Cada vez mais pessoas recorrem
aos famosos “hotelzinhos” para deixar seus pets quando viajam. Geralmente,
estes locais são dos mesmos proprietários de clínicas veterinárias, pet shops ou canis, e têm
experiência com cães e gatos. Mas como o ramo pet tem crescido muito, nem
sempre o estabelecimento é preparado
para a importante missão a que se presta. O estudante Bruno Cirillo sabe bem
disso. Há alguns anos, sua família deixou o poodle Doug em um hotel do bairro
para viajar. Quando voltaram, foram informados pela dona do hotel que o animal
havia fugido. “O pior é que não sabemos se a fuga foi mesmo de verdade”, diz
Bruno. Até hoje a família suspeita que o animal tenha morrido e a dona do estabelecimento não quis assumir a
responsabilidade.
16 de julho de 2010
Escolhendo o melhor hotel para o cachorro nas férias
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15 de julho de 2010
Avanço no tratamento de câncer em cachorro
Do portal da Cinofilia
Depois de um desenvolvimento significativo da medicina veterinária canina e principalmente dos meios de investigação (scanner, ecografia), os conhecimentos em oncologia animal progrediram muito para chegarem a um grau equivalente ao da medicina humana. Particularmente, do ponto de vista anatomopatológico, as técnicas de diagnósticos se afinaram e o laboratório é capaz de definir o caráter histológico preciso de um tumor e o seu grau de agressividade (“grading”) o que permite adaptar a escolha das terapias e principalmente dar um prognóstico ao problema.
Segundo a medicina veterinária, a idade média do aparecimento do câncer no cão é entre os 6 a 10 anos, na maioria das vezes, são as fêmeas que manifestam esta patologia, o que se explica facilmente pela importância muito grande dos tumores mamários na cadela, tendo em vista que são os tumores mais fáceis de operar.
De acordo com a SOBRACI – Sociedade Brasileira de Cinofilia – as raças mais predispostas ao câncer, são os Poodle, Pastor Alemão, Bóxer, Cocker, Teckel e, em seguida, os Spaniel Bretão, Setter, Yorkshire e Fox Terrier.
No que diz respeito ao tipo de tumor, os tumores mamários são amplamente predominantes, depois vêm os tumores cutâneos, os tumores dos tecidos mesenquimatosos e por fim os tumores do aparelho genital masculino, da boca e do sistema hemolinfopoiético.
Algumas raças são predispostas a determinados tipos de tumores, é o caso das raças dolicocéfalas (predisposição aos tumores das cavidades nasais), das raças de grande porte (predisposição aos tumores do esqueleto), dos Bóxers (predisposição aos tumores cutâneos) e dos Chow-Chow e Scottish Terrier, predispostas aos tumores da cavidade bucal de tipo melanoma”, informa Eduardo Freire, cinófilo e superintendente da SOBRACI.
A identificação do câncer pode ser muito fácil (este é o caso quando se está diante de um tumor cutâneo bem visível) ou necessitar de exames complementares sofisticados quando o processo tumoral não é identificado imediatamente.
De qualquer forma, diante de qualquer processo canceroso, convém: localizar o processo tumoral, realizar um balanço de extensão do câncer e identificar a natureza histológica do tumor e o seu grau de agressividade, a fim de propor um tratamento perfeitamente adaptado e principalmente um prognóstico permitindo quantificar-se possível a esperança de vida do cão.
Deve-se pensar em câncer diante do aparecimento de lesões ou de massas cutâneas que evoluem rapidamente, sintomas gerais que resistem a terapeuta clássica (vômitos, diarréias), um emagrecimento rápido sem razão aparente ou assim que se observam modificações de forma ou de tamanho de determinadas estruturas.
Em função dos sintomas observados, o veterinário vai se orientar para um certo tipo de investigação (radiografias pulmonares, em caso de anomalias respiratórias, ecografia abdominal quando de palpações de uma massa abdominal, coleta de sangue para explorar perturbações metabólicas).
Uma vez localizado o processo canceroso, a etapa seguinte consiste em realizar um balanço da extensão local do tumor (relação com os tecidos e as estruturas que o envolvem), a sua extensão regional (afetação dos gânglios que drenam a região em questão) e a sua extensão geral a distância (metástases). A aquisição e as novas técnicas de imagens, como o scanner ou a cintilografia por exemplo, permitem realizar um balanço da extensão extremamente preciso. Pode-se assim chegar a uma classificação clínica de tumores idêntica à àquela utilizada para o homem.
Tratamento do Câncer em cachorros
Uma vez estabelecido o diagnóstico do câncer, a decisão de tratá-lo é tomada com o dono em função do prognóstico e do conforto da vida animal. O objetivo é o de ser curativo na medida do possível, e paliativo caso se deseje simplesmente prolongar a vida do cão em boas condições.
O tratamento do câncer em cães pode ser: por cirurgia, radiotepapia, quimioterapia. Tudo vai depender da natureza histológica do tumor e da sua localização – por exemplo será proposta a radioterapia de certos tumores cerebrais não operáveis, a quimioterapia para câncer sistêmico como o linfossarcoma.
A quimioterapia consiste na administração de substâncias que alteram a multiplicação e o funcionamento das células e vão agindo diretamente no tumor. Essas substâncias vão ter efeitos secundários nas células em replicação no organismo (como a medula óssea produtora de glóbulos vermelhos, por exemplo) e levar a uma síndrome anêmica.
A radioterapia utiliza os efeitos físicos da radiação na matéria, esses efeitos levam a efeitos biológicos resultando à morte celular. O objetivo de uma radiação é duplo: a morte das células cancerosas e a proteção das células em torno.
Podemos ser levados a combinar diferentes tratamentos para uma maior eficácia.
Segundo estudos, contrariamente ao que geralmente se pensa, a quimioterapia não faz com que o cão perca todos os seus pêlos e não o torna sistematicamente doente, é até melhor suportada pelo cão do que pelo homem.
A medicina veterinária não se encontra desarmada diante do câncer no cão, e de fato, medicina humana e veterinária trabalham em colaboração em centros especializados a fim de desenvolver novos tratamentos.
Redação Portal da Cinofilia
São Paulo-SP
Segurança é condenado a 2 anos de prisão por morte de pitbull em SP
Filhote de Pitbull
SÃO PAULO - Um segurança de Ribeirão Preto, cidade a 319 quilômetros da capital, foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto por matar um cachorro da raça Pitbull, em 2009. O segurança havia recorrido ao Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo, mas a pena foi mantida - a corte só diminuiu a multa que ele terá que pagar, de dois para um salário mínimo.
A decisão do TJ ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O segurança matou o Pit Bull com um tiro, depois do animal ter atacado o cachorro da família, da raça pincher, dentro do quintal da casa dele. A reportagem tentou falar com o segurança e também com o advogado dele, mas nenhum deles atendeu o telefone.
14 de julho de 2010
Dieta animal: escolha a ração certa para seu pet
por Margarida Telles
Carne, frango, salmão e ovelha, com vegetais ou cereais. As opções nas prateleiras das pet shops são tantas que, na hora de escolher a melhor comida para seu cão ou gato, o consumidor muitas vezes fica confuso com o número de alternativas disponível. Se antes os únicos elementos a considerar eram o preço e a idade do animal, hoje a situação é outra.
Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos Pet, apenas em 2009, foram gastos com o segmento mais de R$ 6 bilhões. Na Cobasi, loja especializada em produtos para animais, são encontradas cerca de 30 marcas de ração para cães e 20 para gatos. “Tivemos um aumento de fornecedores nacionais e multinacionais no setor”, afirma Carla Storino, veterinária e analista de marketing da loja. Entre as muitas opções oferecidas, a marca brasileira Premier Pet, no mercado há 15 anos, aposta nas rações premium e superpremium, com maior valor nutricional – e preço mais salgado. “Temos rações para cães e gatos com estilos de vida, idades, pesos e até mesmo raças diferentes”, afirma Keila Regina de Godoy, veterinária e representante da empresa. Mesmo com tanta variedade, o americano Mark Poveromo, autor do livro sobre nutrição canina To Your Dog´s Health (Para a Saúde de seu Cachorro, ainda sem tradução para o português), defende que nem sempre animais da mesma raça ou idade têm necessidades semelhantes. “Cães e gatos não são todos iguais, assim como nós humanos não o somos”, diz. Para o autor, não basta pegar um saco de ração para adultos no supermercado apenas porque seu cão é adulto. “Embora isso possa funcionar para a maioria dos animais, alguns cachorros precisam de dietas específicas, que devem ser baseadas em seu histórico veterinário.”
Como saber se a alimentação de seu animal não funciona bem para ele? “O pêlo e a pele possuem alta dinâmica metabólica. Se apresentam coloração inadequada ou escamação, o animal pode ter problemas nutricionais”, afirma Aulus Carciofi, professor da Unesp e diretor do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal. “Cães e gatos com problemas de coração, doenças hepáticas ou renais devem combinar o tratamento indicado pelo veterinário com rações terapêuticas, que dão qualidade de vida para o animal doente.”
A arquiteta Laura Sobral sabe como é ter um cão com hábitos alimentares específicos. A cadela de três anos Zulu não demonstra muito entusiasmo para comer ração. “Nós tentamos umas cinco marcas até encontrarmos uma que ela gostasse”, diz Laura. “Nunca vi uma vira-lata tão fresca.” Nesses casos, as rações úmidas podem ser uma solução. “Mas precisam ser oferecidas em maior quantidade, por terem mais água na fórmula”, afirma a zootecnista Kelen Zavarize, especializada em nutrição e alimentação animal.
Alguns preferem resolver o problema fazendo em casa a comida dos próprios pets. A dentista Mônica Simon assumiu a dieta de seus cães há muitos anos, com base nas orientações de um veterinário. “Hoje, meus dachshunds Christian, de 14 anos, e Tasse, de 13, comem uma combinação de arroz, carne, frango e legumes. Os dois já são bem velhinhos, mas gozam de perfeita saúde”, diz Mônica. “Produzir o alimento dos animais não é para qualquer pessoa”, afirma Aulus. “Não vale fazer a comida para a família e guardar um pouco para os animais. É preciso cozinhar para eles.”
Maringá se mobiliza para conter abondono de cães
O Diário.com
Fezes de animais podem causar danos a saúde
Problema já conhecido de Maringá e de vários outros municípios brasileiros, o abandono de animais domésticos na rua também vem acontecendo em Paiçandu.
Embora não haja estatísticas sobre o número de cães circulantes, a cidade deve discutir a criação de um projeto de lei até então inédito em Paiçandu, que visa estimular a conscientização sobre a posse responsável e sobre os malefícios gerados pelo ato de abandonar animais nas ruas.
O abandono de animais, além de ser um ato criminoso (se enquadra como crime de maus tratos) e cruel, é uma questão de saúde pública, pois trás diversas consequências para a população, que está sujeita a contrair doenças transmissíveis, principalmente, pelo contato com a fezes desses animais, como a leptospirose.
Há ainda o risco de mordeduras, o que também pode acarretar em contágio por raiva, caso o animal não esteja devidamente vacinado.
A vereadora Eliana Fuzari, pretende levar a discussão para a Câmara, através de um projeto de lei que cria o Programa Municipal de Zoonoses e Natalidade, para que a população tenha consciência dos problemas que essas doenças podem ocasionar.
O projeto ainda vai propor uma parceria entre as secretarias de Saúde e de Educação para viabilização da Semana da Campanha Educacional da Conscientização e Mobilização Pública, a ser realizada nos meses de agosto.
"Tem sempre aquela história que agosto é o mês do cachorro louco. Foi por isso que pensei em estipular a semana de conscientização neste mês", explica ela.
Para conseguir conscientizar toda a população, diz pretender contar com o apoio de instituições de ensino da região que possam oferecer estrutura relacionada à medicina veterinária, com hospitais e profissionais da áre.
Dicas para garantir a saúde e o bem estar do cão
Portal da Cinofilia

Ter a companhia de um cão é ótimo! Fiéis companheiros, os nossos amigos de 4 patas não poupam alegria para nos receber, brincar e oferecer muito carinho. Mas, para fazer tudo isso, precisam estar saudáveis e limpos. Abaixo os 7 cuidados para esta higiene:
1. Limpe bem suas orelhas
Para prevenir a otite (inflamação no canal auditivo canino), você deve remover os pêlos que ficam no ouvido do cão pelo menos a cada 30 dias. Além disso, deve fazer a limpeza do excesso de cera a cada 7 dias, com soluções vendidas em lojas especializadas para produtos de cachorros (Pet Shops), e colocar um protetor auricular ou uma bolinha de algodão bem firme na hora de banhá-lo.
2. Mantenha o bumbum cheiroso
As fezes que ficam grudadas na região dos pêlos do rabo podem disseminar doenças de pele, verminoses, carrapatos, pulgas, que podem deixar o cão anêmico. Então, faça a tosa higiênica uma vez por mês para diminuir os pêlos do bumbum e da barriga.
3. Fique de olho no pet shop
Na tosa, a tesoura e a lâmina devem estar totalmente desinfetadas, limpas e em bom estado.
A escova não deve ter pêlo nenhum. Fungos escondidos ali causam micoses.
A temperatura do secador deve ser morna. Fria pode causar gripe e quente, queimadura.
O secador deve ficar a 30 cm de distância e não deve apontar para a região dos olhos do cachorro. O vento forte pode causar o ressecamento da córnea.
4. Corte as unhas das patinhas
É preciso ter alicate canino e gel hemostático (encontrado em pet shops). Caso sangre, passe o gel na hora. Tome cuidado com cortes muito rentes. Se não sentir segurança, peça a um especialista.
Atualmente, as rações estão cada vez mais elaboradas e nutritivas. Depois da refeição, lave e seque bem a sua tigela de refeição. A umidade poderá ocasionar bactérias e fungos e são difíceis de ser curadas.
6. Deixe a caminha em ordem
Capriche na limpeza da caminha do seu cão. A sugestão é lavá-la semanalmente com água e sabão ou produtos a base de armonia quartenária.
7. Mande-o já para o banho
Cada cachorro tem a sua necessidade. Aqueles que vivem em quintais sujam mais do que os outros que vivem em apartamento. Em geral, a média é lavá-los com intervalos de sete a quinze dias.
Adestramento: Cão que rouba comida (video Dr.Pet)
Dr. Pet ajuda a familia que tem esse problema confira:
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