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14 de agosto de 2010

Cães aguardam adoção no Centro de Vigilância Ambiental de PERNAMBUCO

Pelo menos duas cadelas e suas crias estão disponíveis para adoção no Centro de Vigilância Ambientall (CVA), no bairro de Peixinhos, em Olinda. De acordo com a enfermeira Etelvina Tedim, do Movimento de Proteção Colina, através de um e-mail, ela ficou sabendo ontem da existência desses cães e que eles seriam sacrificados na próxima segunda-feira. “Consegui uma pessoa para adotar e ela levou um dos cães, mas existem outros lá. Precisamos nos mobilizar”, diz.

Um funcionário do CVA informou esta manhã que outras duas cadelas devem ficar em observação por um prazo de dez dias, porque demonstraram comportamento violento. A Prefeitura do Recife disponibiliza na internet a foto dos animais que se encontram no CVA e o prazo para que eles sejam adotados. Os interessados podem se dirigir ao centro (Rua Antônio da Costa Azevedo, 1135, Peixinhos), de segunda a sexta-feira, das 8h às11h30 e das 14h às16h30.

O futuro dono tem que assinar um termo de responsabilidade, se comprometendo a não abandonar o cachorro na rua e a devolver o cão ao CVA, caso não queira mais ficar com ele. O cão sai do local vacinado contra a raiva.


De acordo com a legislação municipal, como diz o site da Prefeitura, a ausência de doação ou resgate resulta na eutanásia, com “o mínimo de sofrimento dos animais”, após três dias da data de apreensão no caso de cães e gatos, e no caso dos demais animais em cinco dias após a data de apreensão. Isso é o que determina o art. 131 do Código Municipal de Saúde (Lei nº 16.004, de 20 de janeiro de 1995).

Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Depois da GOL, TAM também proíbe embarque de raças como Buldogue

Viaje com tranquilidade


Assim como a GOL, TAM também teve um episodio lamentável no envio de um cão da raça Pug, onde o mesmo faleceu nesse embarque. Com isso, ela sofreu um processo do tutor desse cão.
A companhia aérea TAM não está mais permitindo - em todos os seus vôos tanto internacionais como nacionais – o embarque de cães da raça Buldogue Inglês e Pug com menos de 3 meses de vida. Já, tratando de outros cães com a idade inferior a 3 meses, o embarque é permitdo, mas deverá ser meramente de responsabilidade de um médico veterinário que deverá fazer uma declaração por escrito, onde terá que constar que, se, por acaso o animal vier a óbito a culpa não é da empresa prestadora do serviço e, sim, dele.



Em todos os casos, além da declaração para cães com menos de três meses de vida, há necessidade de um atestado de saúde do cachorro e a vacinação deverá estar em dia.



Os cães da raça Buldogue Inglês e Pug possuem focinho curto. Em decorrência disso a respiração destes indivíduos é ofegante. Em altas altitudes o perigo é maior para cães com essas características.

Fonte: Portal da Cinofilia

Comentario de um leitor o Jornal GAZETA DE PIRACICABA

Do leitor

O caso do pit bull Sansão, enfocado com muito profissionalismo e competência pela Gazeta, é apenas um entre milhares que existem por aí. Qualquer animal, gato ou cachorro, é um ser vivo e deve ser tratado com carinho, atenção e amor. Quem tem um cão tem a responsabilidade sobre a vida dele. Não é o que vinha ocorrendo com o Sansão, abandonado, ele estava a caminho da morte, uma morte dolorida, com fome, dor e frio. Belo trabalho da ONG Vira Lata Vira Vida que acolheu o animal e providenciou todas as medidas para a sua recuperação. Deus os ajude ainda mais!
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Censato

11 de agosto de 2010

Saiba qual é o tipo de coleira ideal para o seu cãozinho


O video abaixo mostra como escolher melhor o tipo de coleira para o seu cachorro!

Jaú sai na frente e aprova clínica veterinária pública

Igreja de Jaú


A população de Jaú (47 quilômetros de Bauru) vai ganhar uma clínica veterinária municipal. O projeto de autoria do vereador Tito Coló Neto (PSDB) foi aprovado por unanimidade pelo legislativo. Falta o aval do executivo para ser implantado. A previsão é de que até setembro os cães e gatos sejam atendidos por dois veterinários concursados pela prefeitura.

A clínica é um anseio da população que não economizou esforços para pressionar o legislativo para aprovar o projeto. A criação beneficia diretamente os moradores de baixa renda que possuem animais de pequenos porte, cães e gatos e não conseguem manter os gastos com o tratamento dos animais. Indiretamente, atende toda a população que ficará livre de animais doentes que muitas vezes servem de hospedeiros de doenças transmitidas ao homem.

Para que o animal seja atendido gratuitamente na clínica, o dono dele terá que comprovar renda familiar igual ou inferior a três salários mínimos, estar regularmente cadastrado, fazer o cadastro do animal e comprovar a residência no município. Na clínica, os animais de pequeno porte poderão ser castrados, vacinados e ainda serem submetidos a partos e atendimento clínicos.

No projeto constam ainda autorização para fazer convênios entre o município, organizações não governamentais e instituições de ensino de medicina veterinária. Campanhas de saúde animal assim como a posse responsável deverão ser motivos de campanhas a serem desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde.

O autor do projeto enfatiza que a clínica municipal vai atender com dignidade os animais de famílias menos abastadas. “O custo das clínicas particulares inviabiliza o tratamento de muitos animais de estimação. Muitas deixam de tratar o cão ou gato em função do custo. Eu tive a ideia depois que conheci o hospital veterinário modelo de Guarulhos.”

Com a ideia na cabeça e um pouquinho de sorte, o vereador conseguiu ter êxito na empreitada. “Eu ganhei uma clínica completa de um veterinário de Jaú que deixou a profissão para ser empresário. Isso facilitou muito a aprovação do projeto. Não vai gerar despesas aos cofres públicos.”


Lençóis Paulista pretende castrar cachorros sem dono

Lençóis Paulista (43 quilômetros de Bauru) possui um canil para onde são levados os animais de pequeno porte errantes. A intenção era implantar este ano, a castração de animais errantes machos, mas no meio do caminho, o local foi furtado e os planos foram adiados por conta disso.

O veterinário do município Fábio Marcel Valese Luiz Ferreira explica que a verba que seria destinada à adequação do canil para as cirurgias estão sendo empenhadas na recuperação do local. “Tivemos que comprar outros equipamentos porque os nossos foram subtraídos.”

Mas a ideia continua, porém sem prazo para execução. “A ideia futura é assumir a castração dos machos, porque a das fêmeas exige muito cuidado. Há uma demanda muito grande e hoje o serviço é realizado em parceria com uma associação de proteção aos animais em clínicas particulares a um custo mais baixo para os moradores de baixa renda.”

Mensalmente são realizadas de 60 a 80 castrações. “A parceria com a associação, que ainda está engatinhando, dividiria a prestação de serviço à comunidade lençoense. “O canil cuidaria da parte de zoonoses e castração de animais machos e a associação ficaria com a castração das fêmeas. Para isso é necessário montar uma sala cirúrgica.”

O projeto prevê a seleção dos donos de animais que serão beneficiados. “A demanda é grande e a partir do momento que passarmos a oferecer o serviço vai crescer mais ainda. Vamos ter que fazer uma seleção. Tínhamos uma programação para entrar fazendo o serviço este ano, mas o furto atrapalhou.”

Uma lei municipal garante o controle de zoonoses, a recolha de animal doente, a coleta de sangue para exames de leishmaniose, coleta de material para diagnóstico de raiva, doentes que colocam em risco à saúde da população. “No ano passado fizemos um inquérito sanitário numa área do município. Não teve prevalência de 2% para ser considerada com transmissão canina, mas chegou próximo, a gente enquadrou para não ter problema futuramente.”


60 animais são retirados das ruas de Lençóis

Todos os meses uma média de 60 cães são retirados das ruas de Lençóis Paulista, uma média de três ao dia.

“Animais em estado que a população deixa passar do ponto e poucos são reversíveis. Isso acontece especialmente com os donos de animais que fazem parte da população de baixa renda. Eles não levam o animal para atendimento em função dos custos. Se o animal estiver doente, mesmo tendo dono, nós recolhemos”, avisa o veterinário.

Se o animal estiver sadio, mas o dono vai mudar e precisa doar o animal, ele é encaminhado para a associação que faz a doação. “Em julho colocamos 16 cachorros para doação, 15 foram adotados. Eles são doados depois de vacinados e vermifugados. Se forem filhotes, o dono se compromete a trazê-los para castração posterior a um custo menor, dividido em várias vezes.”


Local para clínica passa por reforma

O prédio que abrigará a clínica municipal de Jaú passa por adaptações. Localizado na rua Amaral Gurgel ao lado do Grêmio Paulista, ele tem acesso fácil de toda a população. Os dois veterinários já foram aprovados em concurso, ressalta o vereador Tito Coló Neto (PSDB). “Inicialmente, vai funcionar oito horas por dia. O prédio foi locado por R$ 1 mil e passa por reformas para acolher a clínica.”


Rede de voluntários acolhe cães errantes em Barra Bonita

A Associação dos Amigos de São Francisco de Assis (AASFA) envolveu a população para cuidar dos animais errantes. A estratégia é ter em cada bairro ou região da cidade uma pessoa favorável à causa. No momento que surge um cão ou gato doente ou atropelado naquela área da cidade, a associação faz o atendimento no local e encaminha para esse voluntário que cuida até o animal se restabelecer.

Marcelo Witt explica que além dos voluntários sazonais, a associação juntamente com a prefeitura mantém quatro abrigos, todos particulares. “São casas de voluntários que se propõem a ajudar. Temos uma veterinária para atender e castrar os animais, além da rede que acolhe a causa.”

Witt enfatiza que o trabalho é feito nas ruas. “Assim atendemos mais animais e facilmente encaminhamos para os nossos contatos. São recolhidos mensalmente das ruas da cidade de cinco a dez animais, a maioria são cachorros.”

As fêmeas são encaminhadas para castração para diminuir a população canina. “Recolhemos animais atropelados sem dono e alguns doentes em estado terminal. As pessoas procuram a prefeitura que encaminha as solicitações para nós.”

Cada caso é analisado individualmente, comenta Witt. “Eu recolho os animais com meu carro e, após serem medicados, eles são encaminhados para os voluntários ou abrigos. São colocados para doação quando estão recuperados. Nosso convênio com a prefeitura garante a alimentação e medicamento.”

A prefeitura não tem canil, mas há um local batizado de abrigo que eles disponibilizam para recolher os animais. “Para arrumar um dono para um animal, a associação conta com o apoio dos meios de comunicação. Divulgamos em rádio e jornais.”

Fonte: Jc Net

SP vira polo exportador de cães de raças raras

Chow Chow, Uma das raças exportadas


Canis mandam para outros Estados e países animais que valem até R$ 5 mil

Para quem gosta de cachorro, não é qualquer um que basta. Tem de ser o mais bonito, o mais esperto, o mais fofinho e, de preferência, o exclusivo. Alguns canis em São Paulo se especializaram em criar raças raras, ou pelo menos diferenciadas, para atender a demandas do Norte, Nordeste e até de fora do País. Os cachorrinhos, que já nascem com a data da viagem marcada, são "tipo exportação".
Papillon, saluki, chow chow e samoieda são algumas das raças de luxo mais procuradas por quem é de fora. O cirurgião Marcelo Guedes, de João Pessoa, orgulha-se de ser o único da cidade a ter um papillon. "Talvez o único do Nordeste!", diz ele, que "importou" o cachorro de um canil paulista, o Salatino. "Existe a cultura do "comprei em São Paulo". Eles querem ter um cão de qualidade que ninguém mais tem", diz Rochester Oliveira, proprietário do Salatino.

Rochester é um dos criadores de São Paulo que mandam pelo menos um cachorro por semana para fora do Estado e tem clientela cativa no Canadá, nos Estados Unidos e no Chile. Alessandra Raus, do canil Dirraus, orgulha-se de vender 90% da sua criação para o Norte e o Nordeste do País e alguns países da Europa. "Nosso público é gente que entende de cães e não encontra bons criadores onde mora. Eles pesquisam antes de comprar."


Como nem todo mundo pode viajar para ver de perto o filhote, o processo de escolha do cão perfeito é todo online. Os canis costumam trabalhar com reservas, que são feitas antes mesmo de o filhote nascer. "O futuro dono acompanha tudo pela internet. Quando sai a ninhada, a gente mostra na webcam, manda foto por e-mail ", diz Priscila Fernandes, do canil Chivas Small. "A expectativa do outro lado é enorme. É como esperar um filho."

O "filho" da arquiteta pernambucana Tatiana Campioni não só foi esperado, mas idealizado. Ela viu o cachorro dos sonhos em um filme e saiu do cinema decidida a ter um igual. "Nem sabia qual era a raça. Quando pesquisei, descobri que era um samoieda e vendia em São Paulo", diz Tatiana, que mora no Recife.

Preços. A clientela sabe que ter o bicho de estimação que ninguém tem custa caro. Um exemplar da raça papillon - são menos de 200 da espécie no Brasil - sai por R$ 5 mil. "É como ter uma bolsa de grife", diz Rochester Oliveira. Um chow chow e um samoieda custam entre R$1,5 mil e R$ 2 mil. E ainda tem o frete, entre R$ 200 e R$ 1 mil, dependendo do peso do cachorro e o destino. "Não adianta economizar no transporte, senão o animal não chega lá saudável", afirma Diogo Ortiz, do canil Little Crystal.

Os animais precisam hoje de uma série de documentos para embarcar (veja acima). Em breve, a papelada deve ser substituída pelo passaporte animal, uma proposta do Ministério da Agricultura prevista para entrar em vigor até o fim do ano. Ele terá especificações de cor, raça, sexo e idade do bicho, além de nome e endereço do dono.

REGRAS DE EMBARQUE

Idade
O animal precisa ter, no mínimo, 45 dias de vida para viajar em voo doméstico. Para viagens internacionais, a idade mínima de 90 dias é recomendável

Documentação
A viagem só é feita com a Guia de Trânsito Animal (GTA), com informações sobre a saúde animal certificadas por um veterinário. A GTA pode ser emitida no site do Ministério da Agricultura (www.agricultura.gov.br)


Vacinação
A primeira dose da vacina V8 (contra cinomose, adenovirus, parainfluenza, parvovirose, coranavirose e leptospirose caninas) é obrigatória. Depois do terceiro mês de vida, é exigida também a vacina antirrábica

Internacional
Para viagens ao exterior, é preciso checar as regras do país de destino. Estados Unidos e Canadá, por exemplo, exigem exame sorológico do cachorro

Serviço



CANIL SALATINO (11) 4616-3859; WWW.SALATINO.COM.BR CANIL DIRRAUS (11) 9206-7434; WWW.CANILDIRRAUS.COM.BR CHIVAS SMALL (11) 4419-2138
LITTLE CRYSTAL (11) 9788-1918



Fonte: ESTADÃO





Moradores fazem fila para adotar cães encontrados em situação precária

35 Cachorros, alguns de raças nobres, foram encontrados em uma casa no bairro Santa Maria



O canil de Alfenas, no Sul de Minas, já recebeu ligações de pelo menos 50 pessoas interessadas em adotar os cachorros que foram apreendidos na tarde de segunda-feira (9) em uma casa no bairro Santa Maria. Os cães só serão doados para a população depois que forem liberados por veterinários e pelo Ministério Público.

Dentro da casa, 35 cachorros viviam em situação precária, em meio a fezes e muita sujeira. Entre eles estava um cão morto, já em estado de decomposição. Depois de denúncias anônimas de vizinhos, incomodados com o mau cheiro, a Vigilância Sanitária de Alfenas teve que pedir apoio da Polícia Militar para invadir o imóvel.

Os animais teriam sido deixados na casa, que tinha uma espécia de canil, por uma mulher conhecida como "Jaqueline". Eles já estariam abandonados há 5 dias. Entre os cachorros, todos de pequeno porte, haviam animais de raças como Lulu Pomerania, York Shire, Lhasa e Shih-tzu. Filhotes de cachorros como esses chegam a valer R$ 2 mil. Na hora em que os policiais chegaram, a dona da casa não estava no imóvel.

O caso será repassado para a Promotoria e a investigação está a cargo da Polícia Civil. A dona dos animais poderá responder pelo crime de maus tratos. Segundo a Vigilância Sanitária, ela já procurou a prefeitura para reaver os bichos.


Fonte: EPTV