A equipe do Cão Cidadão explica o porque do treinamento continuado:
14 de julho de 2010
Equipe de Alexandre Rossi explica a importância do treinamento contínuo
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Raiva Canina
Definição
A raiva canina é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, causada por um RNA-vírus da família Rhabdoviridae do Gênero Lyssavirus, e acomete todas as espécies de mamíferos, inclusive o homem, principalmente pela mordedura de um animal infectado a um hospedeiro susceptível. O vírus se multiplica primeiro nos gânglios espinhais em seguida começa a se multiplicar no encéfalo.
Sintomas
A raiva canina é uma enfermidade infecto-contagiosa aguda, causada por um RNA-vírus da família Rhabdoviridae do Gênero Lyssavirus, e acomete todas as espécies de mamíferos, inclusive o homem, principalmente pela mordedura de um animal infectado a um hospedeiro susceptível. O vírus se multiplica primeiro nos gânglios espinhais em seguida começa a se multiplicar no encéfalo.
Sintomas
O animal vai começar a apresentar mudanças de comportamento como sialorréia, latido bitonal ou rouco, parando de comer e de beber água. A doença se caracteriza inicialmente por ansiedade, inquietude, desorientação, alucinações, comportamento bizarro e até convulsões.
Diagnóstico
Diagnóstico
Para diagnosticar a raiva, o veterinário deve colher e armazenar corretamente as amostras do animal suspeito e encaminhar para exame histológico do SNC, provas sorológicas e a identificação do vírus.
Modos de Infecção
O vírus da Raiva não atravessa a pele intacta, mas pode ser adquirido pelo contato através de mucosas íntegras. Em condições normais, desempenham o papel principal no contágio, a mordedura de um animal em outro ou de um animal no homem (BEER, 1999).
O vírus penetra com a saliva nos tecidos lesionados por mordeduras. Nos linfonodos espinhais ocorre a sua primeira multiplicação. Segue emigração centrípeta em direção ao encéfalo e depois de uma segunda fase de multiplicação, é produzida a difusão do vírus em direção centrífuga para a periferia por meio de vias nervosas chegando aos órgãos (BEER, 1999).
Modos de Infecção
O vírus da Raiva não atravessa a pele intacta, mas pode ser adquirido pelo contato através de mucosas íntegras. Em condições normais, desempenham o papel principal no contágio, a mordedura de um animal em outro ou de um animal no homem (BEER, 1999).
O vírus penetra com a saliva nos tecidos lesionados por mordeduras. Nos linfonodos espinhais ocorre a sua primeira multiplicação. Segue emigração centrípeta em direção ao encéfalo e depois de uma segunda fase de multiplicação, é produzida a difusão do vírus em direção centrífuga para a periferia por meio de vias nervosas chegando aos órgãos (BEER, 1999).
Tipos de Raiva
Fundamentalmente, há três tipos de Raiva nos animais domésticos: raiva furiosa, raiva paralítica e a Raiva muda ou atípica (CORRÊA & CORRÊA, 1992). Para assegurar a suspeita clínica de Raiva devemos recorrer, necessariamente, ao diagnóstico de laboratório. No animal sacrificado ou morto podem ser realizados os exames histológicos do Sistema Nervoso Central, provas sorológicas e a identificação do vírus (BEER, 1999).
Para o diagnóstico da Raiva deve ser enviada a cabeça do animal suspeito, o encéfalo inteiro ou fragmentos do tecido cerebral de ambos os hemisférios (córtex, cerebelo e o hipocampo) (TAKAOKA, 2006).
Prevenção
Segundo Schneider (1990), o controle de uma doença corresponde ao conjunto de medidas que se adota visando diminuir ou acabar com a ocorrência da mesma em uma região e isso inclui a vacinação dos cães e gatos anualmente. Na ocorrência de animais suspeitos deve-se informar o centro de zoonoses e o proprietário deve isolar o animal suspeito. Em caso de mordedura deve-se lavar imediatamente com água e sabão, procurando imediatamente um serviço médico. Não brincar e nem deixar o seu animal em contato com errantes.
Segundo Katz (1994), a campanha de vacinação deve ser bem planejada com a procedência da quantidade de animais, de doses, de equipes, de postos e de materiais que serão utilizados. Essas equipes devem ser previamente treinadas e a campanha devidamente informada à população.
Trabalho monográfico de conclusão do curso de Clínica Médica de Pequenos Animais (TCC).
Trabalho monográfico de conclusão do curso de Clínica Médica de Pequenos Animais (TCC).
Eduardo Lachi Fumagalli, 2006
Milionária chinesa paga cerca de R$ 1 milhão por um cão
A China hoje é lar de 825.000 milionários, o maior número da história, e consequentemente criou um mercado exclusivo de produtos de luxo para eles. Dentre os “acessórios indispensáveis” na vida do homem chinês rico, o jornal local Xinhua News destacou “uma bela e jovem esposa, uma Lamborghini e um Mastiff Tibetano, quanto maior e mais feroz, melhor.”
Uma milionária chinesa, pagou cerca de R$ 1 milhão por um cão da raça Mastiff Tibetano. O cachorro foi recepcionado por um comboio de 30 carros de luxos, incluindo seguranças, que foram receber o cão no aeroporto de Xi’na, provincia de Shaanxi-China.
A jovem milionária, conhecida como ‘Wang’, apaixounou-se pelo cão em uma viagem e não poupou esforços para comprá-lo. O cachorro é uma fêmea e foi batizado por sua dona como Rio Yangtze Número 2.
No Brasil, não existem criadores da raça, segundo informações da SOBRACI – Sociedade Brasileira de Cinofilia. Já, nos Estados Unidos, eles estão se tornando cada vez mais populares. Tratando-se de Rio Yangtze: ele pode ser considerado o cão mais caro do mundo!
Do Portal da Cinofilia
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O Mastiff tibetano é um cachorro enorme, com ossatura robusta. O corpo é ligeiramente mais longo do que alto. A cabeça ligeiramente enrugada é largo, pesado. Os dentes se encontram em uma tesoura ou torquês. O lábio superior cobre geralmente o lábio inferior. Os olhos são levemente oblíquos amendoados, conjunto de profundidade e de tamanho médio. As orelhas são pingente em forma de V, pendurado em frente perto da cabeça. O pescoço é musculoso e arqueado, com uma barbela (pele pendurada no em volta do pescoço) moderada. A barbela é mais proeminente nos machos que nas fêmeas. A linha superior é em nível. As penas da cauda é enrolada sobre o dorso. As pernas dianteiras são retas com franjas. Os pés são como gato e podem ter difusão entre os dedos. Quintos dedos podem ser removidos. A pelagem dupla é imensa e grossa com uma juba ao redor do pescoço e cabelo curto na cabeça. A cor da pelagem vem em tons preto, marrom, azul-cinzento, todos com manchas castanhas. Eles também podem ter manchas brancas. O Mastiff tibetano devem ser escovados regularmente.
O Mastiff tibetano é corajoso, destemido, ao mesmo tempo calmo e pensativo, muito fiéis à sua própria família. Tende a latir à noite, se for deixado de fora, mas vai ficar quieto dentro de casa. Eles são um bando excelente guardião e é feroz contra os lobos, leopardos ou qualquer presa que tente se aproximar de seu rebanho. Eles têm um forte desejo de agradar seus donos, são amorosos com as crianças, mas pode desconfiar e ser reservado com estranhos, se não forem adequadamente socializados.
O Mastiff tibetano é corajoso, destemido, ao mesmo tempo calmo e pensativo, muito fiéis à sua própria família. Tende a latir à noite, se for deixado de fora, mas vai ficar quieto dentro de casa. Eles são um bando excelente guardião e é feroz contra os lobos, leopardos ou qualquer presa que tente se aproximar de seu rebanho. Eles têm um forte desejo de agradar seus donos, são amorosos com as crianças, mas pode desconfiar e ser reservado com estranhos, se não forem adequadamente socializados.
ALTURA e PESO (média)
Altura: 61 a 71cm
Peso:64 a 78 kg
São propensos a displasia da anca, problemas de tireóide, doenças da pele e infecções de ouvido.
O Mastiff tibetano precisa ser levado em passeios diários. Tenha cuidado para que os ossos, músculos e articulações dos cães jovens não estejam sobrecarregados de trabalho durante a fase de crescimento, não exagerando o lado físico de sua vida. Além de uma atividade física, os “grandões” precisam caminhar diariamente para satisfazer o seu instinto de migração.
EXPECTATIVA DE VIDA
Cerca de 15 ou mais anos.
Cães coloridos são moda na China; custo pode chegar a R$ 530
Loja em Pequim que colore cães diz só usar tintura natural, que seria inofensiva aos animais
A última moda entre donos de cachorro da alta classe de Pequim são pinturas de corpo inteiro para os animais. O visual no corpo inteiro custa cerca o equivalente a R$ 530 - mais que o salário de um mês de um operário chinês.
Mas isso não impede que os emergentes da capital da China "transformem" os seus poodles em zebras, pandas ou até morangos.
No Ruowen Pet Spa, as opções incluem ainda: tartaruga, biquini e tigre.
A loja afirma só usar tintura natural, como batons, que seriam inofensivos aos animais, mesmo se ingeridos.
Mas alguns veterinários alertam para os riscos para a pele dos cães, que é três vezes mais fina que a humana.
13 de julho de 2010
Cachorro dispara arma e acerta nádega do dono
Do R7
Homem foi socorrido e operado às pressasUm grupo de quatro amigos resolveu caçar porcos em uma região próxima a Auckland, na Nova Zelândia. Na volta, um dos caçadores estava sentado no banco traseiro do carro ao lado de um rifle calibre 22 quando seu cachorro saltou para dentro do veículo e acidentalmente disparou a arma.
O tiro atingiu a nádega esquerda do homem que teve de ser socorrido às pressas. Reclamando muito das dores que sentia, foi levado de helicóptero para o hospital mais próximo para ser operado.
Segundo relato de amigos, eles pensaram que a arma estava descarregada, mas ainda restavam cinco "balas" a serem disparadas.
Adoção de vira-latas pode indicar uma volta à singeleza
Mallo o cão vira-lata salvou duas crianças
Marina Gold/Especial para Terra
Duas notícias recentes dão o que pensar. Em Miami, após a morte de sua dona, a chiuaua Conchita aparecia como herdeira de uma verdadeira fortuna de milhões e milhões de dólares. A apresentadora Oprah Winfrey, uma das mais querida
s personalidades da TV americana, declarada apaixonada por animais, também mantém cães em seu testamento bonificados, diga-se, com cifras polpudas.
Seguramente poderíamos aprofundar e detalhar a reflexão sobre o assunto. Espiritualidade dos animais parece ser tema dos mais instigantes, como já se compreendia na Civilização do Egito Antigo. Contudo, a perspectiva do consumismo desenfreado ligado aos pets parece ser exagerado e um tanto quanto despropositado. Melhor olhar para outro lado e ampliar nossos horizontes. Assim, a notícia seguinte me parece bem mais alegre e entusiasmada.
Semana passada uma destacada revista dominical (de gigantesca tiragem) trazia na capa uma simpática cadelinha vira-lata, de orelhas erguidas, atenta, nos mirando com ar amistoso. Ao lado da foto, a chamada jornalística: "o eleito". Pesquisa séria coordenada por um instituto igualmente sério apontava o cãozinho sem raça e sem pedigree como o preferido dos paulistanos. Nessa imensa metrópole na qual 37% das casas têm cachorro, a esmagadora maioria deles são vira-latas.
Que bom. Em tempos de lobo feroz, nada melhor do que a simplicidade fiel dessas belezuras. Sempre tranquilos, atentos, muitas vezes sobreviventes das ruas, não ligam por aparecerem nos dicionários como "sem classe" e "sem pureza". São dedicados companheiros e, como se viu, ainda podem conquistar até os mais gelados corações humanos.
Mais surpresos ainda ficaremos ao lembrarmos que, por tradição, São Paulo é conhecida como uma cidade da ganância, gostemos ou não. O que principalmente move toda a gente que por aqui se estabelece é a "força da grana", como disse Caetano Veloso (baiano, um pouquinho paulistano de adoção). Se a mais ambiciosa experiência existencial em termos de aglomerado humano nesse país indica não o rottweiller ou o pit-bull (bons para guarda e segurança), mas a pacífica inteligência da mistura de raças como seu cão símbolo, resta esperança de tudo o que é singelo ser valorizado como deve, de todas as pessoas encontrarem seu lugar - tanto aqui no plano da matéria, bem como nas esferas mais elevadas da depuração cósmica.
O SRD (sem raça definida) é um cão que se adapta facilmente; competente, equilibrado, hábil, esperto, divertido e resistente. Sua psicologia é dócil e pouco previsível - o que faz com que seja um amigão pronto a surpreender das formas mais inventivas e inesperadas. Nesses dias meio desesperados, vazios e exagerados, de salão de beleza para cães, rações especiais (até restaurante especializado há!), roupas caras, acessórios exclusivos, luxos de couro e diamantes, hotéis e terapia canina, prefiro a alma sem enfeites do vira-lata - ele sim, com um a abanadinha de rabo, verdadeira celebridade dessa nossa grande cidade.
* Para Bonnie e Kissy, divertidas, fieis e quase humanas. Em memória.
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