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24 de agosto de 2010

Poodle paraplégico jogado em córrego, em SP, precisa de um novo lar



Covardia: Por Favor quem quiser ajudar entre em contato com endereço de e-mail abaixo!

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Maria de Lourdes Seno
lourdes.seno@hotmail.com

Hoje (24) pela manhã, fui avisada desse coitadinho que chorava dentro desse buraco, não sei quanto tempo estava ali, por sorte, meu amigo passou próximo e ouviu um choro, pensou que era filhote que poderia ter caído.


Mas infelizmente constatamos que é só mais uma maldade humana. O pobrezinho é paraplégico e foi jogado de propósito para morrer a míngua no sol quente e frio a noite, pois não tinha como ele cair ali sozinho. Além disso, tem um lado do corpinho dele que está bem sujo, acredito de ficar deitado desse lado há muito tempo.
Levei-o até a clínica do Dr. Wilson, e o Dr. Lucas me atendeu. O poodle foi medicado, mas só fazendo exames para tentar saber o que aconteceu.

Não tenho como ficar com ele, nem condições financeiras, pois estou passando por dificuldades. Meus resgatados estão sem ração (comendo restos de comida de restaurante), pois tive que pagar a cirurgia do atropelado que socorri na semana passada. Até pedi ajuda pela internet, mas não tive retorno.

Por favor, peço que divulguem. Será que tem alguém que poderia ficar com ele, pois também não sei se vai sobreviver, ele não está comendo, só bebe água. Deixei-o provisoriamente na casa de minha amiga Lourdes Barão, onde já tenho mais 15 animais. Falei que seria por 2 dias, (o marido dela mostrou-se muito irritado com a situação), pois se não conseguir ajuda – infelizmente nem gosto de pensar nisso – mas terei que eutanasiá-lo, pois acredito que só Deus tem o direito de tirar uma vida dessa terra.

Quem puder adotá-lo, ou ajudar de alguma forma, entre em contato pelo telefone (11) 6798-1421.

Cão é resgatado de córrego na zona sul de SP




Um cão da raça american staffordshire terrier, que se parece com o pit bull, foi resgatado na tarde deste domingo, no Córrego do Ipiranga, no Parque da Independência, na zona sul de São Paulo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o animal era dócil e não tentou morder ninguém da corporação.

Segundo o internauta Raphael Zanetti, que presenciou o resgate, o animal chegou apenas a latir para ele, "porque estava bastante assustado, mas não se mostrou agressivo". O cão não apresentava sinais de maus tratos e a corporação não sabe como ele caiu no córrego.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o animal foi levado ao batalhão, localizado na região do Ipiranga, e ficou algumas horas no local, mas, como seu dono não apareceu para buscá-lo, ele foi solto em uma das ruas do bairro.

Segundo o Corpo de Bombeiros, este tipo de procedimento é adotado quando o animal não apresenta risco para a sociedade, não está machucado e não tem seu dono localizado.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, responsável pela administração do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), os animais somente são recolhidos para o local mediante denúncias de maus-tratos; quando são vítimas de acidentes (atropelamentos); ou quando são cães agressores e invasores de locais públicos, como escolas e hospitais

23 de agosto de 2010

Saúde Animal: Reações a Vacina!




Com essas crescente reações a vacina antirábica no Brasil procurei algumas informações num site dos EUA o Pet Place
Abaixo algumas dicas e informações sobre reações às vacinas

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Definição
Imunizações (ou vacinas) são destinados a estimular o sistema imunológico de modo a proteger o animal do agente infeccioso. No entanto, esse estímulo pode causar alguns sintomas menores. Seu animal pode reagir de imunizações em formas que vão desde dor no local da injeção para febre leve a reações alérgicas, que podem variar de leve a grave.

Leve
Reações leves incluem febre, apatia e perda de apetite. reações leves geralmente desaparecem sem tratamento.

Moderada
A urticária é uma reação vascular moderada da pele marcada por urticária ou pápulas e rápido inchaço e vermelhidão dos lábios, ao redor dos olhos e na região do pescoço. Costuma-se extremamente caçante. A urticária pode evoluir para anafilaxia, que é considerado risco de vida. A urticária é a reação mais comum em cães.

Grave
A reação mais grave é a anafilaxia, de repente, a resposta alérgica severa que produz dificuldade respiratória, colapso e morte possível. Os sintomas normalmente incluem o início súbito de vômitos, diarréia, cambaleante, queda brusca da pressão arterial, inchaço da laringe, levando à obstrução das vias aéreas (e incapacidade de respirar), convulsões e colapso cardiovascular ou morte. Esta reação é fatal para seu cão.

Ambos anafilaxia e urticária são reações que são acionados por meio de anticorpos que o sistema imunológico tem feito para uma parte da vacina e, geralmente, exige pelo menos uma exposição prévia à vacina. Os anticorpos causam células inflamatórias, como basófilos e mastócitos para liberar substâncias que causam a reação alérgica. O impacto sobre o cão pode ser uma ameaça à vida, mas se tratados com sucesso o prognóstico para a saúde a longo prazo é bom. reações leves geralmente desaparecem sem tratamento.

Diagnóstico
Não há nenhum teste de diagnóstico para anafilaxia ou urticária, mas um rápido exame físico irá mostrar sinais comuns de uma reação alérgica e a história irá revelar vacinação recente.

Tratamento
A anafilaxia é uma emergência extrema. Seu veterinário irá começar de suporte de vida imediato de emergência incluindo a criação de uma via aérea aberta, a administração de oxigênio, fluidos intravenosos para aumentar a pressão arterial e drogas, como adrenalina, difenidramina e corticosteróides. Os cães que sobrevivem os primeiros minutos geralmente retornam para a saúde normal. Anafilaxia geralmente ocorre logo após a vacinação, muitas vezes, enquanto o cachorro ainda está na clínica veterinária. 

A urticária ocorre logo após a vacinação, muitas vezes, logo após o animal chegar em casa. Seu veterinário irá recomendar o retorno imediato ao hospital para tratamento. Um anti-histamínico oral, tais como difenidramina (Benadryl ®) pode ser recomendada para iniciar o tratamento. A urticária é geralmente tratada com corticosteróides injetáveis como a dexametasona ou prednisona. Os anti-histamínicos fazem pouco para ajudar com reacções alérgicas agudas, mas pode ser administrado por injecção para ajudar a prevenir a recorrência dos sintomas após esteróides desgastar. 

Reações de vacinação leve geralmente não requerem tratamento. No entanto, se os sintomas persistirem por mais de 24 horas, ligue para o veterinário.

Home Care e Prevenção
Certifique-se de agendar reuniões de vacinação quando você estará disponível para acompanhar o seu cão após a vacina é administrada. Certifique-se de chamar o veterinário com quaisquer perguntas ou preocupações.

A boa notícia é que as reações de vacinação graves são raras. O risco de anafilaxia e urticária são muito mais raros do que o benefício da vacina, na maioria dos casos. Você pode limitar a essas vacinas que previnem doenças para as quais o seu cão pode ser exposto. Seu veterinário é o melhor juiz do que as vacinas são necessárias para proteger contra as doenças em sua área.

Seu veterinário irá registar as reacções adversas às vacinas para prevenir as vacinas sejam administradas novamente. É uma boa idéia também para manter um registro de si mesmo. As reações são mais comumente associadas com as vacinas para leptospirose, raiva e parvovirose.

Fonte: Pet Place

Cachorros salva-vidas fazem sucesso na Itália




Roma: A guarda costeira da Itália enviou centenas de cães especialmente treinados para ajudar turistas de salvamento nas praias da Itália ocupada verão.
Cada cão trabalha em uma equipe com seu salva-vidas humanas "colega", que também é seu treinador.
O duo é formado para resgatar os banhistas em perigo.

Os cães estão dispostos a ir diretamente a partir de uma lancha em movimento ou jetski na água para salvar um banhista.
Todos os anos (m) milhões de pessoas se reúnem nas praias italianas para desfrutar do sol de verão e os de água doce.

Mas a vida no mar pode revelar-se bastante perigoso.



A Guarda Costeira da Itália tem que intervir em mais de três mil casos por ano no resgate de pessoas em meio a jogadores do esporte, mergulhadores e banhistas.

Raças como Labrador, Golden Retriver e Terranova são os cães mais qualificados para o envolvimento na operação de resgate, pois têm um instinto natural de água e por muitos anos elas foram utilizadas pelos pescadores para levar em redes de pesca.

Cada cão é equipado com um chicote de fios para as vítimas segurarem, para fazer a operação de resgate mais fácil.

Todos os salva-vidas são voluntários da Dog Training School, que foi fundada há 21 anos na cidade italiana de Bergamo, norte, que treinam tanto os salva-vidas como os cachorro durante todo o ano para prepará-los para enfrentar todos os riscos da temporada de verão.

Eles já salvaram muitas vidas, tendo bóias salva-vidas para banhistas e rebocá-los para a segurança.

Os cães são treinados em 12 escolas de toda a Itália.

Fonte: NDTV.com

Confiança é a base de tudo

Pastor Alemão em treinamento
Confiança é a base do trabalho O sargento Antônio Luís da Costa está sempre ao lado de seu fiel companheiro Dick, um pastor alemão capa preta. Com quatro anos, o bicho obedece todas as ordens do treinador e mantém a calma entre desconhecidos. Esse comportamento, segundo o sargento, rendeu ao cão uma graduação na Sociedade Brasileira de Cães Pastores Alemães. O reconhecimento atesta que o cão é sociável e capaz, por exemplo, de ir à rua sem agredir ninguém.


Conforme o sargento Costa, Dick disputa hoje a liderança do canil entre os seus colegas. Desde que começou a atuar no policiamento, o cachorro participou de todas as operações.

Há cerca de dois meses, Dick e os outros cães ganharam um novo parceiro: um pequeno pastor alemão capa preta. O filhote ainda não ganhou um nome e tem forte potencial para ajudar no policiamento.

Cria de uma irmã de Dick com Max, outro capa preta, o cãozinho é ativo e brincalhão. Tanto que se destacou entre os irmãos e foi escolhido para integrar a equipe da BM.

– Cada treinador tem um cachorro porque cria-se um vínculo entre os dois, de confiança, proteção e amizade. A partir disso, você vai tirar coisas lindas dele, maravilhosas – emociona-se Costa.





Saiba como os cães aprendem a combater a criminalidade

TRILHA DE FORAGIDOS
1- No início dos exercícios, o treinador forma uma trilha com a pegada de uma pessoa. Sobre a trilha, é colocada comida para estimular o cão a seguir o caminho. Dessa forma cria-se uma situação agradável para o animal.
2- Com a evolução do aprendizado, a comida é retirada, deixando apenas o rastro da pessoa. O cão passa a seguir o rastro como forma de obter uma recompensa.
3- Em uma operação, ao encontrar um foragido, o cão é treinado para imobilizar o suspeito por meio da mordida, evitando a fuga.

DROGAS E EXPLOSIVOS
1- Duas caixas são colocadas separadas por pequena distância uma da outra. Uma das caixas tem o cheiro de uma droga ou explosivo. A outra não contém nada.
2- Quando o cão se aproxima da caixa com o odor da droga ou do explosivo, o treinador aciona um dispositivo com um sinal sonoro. Em troca, o cão recebe uma premiação. Quanto mais próximo o animal chegar da caixa, mais intenso será o sinal. O cão não tem contato com as substâncias.
4- Outra forma é colocar o odor em um brinquedo e estimular o animal a procurá-lo. Esse brinquedo será sua recompensa.
5- Em uma ação real, ao achar uma substância, o cão dá um sinal ao policial.

PROTEÇÃO
1- Preso pelo treinador, o cão observa o comportamento de um figurante devidamente protegido. Ele estimula o animal a latir porque isso dará mais energia ao bicho.
2- Ao receber o comando, o cão é solto e morde o figurante. Se a mordida for satisfatória, ele será recompensado.
4- Em uma ação real, o cão imobilizará um suspeito com uma mordida a partir do comando do policial. Ela só deixará de morder com ordem do policial.
5- Os cachorros também são treinados para agir de acordo com o comportamento de criminosos. Ou seja, o bicho não precisa de nenhum comando para se proteger e agir.

AGRESSÃO
1- A agressão consiste em estimular o cão a latir como forma de deixá-lo mais feroz para intimidar os agressores. Também serve para que o animal desenvolva uma mordida capaz de imobilizar suspeitos.
2- Preso pelo treinador, o cão é estimulado a latir. Quando responde com a emoção desejada, recebe a recompensa.
3- Uma das formas de aprimorar esse temperamento no filhote é fazê-lo observar seus companheiros mais velhos.
Fonte: Fonte: Sargento Antonio Luís da Costa e soldados do canil do 12º BPM

Canil
Para dar conforto aos cães, o 12º BPM conta com um moderno canil no quartel da corporação, no bairro Kayser. Inaugurado em janeiro, o espaço foi construído a partir de doações da comunidade. No total foram investidos R$ 330 mil, segundo o ex-comandante do 12º BPM, tenente-coronel Júlio César Marobin. A estrutura conta com sala de estar, auditório, depósito com alimentos para os cães, salas de banho e veterinária.

Pedigree
Todos os cães do 12º BPM têm registro de todo o histórico familiar. O pedigree é importante, pois a genética corresponde por 60% a 70% do rendimento. Mas a parceria entre o cão e o policial também é fundamental para que as ações ocorram de forma mais eficiente.

Fonte: ClicRbs

Defensores dos animais farão manifestação contra a vacina antirrábica

Participe!


RIO - Organizações não governamentais (ONGs) de defensores de animais vão realizar, no próximo dia 26 de agosto, às 14h, na Praça XV, um protesto contra a realização da campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos no Rio de Janeiro.

O objetivo da manifestação, segundo a diretora da ONG Anida (Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais), Andrea Lambert, é chamar a atenção das autoridades de saúde do estado para os riscos da nova vacina, que já causou reações e até óbitos num grande número de cães e gatos no Rio .

"Além das mortes, um grande número de cães e gatos ficaram gravemente doentes, levando a Secretária de Saúde do Estado de São Paulo a suspender campanha , mas, em nosso Estado do Rio de Janeiro, a Secretária de Saúde mantém a vacinação até o dia 28 de agosto", diz a diretora da ONG, em nota.

"Vamos nos manifestar contra a nova vacina, que mata, e mostrar que os animais merecem respeito e possuem direitos. Uma vacina deve preservar a vida e dar segurança. Em anos anteriores, não ocorreu a quantidade de animais mortos e doentes nas campanhas de vacinação antirrábica", conclui Andrea.

Fonte: O Globo

Cães se tornam uma das principais alternativas de combate ao crime em Caxias do Sul



Brigada Militar usa animais para farejar drogas e bombas, além de controlar tumultos



A primeira vista são cães que podem intimidar. Grandes e fortes, demonstram com olhares atentos que estão sempre prontos para entrar em ação. Mas se engana quem pensa que os bichos oferecem risco em público. Bem treinados e obedientes, os cães que atuam na Brigada Militar (BM) se tornaram uma das principais armas de combate ao crime na cidade.



Confira o vídeo que mostra parte do treinamento dos cachorros

Desde 1994, o 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM) vem usando com sucesso os animais no policiamento. Hoje a corporação tem 19 animais, sendo seis filhotes. Segundo o comandante do 12º BPM, tenente-coronel Luiz Roberto Bonato, se não fosse o apoio dos cachorros, a corporação teria que empregar mais policiais para atender determinadas ocorrências.



Os bichos treinam regularmente para agir com precisão e eficiência. No controle de multidões, por exemplo, a ação de um cachorro se compara a de 10 homens, segundo o oficial. Em Caxias, os cães são usados para farejar explosivos e drogas, rastrear trilhas de foragidos e ajudar no patrulhamento.



Outras funções envolvem o policiamento em estádios de futebol, revistas em presídios e controle de greves, entre outros. Os animais passam por treinamento completo duas vezes por semana, às terças-feiras e aos sábados. Na atividade, se acostumam aos mais diversos ambientes. Por algumas horas, os animais aprendem a farejar substâncias e a procurar trilhas.



Em outros exercícios, são estimulados a agir em defesas própria e do policial. Aprendem, por exemplo, a imobilizar um suspeito ao comando do policial, o que evita o uso de armas de fogo.