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14 de setembro de 2010

Casos de leishmaniose são diagnosticados em Florianópolis

A vigilância epidemiológica de Santa Catarina investiga casos de leishmaniose em Florianópolis, capital do estado. Todos os cães confirmados com a doença foram sacrificados após a confirmação do médico veterinário.

Três dos quatro cães que apresentaram a doença eram da mesma família, que levou seu cachorro ao veterinário após o cachorro ficar doente. Os cachorros eram da mesma região, Canto do Araçá na lagoa da Conceição.outros cem exames de possíveis hospedeiros são esperados até o final de semana. .


Segundo o jornal de Santa Catarina, os cachorros foram acondicionados em embalagens individuais e aterrados. Veja mais sobre Leishmaniose Viceral aqui
Por enquanto, segundo Luis Antonio Silva, os proprietários dos cães e outras pessoas não apresentaram sintomas de leishmaniose visceral como febre, palidez e indisposição.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

13 de setembro de 2010

Briga entre cães e gatos não é regra

Cachorro não odeia gato e vice-versa. Na realidade, as duas espécies são predadoras e, naturalmente, não querem outro bicho metido no seu espaço, disputando poder. Além disso, o instinto de caça e a curiosidade do cão despertam quando vê os movimentos do felino. Por isso, o persegue. O bichano, que não é bobo, foge movido pelo instinto de sobrevivência.

Entretanto, esse comportamento não é regra. Os bichos podem viver pacificamente juntos. Mas isso depende bastante da forma como são educados pelos donos. Até mesmo há casos em que a cadela amamenta e protege gatinhos órfãos. O contrário também ocorre.

Os irmãos Rubens Gomes da Silva Júnior, 10 anos, e Izidora dos Santos Silva, 9, de Ribeirão Pires, sabem que a harmonia entre as espécies é possível. Na casa deles, o pitbull Levy e a pastora-alemã Bete convivem sem problema com os gatos Sony e Kelly.

"Os quatro nunca brigaram. O Levy é o mais bonzinho. Parecia o pai de outra gatinha que a gente tinha", conta Rubens. Na residência também existe um casal de canários, que não são incomodados pelos felinos. "Ficaria preocupada se eles não se dessem bem. Precisa ter paz entre os bichos, como também deveria ter entre as pessoas", afirma Izidora.

Os pets de Ligia, 11, e do irmão Lerrandro dos Santos de Souza, 4, de São Bernardo, também são amigos. O cão Pingo só corre atrás do gato Mimi para brincar. Segundo a menina, jamais se machucaram. Às vezes, os bichos até descansam juntinhos. "Mimi é o mais mandão. Entra de intrometido na casa do Pingo e come a comida dele. O cachorro não faz nada", diz Ligia
As espécies têm personalidades muito diferentes. O cão é companheiro dos humanos desde que foi domesticado, há milhares de anos. Por isso, depende desse contato para sobreviver. Em geral, é brincalhão e bagunceiro. Late e abana o rabo para expressar o que sente.

O gato é mais quieto, solitário e independente. Só faz o que realmente quer, não se preocupa em agradar ninguém. É bastante ágil e nem sempre demonstra os sentimentos. Independentemente das diferenças, os dois podem ser ótimas companhias.

Contato ocorre aos poucos
A chegada de outro pet na casa nem sempre é bem recebida pelo bicho que está há mais tempo. Por isso, a aproximação entre ambos deve ser feita aos poucos e com bastante segurança, principalmente se forem de espécies diferentes. Assim, não corre-se o risco de se machucarem.

No caso do cão e do gato, a dica dos especialistas é oferecer petiscos e brinquedos no momento em que são colocados juntos; dessa forma, associam a presença do outro a coisas boas.

Tanto os cachorros quanto os bichanos têm de aprender a respeitar regras e limites. Não podem achar que são os donos da casa. Esses ensinamentos devem ser passados pelos donos, mas nem sempre é possível. Em alguns casos, é necessário receber ajuda de profissionais para conseguir educá-los.

Cão não come gato
O gato, não é presa natural do cachorro. Os dois são predadores. Assim como eles, outros animais na natureza podem se estranhar por desejarem ser os reis do pedaço. Nas savanas africanas, isso ocorre entre leões e hienas. Na Índia, lobos e tigres também disputam alimento e território.

A cadeia alimentar - na qual vegetais e bichos servem de comida para os outros - é representada por uma pirâmide. Os predadores, como os grandes felinos e o homem, estão no topo dela. Ao lado, estão os seres chamados decompositores, fungos e bactérias que se alimentam e ajudam na decomposição de animais mortos.

Abaixo dessa turma estão os herbívoros (girafa, hipopótamo, vaca, zebra, veado, entre outros) que comem os vegetais. As plantas, por sua vez, formam a base da pirâmide.

A existência das espécies depende do equilíbrio da cadeia alimentar. Se a quantidade dos predadores aumentasse demais, as presas desapareceriam em pouco tempo. Assim, os carnívoros não teriam o que comer e também morreriam.

Sem amigos - Quem se dá mal de verdade é o rato. A chance do roedor se dar bem com o cachorro e o felino praticamente não existe. O motivo? É presa natural do bichano. Além disso, algumas raças de cães foram treinadas no passado para caçá-lo e, assim, não permitir que se transformasse em praga nas fazendas e casas.

Cães e gatos têm de se unir para derrotar mal no cinema
Bichos superinteligentes com equipamentos de última geração se unem para derrotar um inimigo em Como Cães e Gatos - A Vingança de Kitty Galore, que acaba de chegar às telonas. No filme em 3D, a gata Kitty Galore decide bolar um plano infalível contra todos os cachorros, gatos e humanos. Mas tanta maldade tem explicação: a bichana se tornou cruel depois que foi expulsa da casa dos donos. Abandonada, deixou a organização ultrassecreta de gatos espiões para colocar em prática a ideia maligna.

Ao descobrir as primeiras crueldades, os cachorros espiões - treinados para proteger as pessoas - decidem se juntar à turma dos felinos para derrotar Kitty. Para ajudá-los, convidam o atrapalhado cão Shane, responsável por muitas falas engraçadas no longa, que utiliza técnica live action, na qual atores reais atuam com animações feitas pelo computador.

Apesar das diferenças, cachorros e gatos aprendem lição valiosa: não precisam se odiar, o que importa é o respeito que um deve ter pelo outro.Seria bom se todos os homens descobrissem o mesmo

Diario do Grande ABC

Empresária do Texas abre SPA de luxo para cães

A empresária Janice Ford Grimes inaugurará no próximo mês o Paws Hotel, um spa inovador de luxo no Texas exclusivo para pets. No local, os cães terão direito a um tratamento repleto de mimos, como camas estofadas, lençóis de cetim, TVs de tela plana de 18 polegadas e um centro de bem-estar.

Espalhados por 20 mil metros quadrados de espaço, o Hotel Spa Paws terá um salão de eventos para casamentos e festas de aniversário do animal de estimação. Um dos maiores destaques do local serão os robôs-esquilo que ficarão circulando pelo salão principal do hotel, para distrair os cães. Sobre o estabelecimento, Janice disse: “Não há nada no mundo como esse hotel”.

Fonte: Globo.com

Viciada em game online deixou cães morrerem de fome.

A dona de casa deixou seus cachorros morrerem de fome após ficar viciada no game online entitulado Small World (mundo pequeno, em tradução livre)
A viúva de 33 anos, que não pode ser identificada, admitiu três sido acusada três vezes por maus tratos infantis e duas por negligência contra animais. As crianças, de 9, 10 e 13 anos, foram maltratadas por seis meses.

Deepak Kapur, o promotor do caso, disse que quando os policiais chegaram à casa em Swanley, no condado de Kent, em fevereiro, a mulher lhes disse que a casa estava um pouco bagunçada.

Eles viram lixo espalhado por todo o chão em todos os cômodos da casa, a comida estava embolorada, cercada por um enxame de moscas. O banheiro estava nojento.

A mulher tentou impedir as autoridades de entrar na sala de jantar. Quando eles perguntaram por que ela disse que “os cachorros estavam lá, mortos" porque porque os tinha matado.

A viúva disse que provavelmente os deixou morrer de fome porque ficou jogando o videogame todo o tempo. A mulher ficou viciada na jogo de computador com anões e gigantes no qual os jogadores disputam a conquista de um mundo virtual incapaz de acomodar todos eles, depois de ser convidada a jogar por um amigo do Facebook.

No começo (no final de 2009), ela jogava apenas uma hora por dia. Mas desde agosto daquele ano o jogo virou uma obsessão ao ponto de ela passar a dormir apenas duas horas por noite. Daí em diante, a mulher passou a alimentar os filhos só com comida que não precisava ser cozinhada, como macarrão instantâneo, sanduíches e tortas.

O advogado disse que a mulher foi uma mãe competente e devotada até perder o marido por causa de um ataque cardíaco. A viúva foi condenada a seis meses de cadeia e a prestar 75 horas de serviços comunitários. E proibida de ter animais.
O juiz do caso, Jeremy Carey, proibiu a mulher de ter acesso à internet “para ajudá-la a resistir à tentação de voltar ao mundo virtual”.

Guia de Raças: Galgo Afegão (Afghan Hound)

A origem dessa raça é praticamente desconhecida. Aparentado ao Saluki (Galgo Persa), os ancestrais teriam saído de Persa (Irã) e chegaram ao Afeganistão onde desenvolveram suas longas pelagens. Muito apreciadas pelos soberanos afegãs, foram trazidos de volta pelos soldados britânicos após a segunda Guerra Afegã, ao redor de 1890. Os primeiros espécimes expostos em Londres em 1907 tiveram um grande sucesso. Em 1926 foi fundado um clube ingles. Ele apareceu na França ao redor de 1930. Esse galgo foi de grande predileção nos anos 80.

 

Guia

País de Origem: Afeganistão.

Cabeça: Longa. Crânio lo ngo, não muito estreito. Ocipital proeminente. Ligeiro stop. Focinho longo. Maxilares potentes.

Olhos: De forma quase triangular, ligeiramente oblíquos, de prefêrencia escuros mas uma cor dourada não é proibida.

Orelhas: Fixadas baixo, mantidas bem chatas contra a cabeça, cobertas de pêlos longos e sedosos.

Corpo: Longo. Pescoço longo, forte. Peito profundo. Costelas bem salientes. Dorso chato, musculoso, inclinando-se ligeiramente em direção ao quarto posterior. Lombo reto, forte, um tanto curto. Ossos das ancas proeminentes, bastante afastados.

Membros: Longos, musculosos. Patas fortes, largas.

Cauda: Não muito curta, terminando em forma de anel, muito pouco guarnecida de pêlos, mantida alta quando em ação.

Pêlo: Muito longo, sedoso, de textura fina, recobrindo a parte anterior, a parte posterior ou o corpo inteiro, exeto o dorso, a partir do ombro até a base da cauda onde o pêlo é curto e apertado. Sobre a cabeça, a partir da testa, longos pêlos sedosos formam um topete. Na face, o pêlo é curto e apertado. As orelhas e as pernas são cobertas de pêlos longos e abundantes.

Pelagem: Todas as cores são admitidas.

Tamanho: Macho: De 69 a 74 cm. Fêmea: De 62  a 69 cm.

Peso: De 25 a 30 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Robusto, resistente, menos rápido que o Greyhound, esse cão era utilizado, no seu país de origem como cão de guarda e para a caça aos antílopes, ao lobo e ao chacal. Na Índia, o exército britânico o utilizou como mensageiro military. Calmo, dominador, voluntarioso, suscetível, pouco demonstrative, ele não gosta muito de ser pertubado. Afetuoso, muito apegado ao seu dono, ele se apresenta distante e altivo com estranhos. Ele deverá ser educado com firmeza mas sem brutalidade.

Conselhos: Ele se adapta bem á vida em apartamento sob condição de poder dispor de espaço e de se beneficiar de muitos exercícios. Deve ser escovado e penteado diariamente. Banho mensal. Toalet de duas a três vezes por ano.

Utilização: Caça, companhia.

Preço médio: Não encontrado.

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 341.

11 de setembro de 2010

Companheiros perfeitos

A história dos companheiros de lar Pepe e Puff tinha tudo para acabar sem final feliz. O anjo da guarda dos cachorrinhos, a administradora de empresas Fernanda Martins Luza, 30 anos, não tem dúvida de que agiu certo quando abrigou os amiguinhos, que passaram por poucas e boas antes de serem resgatados da rua. Ambos possuem deficiências sérias. “E, hoje, vivem bem e muito felizes, mais até do que muitos cachorros que conheço”, garante a dona.

Apaixonada por bichos desde a infância, Fernanda resolveu adotar seu primeiro pet especial em 2008, quando soube, por meio da Organização Não Governamental (ONG) Bsb Animal, da história de Pepe. O cãozinho foi encontrado com apenas 30 dias de vida, enrolado em panos, embaixo da roda de um carro. “Ele estava lá para que o carro passasse por cima dele”, acredita. O abandono cruel teria relação com o defeito de nascença do vira-lata, que tem três patas. "Isso não muda nada, ele vive como qualquer outro cachorro e nem nota que é diferente. Corre, pula, brinca", diz a dona.

Comovida com o trabalho da Bsb Animal, Fernanda se juntou ao grupo de voluntários. Como a ONG não tem abrigo próprio, cabe a eles levar os bichos encontrados na rua para casa e providenciar os cuidados até o momento da adoção. Pela casa da administradora já passaram cerca de cem cachorros. Puff, o segundo da lista, a princípio não ficaria, mas a amizade com Pepe convenceu a incoporá-lo à família. O poodle abricó, encontrado em Ceilândia sem pelos e com sarna, tem uma deficiência congênita nas patinhas traseiras que, segundo a dona, não interfere na convivência. "Ele só anda um pouquinho diferente dos demais cães", observa.
Segundo a coordenadora da ONG, Márcia Dias, a maioria dos animais abandonados é vítima de maus-tratos. "Infelizmente é a realidade que vivemos no Distrito Federal", constata. Diferentemente do que muita gente pensa, adotar não é complicado, embora seja um processo criterioso. É só procurar uma ONG que preste esse tipo de serviço e demonstrar, além de interesse, responsabilidade e compromisso com o novo amigo. A experiência pode ser extremamente gratificante, como foi para Fernanda Luza. "A gente aprende a ser mais humano, mais compreensivo, mais gente mesmo", admite.

Fonte: Correio Braziliense

10 de setembro de 2010

Cão farejador cria página no twitter para informar o seu dia dia no trabalho

Um cão policial de West Midlands, um condado da Inglaterra, criou uma página do Twitter para mostrar o seu dia a dia no trabalho e em casa. O labrador Smithy, de 2 anos, posta, diariamente, informações sobre sua vida, como em um post recente: “Acabei de voltar da minha caminhada noturna, estou deitado no meu canil agora, amanha é dia de folga”.

Até agora, o Smithy já atraiu 843 seguidores. Além de atualizar os internautas sobre a sua vida canina, Smithy também fala sobre o seu trabalho como cão farejador, pedindo ajuda para investigações. Em agosto, Smithy postou um link para um vídeo de câmeras de segurança que mostrava uma mulher que estava desaparecida.

Em entrevista à BBC, o treinador de Smithy, Terry Arnett, disse que criar a página no microblog era algo que o cão queria fazer.

“Nós tivemos que adaptar o teclado para que ele digitasse. Fora isso, essa foi a maneira encontrada por Smithy de mostrar o seu trabalho”.

Smithy é um dos dois cães treinados pela polícia de West Midlands para procurar sangue.

“A maior parte do trabalho de Smithy é muito séria e importante para a população. Por isso, é importante que ele tenha um pouco de diversão no seu tempo livre”, disse Arnett.


Fonte: G1