O cachorro 'Nauê' se recupera bem, após ter inalado muito
gesso durante a operação da Polícia Federal que apreendeu 530 quilos de cocaína
no Porto de Suape, Litoral Sul de Pernambuco, no último final de semana. De
acordo com a PF, ele retornou ao canil da Polícia, no Recife, após receber
cuidados médicos em uma clínica veterinária.11 de outubro de 2011
Cão farejador da PF-PE que inalou gesso em operação já voltou ao canil
O cachorro 'Nauê' se recupera bem, após ter inalado muito
gesso durante a operação da Polícia Federal que apreendeu 530 quilos de cocaína
no Porto de Suape, Litoral Sul de Pernambuco, no último final de semana. De
acordo com a PF, ele retornou ao canil da Polícia, no Recife, após receber
cuidados médicos em uma clínica veterinária.10 de outubro de 2011
Guia de Raças: Golden Retriever
Raça realmente originada da mesma fonte que o Labrador, melhorada por diversos cruzamentos (Retriever de pêlo chato amarelo vindo do cruzamento do Terra-Nova com Spaniels d’água da Escócia). A raça foi fixada na Inglaterra no século XIX. Para outros, conforme uma tradição, Cães de pastor amarelos do Cáucaso eram utilizados na Escócia para trazer de volta a caça ferida. Eles eram denominados Recolhedores Amarelos Russos. Eles teriam sido cruzados com o Bloodhound para produzir o Golden Retriever. A raça foi reconhecida pelo Kennel Club em 1913. Nos Estados Unidos esse cão é muito difundido como animal de companhia. Na França, quase desconhecido no início dos anos 80, está em nítida progressão para a mesma utilização.
Cabeça: Bem proporcionada, bem cinzelada. Crânio extenso. Stop bem marcado. Focinho potente. Nariz preto. Maxilares fortes.
Olhos: Bem afastados, castanho escuros. Bordas das pálpebras escuras.
Orelhas: Fixadas aproximadamente na altura dos olhos, de tamanho médio.
Corpo: Potente, bem equilibrado. Pescoço de bom comprimento, limpo e musculoso. Peito bem rebaixado. Costelas arqueadas. Lombo curto e forte.
Membros: Musculosos, boa ossatura. Patas redondas.
Cauda: Presa e mantida ao nível do dorso. Atinge o jarrete. Ela não se enrola na extremidade.
Pêlo: Chato ou ondulado, com franjas apreciáveis. O subpêlo apresenta-se muito justo e impermeável.
Pelagem: Qualquer tom de ouro ou creme. Não deve ser nem vermelho, nem escuro avermelhado. Admite-se a presença de alguns pêlos brancos apenas no peito.
Tamanho: Macho: De 29 a 61 cm. Fêmea: De 51 a 56 cm.
Peso: Macho: De 29 a 31,5 kg. Fêmea: De 25 a 27 kg.
Temperamento, aptidões, educação: Resistente, vigoroso, ativo, dotado de um excelente nariz ele trabalha tanto na água como na terra. É um rastreador tenaz, se bem que menos metódico do que o Labrador. Ele recolhe muito bem a caça d’água. Tem uma memória fora do comum. Desprovido de agressividade, ele late pouco. Não é um cão de guarda. Muito meigo, sensível, calmo, equilibrado, é um companheiro muito apreciado. Seu treinamento deverá ser firme, mas com suavidade.
Conselhos: Ele não está adaptado para viver em um apartamento, pois precisa muito de exercício. Tem horror á solidão. Precisa ser escovado uma ou duas vezes por semana. Escovar com uma escova especial (almofaça) na época da muda.
Utilização: Caça. Cão de utilidade: guia de cegos, cão de socorro. Busca de drogas. Cão de companhia.
Preço médio: R$ 800,00 á R$ 7.000,00
Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 288.
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9 de outubro de 2011
Guia de Raças: Weimaraner
Segundo alguns, seria descendente dos Cães Cinza de São Luís, fazendo parte das matilhas reais, tendo portanto origem francesa. Mas desde o início do século XIX, o Braco de Weimar, de preferência proveniente de cães sabujos cinza germânicos, era criado na corte do duque de Weimar, onde era utilizado como cão de trela. Fizeram-se então cruzamentos com cães de Oysel, o equivalente a nossos Spaniels, com Santo-Humberto e Pointers. Juntamente com o Braco de pêlo raso, o mais difundido. Aparece desde o início do século XX uma variedade de pêlo longo, que não está muito difundida. Tendo sido criado como raça pura há mais de cem anos, o Braco de Weimar seria a raça mais antiga dos cães de aponte alemães. Em 1897 foi fundado o Clube de Weimaraner. O primeiro padrão foi redigido em 1925. É muito difundido nos Estados Unidos, onde é denominado de “fantasma cinza”. Desenvolvido desde 1950, tem conhecido um modismo crescente, especialmente como animal de companhia.
Cabeça: Seca, em harmonia com o tamanho do cão. Stop muito pouco marcado. Cana nasal retilínea, muitas vezes ligeiramente afilada. Focinho longo, possante. Trufa grande, de cor carne clara. Mandíbulas possantes. Bochechas bem musculosas.
Olhos: Redondos, em posição muito ligeiramente oblíqua, de cor âmbar clara a âmbar escuro. Os filhotes têm olhos de cor azul celeste.
Orelhas: Inseridas alto, bastante longas, ligeiramente arredondadas em sua extremidade. Em alerta, ligeiramente viradas para a frente e pregueadas.
Corpo: Um pouco alongado. Pescoço de porte nobre, musculoso, seco. Cernelha bem pronunciada. Peito possante, bem descido, longo. Costelas bem arqueadas. Dorso firme, musculoso, um pouco longo. Garupa longa e medianamente oblíqua.
Membros: “Altos”, secos, bem musculosos. Patas possantes, redondas. Dedos cerrados.
Cauda: Inserida um pouco baixo, possante, bem farta. Pendente em repouso. Em alerta, fica horizontal. É encurtada entre a metade e os dois terços do seu comprimento.
Pêlo: - Raso: curto, abundante, muito espesso, acamado. Sem ou com pouco subpêlo.
- Longo (variedade mais rara): flexível com ou sem subpêlo. Liso e ligeiramente ondulado. Culote e franjas. Bela pluma na cauda.
Pelagem: Cinza prateado, cinza acastanhado, cinza rato, assim como todas as tonalidades intermédias entre estas cores. Cabeça e orelhas geralmente de cor um pouco mais clara. Marcas brancas só são permitidas muito ligeiramente no antepeito e nos dedos. Ás vezes, tem uma tira escura mais ou menos marcada no meio do dorso, denominada “tira de enguia”.
Tamanho: Macho: De 59 a 70, 67 cm. Fêmea: De 57 a 65 cm.
Peso: Macho: De 30 a 40 kg. Fêmea: De 57 a 35 kg.
Temperamento, aptidões, educação: Apaixonado e dotado de um faro notável, este cão, sabujo em sua origem, se tornou no século XIX um cão de aponte. Perseverante na busca sistemática, um pouco lento, seguro no aponte e no trabalho na água. Pode seguir animais feridos e cobrar todo o tipo de caça. Tem excelente aptidão para a guarda e defesa. É um companheiro muito agradável. Sua educação deverá ser firme.
Conselhos: Se adapta á vida em apartamento, mas precisa de passeios diários. Escovação regular. Vigiar as orelhas.
Utilização: Caça, guarda e defesa, companhia.
Preço médio: R$ 600,00 á R$ 1.500,00
Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 267.








