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18 de dezembro de 2010

Mira, a cadela que sobreviveu. Agora da aulas.



O Titulo acima faz alusão ao primeiro capitulo do livro "Harry Potter e a pedra filosofal" que conta como Harry sobrevivera ao que todos achavam ser impossível. A história aconteceu nos Eua.
 Um embaixador de quatro patas anda pelos corredores do condado de Johnson para ensinar sobre a posse responsável. Mira, cadela SRD mistura de Pastor Alemão com Mastiff de três anos, não deveria estar aqui. Nascido de uma mãe doente que morreu após o parto, ela e seus irmãos foram levados para um abrigo de animais e sacrificados, seus corpos colocados em barris dentro de um Freezer, para que pudessem ser eliminados posteriormente.

Mas Mira, cujo nome quer dizer milagre – sobreviveu. Ela foi encontrada viva no Freezer do abrigo quatro dias depois, após o abrigo ter ministrado uma dose demasiado pequena de Barbiturate. Um trabalhador do abrigo recebeu a ordem de levar o cãozinho ao veterinário para o sacrifício, em vez disso levou a pequena sobrevivente para casa e lhe deu um banho quente, em seguida, enviou o cão para um novo lar.

Três anos mais tarde Mira faz passeios entre as salas de aula do Condado de Johnson para ensinar crinças sobre como cuidar do seus animais de estimação. Vicki Palmore conta ao jornal Daily "O cão acompanha educadores e voluntários que falam de crianças e adultos sobre o vinculo entre pessoas e animais , sobre o porque de adotar e se eles querem um animal de estimação que castrem os seus para reduzir o numero de animais indesejáveis, como o contava o destino de Mira.

 Ela, que serpenteia através de filas de crianças que querem acariciá-la ou  entre anda entre as pernas de um voluntário quando ela está sendo falando.


"Acima de tudo, tentamos ressaltar que a posse de animais de estimação é um compromisso que vem com a responsabilidade e dura para a vida do animal", Palmore disse. "Não é algo que deve ser tomada de ânimo leve, pois há muitos animais além de casas para aceitá-los".

Fonte Chicago Tribune

17 de dezembro de 2010

Capital do Afeganistão é palco de brigas de cães

Proibido sob o Talibã, costume voltou a ser popular no país em guerra. Prêmio pela vitória pode chegar a milhares de dólares.
A briga de cães era proibida durante o regime do Talibã, mas agora é legal e atrai público, todas as sextas-feiras, entre novembro e março. Os prêmios pela vitória podem chegar a milhares de dólares.
Fonte: G1

16 de dezembro de 2010

Cachorros estranhos viram moda na Inglaterra

Rio - Cães feios normalmente são deixados de lado, esquecidos em abrigos ou largados na rua. Mas não é o que vem acontecendo na Inglaterra. De acordo com o jornal inglês Daily Mail, desde o começo da competição anual do cachorro mais feio do mundo a busca por animais com características diferentes aumentou.
Em entrevista ao jornal, a adolescente Sky, de 15 anos, que adquiriu um cão, disse que aparência não é tudo, e que o animal valeu cada centavo. O Cachorro custou 200,00 euros, cerca de 450,00 reais.  "Ele tem um temperamento fantástico e é muito amavél", disse ao jornal.

Uma corrida internacional para encontrar cão mais feio do mundo foi lançada oficialmente em junho, após o mais estranho falecer. A competição acontece na califórnia, nos EUA. O jure leva em conta, o pelo do animal, a postura, a lingua, alem da agressividade.

Fonte: O Dia On-line


Cachorro da Raça Pit Bull Ataca // Dêem uma olhada no motivo

Uma mulher de 32 anos foi atacada por um cão da raça pit bull quando passeava com seu cachorro na Rua Antônio João, região central de Corumbá na manhã de hoje. Elaine Herrera Zani estava na companhia do animal da raça labrador quando o outro cachorro atravessou a grade de proteção da casa em que estava e investiu contra o outro cão.

A vítima e algumas testemunhas utilizaram pedaços de pau para separar a briga sendo que Elaine acabou se ferindo. O Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) foi acionado mas não chegou até o local. O responsável pelo cachorro não foi localizado e vizinhos também não souberam informar de queM se trata. Há indícios de que o animal esteja há muitos dias sem cuidados ou alimentação.


14 de dezembro de 2010

Cachorro é submetido a terapia de células tronco

Nego
Aos dois anos de idade, Nego era um vira-lata de pelo preto felpudo (daí seu nome) brincalhão e irriquieto. Por isso, sua dona, a corretora imobiliária Patrícia Barbosa, de 29 anos, estranhou ao vê-lo sem apetite e recolhido aos cantos. Exames feitos no fim do ano passado revelaram uma aplasia medular, ou “doença do carrapato”, condição gerada por um parasita que interrompe a produção de células sanguíneas pela medula óssea. Seis meses de tratamentos e transfusões de sangue depois, o futuro não era promissor para Nego. Foi quando sua veterinária soube que o hospital veterinário Sena Madureira iniciaria os testes com células-tronco. “Não tinha mais para onde correr. Se não fosse por isso, ele não estaria mais aqui”, diz Patrícia. Hoje, é possível esbarrar com o vira-lata ao lado da dona em suas caminhadas pelas ruas de Itapecerica da Serra.

Como funciona
Nego foi o primeiro paciente de uma terapia inédita no país. Células-tronco são como peças curingas de nosso corpo: em embriões, elas se transformam em todas as outras células que compõem órgãos, ossos, nervos, vasos, músculos e sangue. Graças a essa versatilidade e à capacidade de se multiplicar infinitamente, elas também ajudam na renovação de organismos adultos. Daí seu potencial para recuperar lesões e doenças crônicas.

O Histórico
O uso terapêutico foi cogitado no início do século XX, mas as evidências de que funcionaria só vieram a partir dos anos 1960. Os tratamentos emperraram na polêmica da obtenção dessas células. A coleta feita no primeiro estágio de desenvolvimento de um embrião o destrói, o que gera protestos de religiosos e conservadores. Os cientistas contornaram esse obstáculo ao encontrar essas células também em tecidos adultos, como a gordura. Em outubro, mais de um século depois de sua descoberta, as células-tronco embrionárias humanas começaram a ser testadas como tratamento. “Ainda há muitas questões abertas, porque há muitos tipos de células-tronco. É preciso entender qual é o melhor para qual doença, o melhor jeito de aplicá-las no organismo, como evitar rejeição”, diz Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano. Alheia à polêmica, a terapia celular veterinária avançou bastante, graças aos testes em animais. Tratamentos de cães e gatos com problemas ortopédicos e de articulação são realizados nos Estados Unidos desde 2008 e custam em torno de US$ 3 mil. “Na veterinária, não há transplante, pois há muita rejeição de órgãos. Esse tipo de terapia pode ser uma alternativa”, diz Mário Marcondes, diretor clínico do hospital veterinário Sena Madureira. Desde maio, o hospital faz triagem de animais para testar o uso de células-tronco como tratamento para doenças cardíacas, insuficiência renal, lesões na coluna e aplasia medular, em parceria com a empresa de biotecnologia CellVet. Mas só para bichos em estado terminal e que já tenham feito todos os tratamentos possíveis. Ao todo, 80 animais serão submetidos aos testes. O animal aprovado passa por três sessões mensais, em que são injetados 2 bilhões de células-tronco.
 Uma vez em contato com o tecido danificado do organismo do animal, as células podem vir a promover sua recuperação. Após as aplicações, o paciente é avaliado a cada 15 dias, por seis meses, por uma equipe multidisciplinar de 30 pessoas. O tratamento ainda é experimental e, por isso, gratuito. Não há garantia de um bom resultado. Mas os primeiros testes se mostram promissores. “Já temos algumas reações positivas, mas precisamos avaliar por mais tempo para ter certeza de que houve recuperação completa”, afirma Marcondes. Nego é um bom exemplo disso.

Fonte: Revista Época 

13 de dezembro de 2010

Teco, o cachorro que anda de marcha ré


Teco é um cachorro como qualquer outro que a gente vê na rua com o seu dono. Mas ele tem um lado de sua personalidade que o distingue de qualquer outro: ele anda de ré!
Isso mesmo. Sempre que vai subir a escada do prédio de seu dono, ele pausa, reflete, se vira e começa a subida para trás.
O seu dono acha, aliás, que isso deve ser porque uma vez Teco caiu da escada e, traumatizado, prefere evitar novos riscos e assim manter o seu olhar atento para baixo. Será mesmo?
Veja o vídeo aqui do programa Balanço Geral, com reportagem de Geraldo Luís.

Fonte:R7

Agora esse Geraldo Luís é um chato

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Fofinha ela Não? A Isabela nos diz que a Luna é um Lhasa Apso. Só não diz a idade :( Mas pela foto é um filhotinho


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