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21 de julho de 2010

Vai viajar?! Tome certos cuidados

Por Cão Feliz


Exemplar de Buldogue inglês

Vai viajar com seu cachorro? Prepare-se para tomar certos cuidados, principalmente se você tem um cachorro de focinho achatado. Como Buldogues Shin Tzus. Desde que as companhias aéreas foram obrigadas a divulgar os óbitos de animais de estimação o numero já ultrapassa 122 mortes em cinco anos.

Entre as maiores vítimas estão os buldogues ingleses com 25 mortes os pugs com 11, golden retrevier e os labradores com 7 mortes cada.

Segundo o cinófilo Eduardo Freire, superintendente da SOBRACI (Sociedade Brasileira de Cinofilia), os ossos da face e do nariz dos cães com focinho achatado são mais curtos. As narinas são muitas vezes mais estreitas e o palato é, normalmente, mais longo. Todas estas alterações estruturais fazem com que o animal tenha maior dificuldade para respirar.

No Brasil, a empresa aérea Gol não está permitindo embarque de cães da raça buldogue inglês em todo o país. Segundo a companhia, o motivo do cancelamento é decorrente da raça ter o focinho curto e a respiração ofegante, o que seria prejudicial nos voos.

Cão é estrela de peça de teatro em São Paulo



Espetáculo é improvisado de acordo com as ações do animal no palco.

Em 2008, as crianças que foram assistir a um espetáculo do Circo do seu Lé se divertiam com a participação de bonecos na peça. Este ano, o público irá se deparar com um cão no palco de O Domador de Férias, em cartaz no Teatro Alfa. Puffy, da raça Pastor de Shetland, foi recrutado por acaso pelo diretor Marcelo Zurawski que pensou em incluir um animal não treinado no espetáculo. “Não queria animal que fizesse truques, mas um que pudesse conviver com o elenco”, diz Zurawski.


O animal pertence a uma amiga do diretor e ensaiou com os atores da peça durante três meses. “Esse tempo foi importante para a gente se interar com o bicho, ter um senso de grupo, criar confiança, fidelidade e conseguir ver quando ele fica cansado”, conta o diretor. A peça começa quando um grupo de amigos em férias numa praia conhece uma vendedora ambulante e seu cão até que um inspetor anuncia que os animais são proibidos ali. Chateado com as restrições ao uso de animais, o dono de um circo lembra da famosa cadela Laika, o primeiro ser vivo a ser enviado ao espaço, na Rússia de 1957, e resolve contar sua história no picadeiro.


Segundo a dona do cão, a veterinária Débora Gidali, todas as cenas foram trabalhadas de acordo com as atividades preferidas de Puffy. “Aproveitamos que ele adora brincar de bola para pensar em algumas cenas e o treinamento para a peça inclui visitas a locais com mais gente, aos quais ele não estava acostumado”, afirma. Para o diretor, a experiência é boa para os atores e para o cão. “Quem tinha medo de cachorro já superou e até o Puffy está tão tranqüilo que a probabilidade de ele pular na platéia é a mesma do que a de um humano.”


Teatro Alfa: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, tel. 5693-4000. Sábados e domingos às 17h30. Ingresso: crianças até 12 anos: R$12; adultos: R$ 24. Grátis para crianças de até três anos. Até 19 de setembro.


Fonte: Época Sp



Osteomielite



Definição
Osteomielite refere-se a uma infecção óssea que tem sua origem na cavidade do osso conhecida como cavidade medular, na forma aguda. Uma forma mais crônica origina-se no periósteo e leva à formação de abscessos que se abrem na pele.

Etiologia
A forma aguda surge quando a bactéria piogênica consegue entrar na medula óssea tanto através da transferência sanguínea como por vias de fraturas compostas. O osteomielite crônica pode desenvolver-se quando as infecções chegam no periósteo e podem seguir ferimentos puncturados ou mordidas. Os principais organismos piogênicos que estão associados a esta doença são os estafilococos e, a uma menor extensão, os estreptococos.

Sinais clínicos
A doença aguda é caracterizada pelo animal mancar, por sintoma febril e inchaço do membro afetado. A formação do abscesso com excreção purulenta é frequentemente o sinal precoce da forma crônica, e os sinais de febre são muito menos evidentes. O exame de raio X é aconselhável em casos duvidosos.

Redação Portal da Cinofilia
São Paulo/SP

Adestramento: Cachorro Late obssessivamente para objetos (Video: Encantador de Cães)



Seu cão late obssessivamente para objetos como microondas, torradeira, celular...?
Cesar Millan vai te ajudar




Video da Semana: O cão Possuído

O video dessa semana é meio pertubador!
Cachorro literalmente possuído ao escutar Heavy Metal


Adestramento: Cachorro Agressivo no passeio (Video: Encantador de Cães)

O mestiço Opie é um cachorro muito bom em casa, mas quando sai de casa para o passeio se torna muito agressivo!





Estudo: cães que mordem não são maus, só estão depressivos

Do portal Terra

Um estudo da Universidade de Zaragoza, na Espanha, indica que cães que rosnam, latem e mordem não são necessariamente agressivos por natureza - eles podem estar sofrendo de depressão. As informações são do Daily Mail Os cientistas pesquisaram animais domésticos e descobriram que cães mal comportados tendem a ter baixos níveis de serotonina no cérebro - substância que os deixa mais calmos e felizes. Nos humanos, uma queda no nível de serotonina está ligada à depressão, à ansiedade e às mudanças de humor.



Os pesquisadores afirmam ainda que os resultados do estudo podem levar a novos tratamentos para cães agressivos, inclusive aumentar o uso de Prozac para animais. Segundo Belen Rosado, que liderou a pesquisa, a agressão, principalmente contra humanos, é o problema de comportamento mais comum em cães.



De acordo com a reportagem, cerca de 3,8 mil pacientes são tratados por ano pelo serviço de saúde britânico depois de serem mordidos por cachorros e muitos desses animais são sacrificados.



A pesquisa

Os cientistas estudaram o sangue de 80 cães encaminhados a dois hospitais veterinários após seus donos relatarem que os animais era agressivos. As amostras foram comparadas com o sangue de 19 cachorros considerados de comportamento normal. O resultado indicou que os animais agressivos tinham baixo nível de serotonina.



Os níveis mais baixos vinham de animais cujo comportamento antissocial parecia ser uma tentativa de autodefesa. Além disso, eles tinham altos níveis de cortisol, um hormônio ligado ao estresse.



Os pesquisadores afirmam que o estudo pode tornar mais fácil o diagnóstico de depressão canina, que pode ser causada por animais que passeiam pouco ou que ficam sozinhos por muitas horas por dia.