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19 de junho de 2011

Cachorros procuram abrigo em delegacias de São Paulo


Do G1
Cadela Farinha Quem entra apressado na sede do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), no Bom Retiro, na região central de São Paulo, pode passar despercebido por Farinha, a cachorrinha que dorme acomodada em um cobertor rosa em um cantinho da recepção. Como ela, muitos animais encontram em delegacias e batalhões da polícia um abrigo e o carinho que não recebiam nas ruas. “Ela é uma alegria disso aqui”, resume o delegado Antonio de Olim, divisionário do Núcleo de Apoio e Proteção à Escola (Nape).
Farinha em sua cama
Farinha vive no Denarc há cinco anos. Ela recebe comida e água dos policiais que trabalham no departamento. “Ela é bem tratada. A Farinha dorme o dia todo e, durante a noite, fica acordada tomando conta. É um cão de guarda”, conta Olim. A cachorra também faz sucesso com o público. “Tem gente que vem só visitar a Farinha, traz comida e cobertor.”

Até poucos meses atrás, ela tinha a companhia de outro animal, um gatinho apelidado de Baseado. “A Farinha não fazia  nada com ele. Há alguns meses, alguns cães entraram aqui e o machucaram. A gente levou no veterinário, mas não teve como salvar”, lembra o delegado. Para Olim, é uma obrigação cuidar dos animais. “Quem não trata bem bicho, não trata bem ninguém”, acredita.

O 2º Distrito Policial de Santo André, no ABC, é o abrigo de dois vira-latas, um macho e uma fêmea. A cachorra Lilica nasceu na casa antes mesmo desta virar uma delegacia, em 2002, e permanece lá até hoje, segundo os funcionários. Já o cão Lino chegou ao local há quatro anos, acompanhando um rapaz que havia sido preso na ocasião.

O jovem foi transferido para uma outra cadeia, mas o bicho de estimação ficou. Ele perambulou pela rua e redondezas durante algum tempo, mas acabou sendo adotado pelos funcionários. E ganhou um cantinho só dele. Só não se chegou a um consenso quanto ao nome dele. Lino, Felipeli, Fuinha e Máscara são alguns deles.

Ambos entram e saem da delegacia na hora que lhes convêm e recebem comida e carinho de todos os funcionários, mas são verdadeiros xodós da agente de telecomunicação Marisa Rosa. “Eu cuido mais, dou mais atenção, porque adoro cachorro. Mas todo mundo cuida, todo mundo dá atenção para eles, inclusive o delegado”, conta, sobre o titular do distrito, Oswaldo Fuentes Júnior

Há quase um ano, a vira-lata Carla vive no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, também no ABC. Os policiais dizem que ela pertencia a um catador de papelão que circulava pela região. Depois de um tempo, apareceu sozinha na delegacia e recebeu comida e água. Acabou ficando. Alguns meses depois, trouxe um amigo, um cachorro que ainda não tem nome definido.

Os dois circulam pelo pátio da delegacia e recebem carinho de quem passa. Carla toma banho em pet shop, vai ao veterinário e é conhecida por aprontar bastante. Os policiais contam que ela ganhou uma cama para dormir, mas ela acabou destruída pela cachorra brincalhona. No último Natal, poucos enfeites permaneceram inteiros no distrito. A delegada Teresa Alves de Mesquita Gurian diz que os cachorros podem ser adotados por famílias, desde que sejam bem tratados. “A delegacia não é lugar para criar animais. A gente deixa aqui porque tem dó. Se aparecer alguém que cuide direitinho, a gente deixaria adotar”, conta.


Polêmica do Pirata
No início de abril, a história do cão Pirata provocou muita polêmica. O cachorro cego de um olho viveu durante nove anos em um batalhão da Polícia Militar no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, mas foi retirado do local. Sem saber o paradeiro do cachorro, muitas pessoas protestaram na internet e enviaram centenas de e-mails para a corporação.

Pirata era muito conhecido no bairro. “Ele esperava fechar o sinal e atravessava na faixa de pedestre. Era bem tratado, os policiais levavam no veterinário e, quando os guardas iam correr, ele acompanhava”, lembra uma comerciante da região, que pediu para não ter o nome revelado.
A PM divulgou uma nota sobre o caso e esclareceu que a nova comandante da companhia queria dar “um lar de verdade” para o cão. Pirata acabou doado para uma família que mora no bairro do Pari, na região central de São Paulo. Ele recebe “o amor de duas crianças, que já afirmaram que amam e não vão devolver o cãozinho”, diz a nota.
Cachorros de Santo André

11 de maio de 2011

Guia de Raças: Border Collie

Pensa-se que seus ancestrais eram cães nórdicos que guardavam os rebanhos de renas. É provável que tenham sido trazidos para as ilhas Britânicas pelos Vickings, e que tanham sido cruzados com as raças pastoreiras locais. Deve seu nome á região dos vales dos Borders, fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, onde a raça se desenvolveu. É o mais difundido dos colleys, e continua especializado na guarda dos rebanhos, para a qual é utilizado desde o século XVIII. A raça foi apenas fixada no século XIX, reconhecida em 1976 pelo Kennel Club e em 1985 pela S.C.C. Chegou a França em 1970.

Guia País de Origem: Grã-Bretanha.

Cabeça: Crânio razoalvelmente largo. Focinho moderadamente curto e forte. Stop bem marcado. Trufa preta, marrom, ou cor de ardósia segundo a cor da pelagem.

Olhos: De forma oval, inseridos bem separados, marrons, exceto nos cães “merle” para os quais os olhos podem ser azuis.

Orelhas: De tamanho médio, inseridas bem separadas, portadas eretas ou semi-eretas.

Corpo: Bem proporcionado, atlético. Pescoço forte. Costelas bem arqueadas. Peito profundo e largo. Lombo musculado.

Membros: Boa ossatura. Patas de formato oval. Dígitos arqueados bem juntos.

Cauda: Moderadamente longa, de inserção baixa, com uma espiral para cima na direção da ponta.

Pêlo: Duas variedades: pêlo semilongo formando uma juba, culotes e uma cauda de raposa (pincel); pêlo curto. Em ambos os casos, o pêlo é denso e de textura media. Subpêlo denso e macio.

Pelagem: Geralmente cor de pega: colar, lista e partes inferiores dos membros brancos, o resto é preto. Todas as cores são admitidas, mas o branco jamais deverá ser predominante.

Tamanho: Macho: De 50 a 55 cm. Fêmea: De 47 a 52 cm.

Peso: De 15 a 20 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Cão vigoroso, ardente, tenaz, trabalhor, muito dócil. Muito dedicado a seu  dono, receptive á educação porque é muito atento e inteligente. Reservado com estranhos, mas jamais medroso nem agressivo. Dotado de um olfato potente, possui um olhar com um poder extraordinário e utiliza-o para trabalhar com seu dono. Trabalha á distância fixando intensamente, parecendo “hipnotizar”o gado, aproximando-se rastejando como um cão de caça. É a raça que melhor se destaca nos concursos com rebanhos.

Conselhos: Deve permanecer um pastor. Sua educação é iniciada por volta dos 6 meses e pode se prolongar durante um ano ou dois. Não está adaptado para a vida na cidade. Incansável, necessita de exercício diário. Adapta-se facilmente á função de cão de companhia. Quanto á hygiene não precisa de cuidados particulares.

Utilização: Pastoreio. Devido as suas qualidades naturais e á orientação de sua seleção, é um cão que deve trabalhar com rebanhos.

Preço médio: R$ 600,00 á R$ 2.000,00

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 37.

10 de maio de 2011

Guia de Raças: Doberman

Toda a história começou em Apolda, pequena cidade da Alemanha situada na província de Thuringe. Seu primeiro criador F.L. Dobermann, cobrador de impostos que trabalhava também no canil da cidade de Apolda, precisava de um cão Valente, que fosse um bom guardião. Por volta de 1870, praticou vários cruzamentos provavelmente entre “açougueiros” (em parte os ancestrais dos Rottweiler), pastores preto e fogo existentes em Thuringe, o Pinscher, o Dogue alemão, o Pastor de Beauce, Rottweiler. Ele obteve um cão de utilidade, vigilante, cão de fazenda, cão de guarda, cão policial. Na caça, era utilizado para combater os predadores. Depois, outras introduções de sangue foram efetuadas, principalmente pelo Terrier preto e fogo e provavelmente do Greyhound. Em 1910 seu padrão foi fixado.

Guia

País de Origem: Alemanha.

Cabeça: Longa e óssea. Crânio forte, em forma de cone truncado. Stop pouco desenvolvido. Focinho alto. Maxilares poderosos e largos. Lábios firmes e lisos.

Olhos: De tamanho médio, ovais e escuros

Orelhas: De inserção alta, eretas, cortadas e caídas num comprimento proporcional á cabeça. Se não forem cortadas, caem semi-eretas, com o bordo anterior rente ás bochechas.

Corpo: Inscritível num quadrado. Pescoço seco e musculoso. Antepeito poderoso. Cernelha nitidamente evidenciada. Dorso sólido e curto. Peito bem desenvolvido com costelas ligeiramente arqueadas. Garupa arredondada. Ventre nitidamente esgalgado.

Membros: Sólidos. Patas curtas com dígitos fechados e arqueados. Unhas pretas.

Cauda: De inserção alta, curta sendo amputada após a vértebra 2 caudal.

Pêlo: Curto, duro, cerrado, liso e bem assentado. Não tem subpêlo.

Pelagem: Preta ou marrom, com marcas fogo claramente definidas no focinho, nas bochechas, na garganta, no  antepeito, nos membros e na ponta das coxas.

Tamanho: Macho: de 68 a 72 cm. Fêmea: de 63 a 68 cm.

Peso: Macho: de 40 a 45 kg. Fêmea: de 32 a 35 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Vivo, vigoroso, corajoso, vigilante, de expressão determinada, e mesmo um pouco preocupante. É um cão com temperamento firme, orgulhoso, impulsivo, que deve ser estável, equilibrado e sociável. Não é o cão para todo o mundo. Ele exige um dono firme, justo, calmo que saberá se impor com paciência e suavidade. Extremamente fiel, demonstra uma devoção cega para seu dono, é fiável com as crianças. Possui um sentido de proteção inato e é muito desconfiavel com os estranhos. Este cão fundamentalmente pacífico e frágil a nível emocional e não suporta as relações conflituosas.

Conselhos: Este cão precisa de espaço e de exercício para libertar sua energia. Não suporta estar preso. Deve ser escovado regularmente.

Utilização: Cão de trabalho: auxiliar da polícia e do exército. Cão de guarda, de defesa, de companhia.

Preço médio: Preço médio R$ 750,00

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 67.

2 de maio de 2011

Comunicado! Volto Com Novidades!

  cachorroPedigree Com diversos afazeres e pouco tempo para me concentrar no Blog fiquei novamente sem postar o quanto deveria há voces leitores. Estou meio chateado comigo mesmo por não dar a atencao do que voces merecem. Fatos estão acontecendo nos bastidores que mudarão o jeito que a comunicacao será feita daqui por diante.

O Blog irá passar por uma transição que acredito eu, colocará em um próximo nivel de informação! Não darei nenhum tipo de previsão em que essas mudanças ocorreram até porque elas serão gradativas.

Esperem que em breve o Blog Cão Feliz trará muitas novidades para vocês!
:D,

Procurem informações sobre cachorros nos meus links favoritos:
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Até mais! :D

24 de abril de 2011

Guia de Raças: Bichon Maltês

Raça muito antiga, cujas origens são muito controvertidas. Os ancestrais desse pequeno cão viviam nos portos e nas cidades costeiras do Mediterrâneo central, onde caçavam os animais nocivos. Com certeza este cão, ou outros cães muito similares, estiveram presentes ne Egito e na Grécia antes da nossa era e posteriormente na Roma antiga. O geógrafo grego Strabão relata que existe na Sicília, uma cidade denominada Melita de onde são exportados cães chamados “Canis Meliteri”. Apesar de dever seu nome á ilha de Malta, nada prova que seja originário desta ilha. Ele foi apreciado pelos grandes nomes desta época e foi um dos favoritos da corte real da Inglaterra na época de Elisabeth I. A raça é pouco difundida.

Guia

País de Origem: Bacia mediterrânea central, Itália.

Cabeça: Um tanto larga. Crânio chato. Stop muito marcado. Cana nasal retilínea. Lábios pouco desenvolvidos. Trufa volumosa.

Olhos: Bastante grandes, de cor ocre escura. Borda das pélpebras pretas.

Orelhas: Fixas alto, caídas em contato com as laterais da cabeça.

Corpo: Alongado. Cernelha ligeiramente fora da linha dorsal. Peito bem rebaixado. Dorso reto. Garupa muito larga e comprida, ligeiramente oblíqua.

Membros: Curtos, boa ossatura. Patas redondas. De dos bem juntos e arqueados.

Cauda: Grossa na base e fina na extremidade. Forma uma única grande curva, cuja ponta recai entre as ancas tocando a garupa.

Pêlo: Muito longo sobre todo o corpo, reto em todo o seu comprimento, sem ondulações ou anéis de pêlo. De textura sedosa. No tronco ele deve ultrapassar, em comprimento, a altura do pescoço e recair pesadamente ao solo. Não há subpêlo. Sobre a cabeça, pêlo muito longo. Na cauda, os pêlos recaem em um só lado do tronco.

Pelagem: Branco puro. Admite-se uma tonalidade marfim pálida. São tolerados traços de matiz laranja pálido, sob a condição de que não dêem a impressão de pêlo sujo, o que constitui, então, uma imperfeição.

Tamanho: Macho: De 21 a 25 cm. Fêmea: De 20  a 23 cm.

Peso: De 3 a 4 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Robusto, infatigâvel, de um temperamento vivo como se deve para um apanhador de ratos renomado, este cão é um “boa vida”, brincalhão e provocador. Terno, muito calmo, , latindo pouco, esse cão é um adorável companheiro. Sua educação deverá ser rigorosa.

Conselhos: Cão de apartamento, ele precisa de exercícios limitados. Não suporta a solidão. Deve-se desembaraçar os pêlos e penteá-los diariamente. Banhos regulares. Fazer a toalete duas vezes por ano. Vigiar o estado das orelhas e dos olhos.

Utilização: Cão de companhia.

Preço médio: R$ 800,00 á R$ 2.000,00

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 314.

20 de abril de 2011

Bombeiros resgatam cachorro preso entre paredes de casas vizinhas no RJ

montagemcao_materiaUm cãozinho arteiro deu trabalho para os bombeiros, na tarde desta quarta-feira (20), no Rio de Janeiro. O animal se escondeu num vão, de menos de 50 centímetros, entre as paredes de duas casas no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. Após uma hora de trabalhos de resgate, ele foi salvo com vida e aclamado pelos moradores, que o apelidaram de “Bravo” e “Guerreiro”.


O dono de uma das residências, o vigilante Avelar de Carvalho Pires, disse que o animal entrou no vão na tarde de terça-feira (19). Ele relata que o cão se virou na tentativa de escapar, mas não conseguiu. O vigilante recorreu ainda a uma corda para içar o cachorro, mas ele continuou preso.

Foi uma agonia muito grande. Ele ficava chorando e latindo. Ainda tentamos dar comida, água, mas nada chegava até lá. Foi então que percebemos que tínhamos que chamar os bombeiros para resgatá-lo. Foi uma comoção em toda a vizinhança”, falou o morador.

Parede de casa quebrada Moradores disseram que após dois chamados, três bombeiros do quartel de Santa Cruz foram até o local. Os militares precisaram quebrar parte da parede de uma das casas para resgatar o animal. Segundo um dos bombeiros que participaram da operação, o cabo Ruas, o cachorro estava com ferimentos no focinho, na barriga e perto do rabo. Ainda segundo os bombeiros, ninguém se apresentou como dono do cão.

O animal foi levado para um abrigo de cães, em Ricardo de Albuquerque, no subúrbio do Rio, onde receberá tratamento. Quando voltar do abrigo, o bichinho já tem um lar para morar, ao menos, é o que garante o vigilante Avelar.

“Eu conversei com os bombeiros e me prontifiquei a ficar com o cachorro, mas pedi que antes ele fosse levado para um centro de tratamento veterinário porque ele estava muito machucado. Eu e minha esposa ficamos comovidos com esse cão. A partir de agora o chamarei de Guerreiro”, comentou Avelar.

Guia de Raças: West Highland White Terrier

Oriundo da região montanhosa situada no Oeste da Escócia, ele deve ser uma variedade do Cairn Terrier de pelagem branca, que fiu selecionado no século XIX por uma familía de criadores, Malcolm de Poltalloch e depois pelo coronel Malcolm, que fixou a cor branca. O padrão foi estabelecido em 1906 pelo primeiro clube de raça. Tornou-se um modismo e atualmente é muito difundido.

 

Guia País de Origem: Grã-Bretanha, Escócia.

Cabeça: Redonda. Crânio ligeiramente arqueado. Stop marcado. A cana nasal vai diminuindo em direção ao nariz. Arcadas dos supercílios pesadas. Maxilares fortes.

Olhos: De tamanho médio, bem separados, não redondos, da cor mais escura possível.

Orelhas: Pequenas, retas, portadas firmemente, terminando pontiagudas.

Corpo: Compacto. Pescoço musculoso. Peito bem descido. Costelas bem arqueadas. Dorso reto. Lombo largo e forte. Parte traseira poderosa.

Membros: Curtos, musculosos, nervosos. Patas redondas, fortes.

Cauda: De um comprimento de 12,5 a 15 cm, revestida de um pêlo duro, sem franjas, o mais reta possível, portada alta mas sem ser empinada ou curvada sobre o dorso.

Pêlo: Duro, de um comprimento de aproximadamente 5 cm, sem caracóis. O subpêlo é curto, macio, cerrado.

Pelagem: Branca.

Tamanho: 28 cm.

Peso: De 6 a 8 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Rústico, vivo, corajoso, muito independente e teimoso, tem um temperamento forte. Extremamente afetuoso, alegre, amigo das crianças, é um companheiro agradável. É um bom guardião que avisa ao menor ruído suspeito. É um caçador temível de raposas, de texugos e de outros animais nocivos. Para ele se tornar um cão fácil, deverá ser-lhe dada educação firme.

Conselhos: Adapta-se bem á vida em apartamento desde que possa se beneficiar de longos passeios.Escovação diária. Para manter a brancura de sua pelagem, cuidados regulares são necessários. Toilettage (pet shop) inútil, exceto para os cães expostos.

Utilização: Caça, companhia.

Preço médio: Não encontrado.

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 138.