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28 de junho de 2011

Guia de Raças: Shih tzu

Seria certamente o resultado de um cruzamento entre o Lhasa Apso, cão tibetano, e o Pequinês, cão chinês. Em 1643, a dinastia Manchu recebeu de presente do Dalai Lama pequenos cães denominados “Cães leões” (Shic Tzu). Durante muito tempo foi apreciado como cão de corte e a última Imperatriz da China criou alguns no palácio de “Cite” até 1908. Em 1923 foi formado em Pequim um Kennel Club. Foi em 1930 que Lady Browning trouxe á Inglaterra os primeiros espécimes. O Kennel Club inglês o reconheceu em 1946. No mesmo ano, na França, a condessa de Anjou constituiu uma criação desses cães e declarou as suas primeiras ninhadas á Sociedade Central Canina em 1953. A F.C.I. reconheceu a raça em 1954. Sua população é menor do que as do Pequinês e do Lhasa Apso.

GuiaPaís de Origem: Tibete. Patronato: Grã-Bretanha.

Cabeça: Larga e redonda. Stop marcado. Cana nasal de um comprimento de 2,5 cm. Focinho largo, quadrado, curto. Cabeça eriçada com pêlos recaindo sobre os olhos. Bigodes e barba abundantes. O pêlo que cresce para cima sobre o focinho dá um aspecto de crisântemo.

Olhos: Grandes, redondos, sombrios ou mais claros de acordo com a pelagem.

Orelhas: Grandes, com pavilhão auditivo longo. Portadas caídas. Elas são abundantemente guarnecidas de pêlos que elas parecem se fundir com os pêlos do pescoço.

Corpo: Muito longo, cheio. Peito largo, bem rebaixado. Dorso reto. Lombo bem fixado, sólidos. Quartos traseiros fortes.

Membros: Curtos, musculosos, boa ossatura. Patas arredondadas, firmes. Boas almofadas plantares.

Cauda: Fixada alto, mantida em cimitarra sobre o dorso. Forma um penacho abundante.

Pêlo: Longo, denso mas não forma anéis. Uma ligeira ondulação é admitida. Bem subpêlo.

Pelagem: Todas as cores são admitidas, mas a faixa de pelos brancos na testa e o branco na extremidade da cauda são altamente avaliados nos multicolores.

Tamanho: No máximo 26 cm.

Peso: De 4,5 a 8 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Vivo, muito ativo, independente, esse cão calmo, meigo e alegre, precisa muito de afeição e ternura. É o mais extrovertido dos cães asiáticos. Indiferente com relação a estranhos, ele late para prevenir da sua presence. Sua educação deverá ser firme, porém com suavidade.

Conselhos: É destinado a viver na cidade, mas precisa de exercícios. Saídas diárias são indispensáveis. Não gosta da  solidão. Deve ser escovado e penteado diariamente. É fortemente recomendado amarrar o pêlo sobre a cabeça. Banho mensal. Ele teme os calores fortes. Vigiar o estado dos olhos.

Utilização: Companhia, guarda.

Preço médio: R$ 500,00 á R$ 1.000,00

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 325.

24 de junho de 2011

Cachorro invade primeiro treino da Seleção

A Delegacia da Mulher de Caxias do Sul investiga o caso em que uma jovem de 22 anos foi agredida com um cachorro pelo marido de 45 anos. O cão morreu ao ser usado para as agressões.
Um cachorro SRD sem raça definida foi visto no primeiro treino da seleção brasileira em Los Carlades.


Veja as fotos do visitante canino abaixo:


22 de junho de 2011

Homem usa poodle para agredir mulher e cão morre no RS

A Delegacia da Mulher de Caxias do Sul investiga o caso em que uma jovem de 22 anos foi agredida com um cachorro pelo marido de 45 anos. O cão morreu ao ser usado para as agressões.

Segundo a delegada Thais Norah Sartori Postiglione, a mulher relatou que o marido usou um cachorro da raça Poodle, de que pesa mais de dois quilos, para agredi-la, batendo em sua cabeça com o animal na noite de terça-feira (21).

“Ela me contou rapidamente que o marido matou o cachorro dando 'pauladas' na cabeça dela. É uma poodle de quase dois quilos. Ele deu duas batidas na cabeça dela e daí o cachorro morreu durante a agressão, disse a delegada ao G1.

Segundo a delegada, a mulher está passando por exames de corpo de delito e irá prestar um depoimento. A vítima também apresenta outras agressões e hematomas nas pernas.

A polícia ainda não sabe o que motivou as agressões. O homem não foi preso em flagrante.

Fonte: Portal G1

Ter animal de estimação no 1° ano de vida diminui chance de alergia

skd276477sdc Muitos pais se preocupam com a possibilidade de os bebês se tornarem alérgicos a gato ou cachorro por conviver com o animal em casa. Mas, de acordo com uma pesquisa americana, a exposição no primeiro ano de vida tem efeito contrário: reduz pela metade a chance.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas acompanharam 600 crianças. Quando completaram 18 anos, forneceram amostras de sangue para dosagem de anticorpos para alérgenos de bichos de estimação.

Os rapazes cujas famílias mantiveram um cão em seu primeiro ano tinham cerca de metade do risco. Tanto homens quanto mulheres com gatos no mesmo período apresentaram metade da probabilidade. "Essa pesquisa fornece novas evidências de que experiências no primeiro ano estão associadas com o estado de saúde mais tarde na vida", disse o líder do estudo, Ganesha Wegienka, do Henry Ford Hospital, ao jornal Daily Mail.

Os especialistas acreditam que a proteção esteja relacionada à maior quantidade de germes na casa. Estilos de vida muito limpos impulsionariam o aumento de alergias e asma, porque não conseguiriam despertar o sistema imunológico.
 

20 de junho de 2011

Idosos recebem visita de pets terapeutas do Projeto Pêlo Próximo


A Clínica Geriátria São Sebastião, na Tijuca, Rio de Janeiro, recebeu neste sábado, a visita do Projeto Pêlo Próximo, que levou seus pet terapeutas para uma tarde de interação com os idosos.

Durante o encontro, que contou com a participação de 50 idosos foram realizados exercícios fisioterápicos com bolinhas e de motricidade com arco, escovação de pêlos, boliche e ainda tiveram a oportunidade de assistir no final do encontro uma apresentação de show dog. Além dos cães, o Projeto levou também uma calopsita que também faz parte do staff, para auxiliar no estímulo da motricidade fina dos pacientes.

O grupo, que realiza um trabalho filantrópico em várias instituições do Rio, conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles veterinário, adestrador, fonoaudióloga, psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, e uma terapeuta ocupacional. Todos os cães precisam estar vacinados e vermifugados, passar por uma avaliação comportamental que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto, apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal e, principalmente, não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade.

Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o Pet Health. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocando máscaras de cirurgia e sendo incentivadas a explorar o corpo do cão no sentido de escutar seu coração, seus pulmões, simular aplicação de injeção, fazer curativos, medicar (com água) e finalizando, realizam o diagnóstico do animal. Essa atividade serve como estímulo ao raciocínio e a criatividade das crianças e para aumentar a auto estima das crianças que estão passando por algum tipo de tratamento. Para solicitar uma visita do Projeto envie um email para peloproximo@gmail.com ou visite o site do projeto.

Jornal de Israel admite que notícia de cão condenado à morte era falsa

O jornal israelense 'Maariv' pediu desculpas pela publicação de uma notícia que admitiu ser falsa, a de que um tribunal judaico de Jerusalém havia condenado um cachorro à morte por apedrejamento.

A notícia, publicada pelo jornal na sexta-feira, foi depois amplamente divulgada pela imprensa israelense e internacional, inclusive a BBC Brasil.

Na retratação, o jornal citou o responsável pelo tribunal que trata de assuntos financeiros do bairro de Mea Shearim, Yehoshua Levin, dizendo que 'não há base na lei judaica para abuso de animais'.

O tribunal emitiu um comunicado dizendo que um cão entrou no recinto, mas negou que ele tenha sido condenado.

Protestos
A reportagem original afirmou que o cachorro havia entrado e permanecido por semanas no tribunal, composto por rabinos, o que fez um juiz lembrar de uma maldição imposta a um advogado secular, já morto.

Ainda segundo o artigo, na ocasião, há cerca de 20 anos, os juízes do tribunal do bairro desejaram que o espírito do advogado entrasse no corpo de um cão, animal tido como impuro no judaísmo tradicional, depois que ele proferiu insultos à corte.

A reportagem disse que o animal teria conseguido fugir.

A notícia falsa gerou protestos de associações de defesa dos direitos dos animais.

19 de junho de 2011

Cachorro é condenado a morte em Israel


Do G1

Uma corte de rabinos de Jerusalém, em Israel, sentenciou recentemente um cachorro à morte por apedrejamento, segundo o site Ynet, página eletrônica do jornal "Yediot Aharonot", um dos maiores do país. O motivo é a suspeita de que o espírito de um advogado que insultou juízes vinte anos atrás se transferiu para o corpo do cão, afirma a reportagem.
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Semanas atrás, segundo o Ynet, o site Behadrei Hadarim noticiou que um grande cachorro entrou na Corte de Negócios Monetários perto do bairro ultraortodoxo de Mea Shearim, em Jerusalém. O cão assustou os visitantes da corte e, para surpresa deles, se recusou a sair mesmo depois que as pessoas tentaram levá-lo para fora.

Um dos juízes lembrou que cerca de 20 anos atrás um famoso advogado que insultou a corte foi amaldiçoado pelos juízes. Eles disseram que queriam que o espírito dele passasse para o corpo de um cachorro (considerado um animal impuro pela lei judaica). O advogado morreu anos depois.

Ainda ofendido, de acordo com o Ynet, um dos juízes sentenciou o animal à morte por apedrejamento e recrutou crianças da vizinhança para colocar a ordem em prática. O cão fugiu, segundo o site.

O dirigente da corte, Rabbi Avraham Dov Levin, negou que a corte tenha sentenciado o cão à morte, mas um dos gerentes confirmou a sentença.

“A ordem foi dada pelos rabinos pela aflição que o animal causou à corte”, disse o gerente. “Eles não emitiram uma decisão oficial, mas ordenaram que crianças das redondezas apedrejassem o cão para fazê-lo ir embora. Eles não veem isso como uma crueldade contra animais, mas como uma forma apropriada de se livrar do espírito que entrou no pobre cachorro”, afirmou.