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22 de agosto de 2010

Cachorro é esfaqueado em parque nos EUA


Polícia de San Francisco-EUA Park estão investigando o esfaqueamento de um cão no Forte de São Francisco Funston.
 As autoridades dizem que uma mulher andando com seu cachorro relatou seu animal de estimação foi esfaqueado por um homem como ele andou seu cachorro em uma trilha no parque à tarde.

George diz que não está claro o que provocou o ataque, mas os investigadores estão a tomar depoimentos de testemunhas que veio a público depois panfletos foram lançados sobre o incidente. Um possível suspeito foi identificado, porém não foram efectuadas detenções.

 Quanto ao cão ferido, ele foi liberado de um veterinário, após uma cirurgia.

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Não sei o que aconteceu mas quem carrega uma faca nao queria fazer coisa boa!

Atibaia adia campanha de vacinação


A campanha de vacinação contra a raiva em cães e gatos, que aconteceria em Atibaia no final do mês de agosto, foi adiada pela Secretaria de Saúde do Estado. Em algumas cidades, onde a campanha já começou, pelo menos 800 animais apresentaram sintomas como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.

As vacinas estão sendo analisadas e as Secretarias de Estado e municipais aguardam orientação do Ministério da Saúde, responsável pela compra e distribuição das vacinas para remarcar a data da campanha nos municípios paulistas.


21 de agosto de 2010

Algumas fotos de quem protejo! Cachorro <-- É o nome dele mesmo!








E ai o que acharam do Cachorro?
Raça: Shin Tzu


Algumas fotos para rir {2}

Como isso foi parar ai?

Forçado né?

O novo Jack Sparoow

Isso que eu chamo de ensinar a fazer xixi no lugar certo!

O que foi que eu fiz?

Hei voce nao acha que me humanizaram de mais não?


Alguém quer um cachorro quente ai?

Mulher salva cachorro jogado no Rio Tietê pelo dono na Grande SP




Homem ameaçou me bater quando chamei a polícia’, conta administradora.

Cão ganhou nome de Tobias, em homenagem a bombeiro que o tirou do rio.
Para felicidade do vira-lata Tobias, a administradora de empresas Mariana Albano, de 28 anos, estava no lugar certo, na hora certa. Por volta das 9h30 de quinta-feira (19), quando se dirigia ao trabalho, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ela viu quando o cachorro foi jogado pelo próprio dono no Rio Tietê, de uma ponte no centro de Mogi das Cruzes. “Eu estava passando pela ponte de carro e vi três pessoas olhando para baixo. Eu cheguei a ver o cachorro caindo”, contou.

Inconformada, ela parou e desceu do carro. “Questionei as pessoas e uma senhora me apontou o homem que tinha jogado o cachorro. Era um senhor entre 60 e 70 anos. Não era um homem em situação de rua, mas dava para perceber que era alguém carente”, disse Mariana. Em seguida, ela começou a discutir com ele, acusando-o de ter cometido um crime ao jogar o animal no rio.

“Ele me disse: ‘O cachorro é meu. Eu mato na hora que eu quiser’. Ele contou que tinha outros cinco cães e que sabia cuidar deles”, relatou Mariana. Segundo ela, a justificativa dada para que Tobias fosse jogado no rio era porque ele tinha comido os ovos botados pela galinha dele. “O cachorro devia estar morrendo de fome. Ele está muito magro, abatido”, disse a administradora.

Mariana, então, começou a chorar e a gritar, pedindo ajuda para que o cachorro não morresse afogado. O homem, vendo o desespero dela, a ameaçou. “Ele veio pra cima de mim, ameaçando me bater, quando peguei o celular e disse que iria chamar a polícia. Eu gritava e chorava e, mesmo assim, ninguém parou para ajudar.” Em seguida, o homem fugiu de bicicleta.

A segunda parte do drama teve início diante da resistência da polícia em atender a ocorrência. Ela, inicialmente, foi orientada a acionar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Ao afirmar que se tratava de um crime federal maltratar animais, conseguiu que fosse enviada uma equipe ao local. Em seguida, ligou para o Corpo de Bombeiros.

Enquanto isso, Tobias lutava para não ser arrastado pela correnteza nem morrer afogado. Com muito esforço, ele conseguiu nadar até a margem do rio, cujo ponto é ladeado por muros de empresas. “Não tinha como ele sair de lá. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia. No entanto, eu precisava resgatar o cachorro, que iria morrer e se ele preferia isso a me deixar entrar”, contou.

Homenagem


Os bombeiros chegaram pouco tempo depois. Segundo Mariana, um deles desceu por uma corda até a margem do rio e conseguiu atrair o cachorro, que estava assustado. Depois, amarraram o cachorro por uma corda e conseguiram erguê-lo até a ponte. Aos policiais, ela forneceu a descrição do homem que jogou o cachorro no rio e, em seguida, entrou em contato com a Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes. “Em cinco minutos, o delegado veio ao local me atender. Tiramos fotos do cachorro e ele garantiu que iria divulgar o caso para encontrar o responsável."

O cachorro ganhou o nome de Tobias em homenagem ao sargento dos bombeiros que o tirou do rio, de acordo com a administradora. O animal foi levado para a casa da mãe, também em Mogi das Cruzes, onde foi alimentado e medicado. O próximo passo agora será encontrar um novo lar para o cão. “Vamos deixá-lo prontinho para ser doado.”

Apesar de já ter retirado das ruas e ter conseguido doar mais de 20 gatos e cerca de dez cachorros, ela não se considera uma protetora de animais. “Era algo que eu fazia individualmente, sem pedir qualquer ajuda. Faz pouco tempo que descobri na internet essa rede de protetores”, afirmou.

No dia 23 de dezembro de 2009, ela resgatou um cão da raça fila que viu desmaiado no acostamento da Rodovia Mogi-Dutra. “Ele estava machucado quando o encontrei. Depois que ele foi tratado e alimentado, ele dormiu por três dias seguidos. Agora, está na minha mãe também. Dei o nome de Klaus, em homenagem a Santa Klaus, porque o encontrei perto do Natal. É o cão mais doce que já vi”, contou.

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Cada dia que passa me assusto com casos como esse! Vocês viram o que ele disse? É de chorar por saber que tem cachorro passando pela mesma situação!


Ministério: morte de animais não justifica interromper vacinação



O Ministério da Saúde divulgou, nesta sexta-feira, uma nota em que recomenda a continuidade da campanha de vacinação antirrábica animal em todo o território nacional. Segundo o ministério, as mortes de cães registradas até o momento não justificam a interrupção, pois os números estão abaixo do relatado na literatura internacional. "A não vacinação de animais contra raiva representa um risco para a vida da população, pois podem gerar a ocorrência de casos humanos, que possuem taxa de letalidade próxima de 100%", afirma a nota.

A Secretaria da Saúde de São Paulo anunciou, na quinta-feira, que recomendou a todos os municípios a suspensão da vacinação contra a raiva animal em cães e gatos, por precaução, porque o número de reações adversas notificadas ao órgão está acima do observado em anos anteriores, e coloca em risco a vida dos bichos.

O ministério diz que foi comunicado de nove eventos graves, sendo oito deles mortes. Na região metropolitana foram dois casos, São Paulo teve quatro e Guarulhos (SP), três. Segundo as autoridades, já foram vacinados 309.031 animais, entre cães e gatos, o que situa a taxa de letalidade da vacina em 0,0029%. O esperado pelo produtor da vacina é uma taxa de 0,01% e o registrado pela literatura veterinária internacional é de 0,445%.

"Cabe destacar, ainda, que outros quatro Estados que receberam a mesma vacina também não relataram ocorrência de eventos graves", diz o texto divulgado pelo ministério. As mortes são atribuídas a fatores como a hipersensibilidade do animal a compostos da vacina, local de conservação, manejo do animal no momento da aplicação, doenças concomitantes, idade, número de doses aplicadas, tipo de agulha e seringa e via de administração.

Segundo o ministério, a vacina antirrábica utilizada atualmente é produzida em cultivo de células, cuja resposta imunológica é de um ano. A vacina anterior assegurava uma proteção entre seis e sete meses. A vacina de cultivo celular é a recomendada atualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e utilizada em diversos países. Desde 2003, o laboratório produtor tem registro e licença no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e comercializa o produto no País na rede privada de clínicas veterinárias.

O Ministério da Saúde assegura que, em parceria com o Ministério da Agricultura, monitora os eventos adversos graves decorrentes da vacina e afirma que tomará as medidas cabíveis caso seja necessário.


20 de agosto de 2010

URGENTE: BRANQUINHA FOI APEDREJADA E PRECISA DE AJUDA!

Normalmente eu não coloco esses tipos de anúncios no blog, mas, sempre há uma exeção.
Ajudem com que puderem!

Cliquem na imagem para saber mais!