendido em menos de uma semana como um adotante de um pit bull. “Ouvia comentar e ficava com um pouquinho de dúvida, mas o Pluto é um molecão ainda. Ele é muito brincalhão”, revela, sobre o cão adotado.

Assim como os demais, Pluto também foi resgatado da rua depois de ter sido abandonado. “Decidi adotar porque acompanho o trabalho, a causa da Pitcão. É pouco tempo, mas não me arrependi”, conclui.

Fonte: G1

Temos que acabar com esse preconceito! Meu Pitbull chega a durmir no colo de que dá banho no pet shop!