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20 de setembro de 2010

O Vírus da raiva tem variante codificado

O Brasil tem conseguido controlar há mais de uma década a raiva urbana, que é transmitida principalmente pelo contato com cães.
Mas, apesar de controlada, variantes do vírus continuam circulando por meio de animais silvestres, particularmente uma transmitida por morcegos que se alimentam de sangue (hematófagos).

Pesquisadores brasileiros deram um passo importante no estudo do problema ao concluir o sequenciamento completo do genoma dessa variante mantida pela espécie Desmodus rotundus.

De acordo com Silvana Regina Favoretto, pesquisadora científica do Instituto Pasteur e Coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Raiva do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), que orientou o estudo, o sequenciamento abre caminho para novos trabalhos científicos.

O sequenciamento possibilitará identificar uma série de informações novas em estudos evolutivos e marcadores geográficos e moleculares. Também poderá ajudar a compreender por que outros hospedeiros – como humanos, animais silvestres e até morcegos com hábitos diferentes dos hematófagos – são tão vulneráveis a essa variante”, disse à Agência FAPESP .

Silvana desenvolveu a pesquisa intitulada “Estudo genético do vírus da raiva mantida por populações de morcegos hematófagos Desmodus rotundus por meio do sequenciamento completo do genoma viral”, apoiado pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

A pesquisa compreende também a tese homônima de Angélica Cristine de Almeida Campos, cujo trabalho, sob orientação de Silvana, é realizado no ICB-USP e vinculado ao Programa de Pós-Graduação Interunidades em Biotecnologia, que reúne alunos da USP, do Instituto Butantan e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).


19 de setembro de 2010

Guia de Raças: Aladi

Resumo Histórico
O Aidi veio de Marrocos, especificamente a região do Saara. Esta raça vive e trabalha nas montanhas de Marrocos, Argélia e Líbia. O papel dos cães era proteger o rebanho, ou a família, de onças, lobos e outros animais que podem atacar o rebanho ou gado. Este cão foi utilizado como cão de proteção de centenas de anos, no Marrocos.A pureza da raça a ser protegido está sob proteção. Este cão tem sido um cão de trabalho, mas hoje isso é mais um animal de estimação da família e os marroquinos criaram um clube para promover esta raça. O Aidi nunca foi um cão pastor, mas em 1963 as normas foram estabelecidas sob o nome de Atlas Sheepdog, isso foi corrigido em 1969. Este cão é da Rare Breed American Association.



Temperamento
O Aidi tem muita energia e é um cão muito protetor. Ele é poderoso e vai precisar de longos passeios diários a libertação de algumas altas energias que ele tem. Esta raça precisa de um líder forte, pois tem certo grau de dominância. O Aidi é um cão muito agitado, precisando de muito exercícios. Ativo, mas gentil, o Aidi é muito dominante, sendo aconselhável fazer treinamento de obediência para dominá-lo. Possuem extinto para caça e faro aguçado Com o proprietário errado, este cão pode ficar muito tímido e / ou agressivos.

As condições de vida:
O cão, o Aidi, é inadequada para a vida do apartamento. O cão vai exigir superfície e cercas de cerca de cinco metros de altura.



Padrão

Aparência Geral
Sólido, muito rústico, notável para seu poder e mobilidade; é bem musculoso, enérgico, de fortemente construído mas não pesado e possuindo uma grossa pelagem fechada que o protege tanto do sol quanto do frio das montanhas nativas. Esta pelagem lhe serve de armadura nas brigas que o Cão das Montanhas do Atlas pode acontecer contra chacais e outros predadores. Seu olhar é alerta, direto e decidido como convém a um cão vigilante, sempre pronto para cumprir seu papel de guardião. Em algumas regiões do Marrocos é habitual cortar as orelhas e a cauda dos cães de trabalho.



Comportamento / Temperamento
Muito fiel, afetuoso e dócil com seu dono e membros da família, o Cão das Montanhas do Atlas exibe um inerente comportamento de guarda e proteção notável. Sempre alerta, mede a gravidade e a proximidade de qualquer perigo e instintivamente e sem medo providencia uma resposta apropriada e eficiente.

Cabeça
Forte e larga, bem proporcionada ao corpo; sua forma geral é cônica; é livre de rugas e não tem músculos proeminentes; os ossos das bochechas não são cinzeladas e se unem de maneira uniforme, do crânio ao focinho no mesmo plano, sem ruptura.

Região Craniana
Crânio: plano e largo; se observa um ligeiro sulco médio e uma protuberância occipital, embora presente, é raramente perceptível.
Stop: ligeiramente pronunciado.

Região Facial
Trufa: Preta ou marrom em harmonia com a cor da pelagem; razoavelmente larga com narinas abertas.
Focinho: Cônico como o restante da cabeça; é sensivelmente menos longo que o crânio; o stop é oblíquo e não muito definido.
Lábios: Finos, aderentes, pretos ou marrons de acordo com a cor da pelagem.
Maxilares: fortes, dentes bem implantados, poderosos, brancos e uniformes.
Dentes: Mordedura em torquês. Mordedura em tesoura ou tesoura invertida sem perder o contato entre os incisivos, é tolerado.
Olhos: Médios, escuros com variações de acordo com a cor da pelagem, do âmbar escuro ao marrom dourado. As pálpebras são ligeiramente oblíquas e bem pigmentadas; parecem pintadas em cães de pelagem clara. A expressão é bem alerta, atenta e investigativa.
Orelhas: De comprimento médio, com pontas ligeiramente arredondadas. As orelhas são inseridas obliquamente de maneira a deixar o crânio bem visível; elas são portadas semi caídas, levantadas para a frente quando em alerta e as vezes portadas para trás quando em repouso.

Pescoço
 Poderoso, bem musculoso, sem barbelas

Tronco
Linha superior: Deve ter uma ligeira depressão em perfil, mas sem parecer um dorso selado.
Dorso: Largo, bem musculoso, de comprimento moderado, seguido por um lombo poderoso, muito musculoso e ligeiramente arqueado.
Garupa: Adequada, longo e bem descido até os cotovelos; costelas ligeiramente arredondadas.
Linha inferior: Levantando atrás das falsas costelas sem ser esgalgado.
Cauda: Longa. atingindo pelo menos os jarretes, inserida na extensão da linha da garupa, portada baixa em forma de cimitarra, quando em repouso. A cauda é bem franjada e a riqueza das franjas denota a pureza da raça. Em movimento, o cão porta sua cauda alegremente. A cauda nunca deverá ser portada permanentemente enrolada sobre o dorso.

Membros
Ombros: Oblíquos, cernelha visivelmente definida, ângulo escápuloumeral
de aproximadamente 100°.
Braços: Fortes, musculosos, oblíquos e próximos ao peito.
Antebraços: Retos, bem construído e moderadamente bem musculoso.
Metacarpos: Curtos e quase verticais.
Patas: Praticamente redondas, com sólidas almofadas e unhas fortes, cuja cor depende da cor pelagem.

Posteriores
Quadril e coxas: O ilíaco é muito pronunciado; as coxas são bem musculosas sem serem de aparência pesada e bem inclinadas.
Pernas: Os ângulos dos joelhos e dos jarretes são obtusos, os quais levantam a garupa e dão esta aparência inclinada em direção à cernelha.
Patas: Praticamente redondas, com sólidas almofadas e unhas fortes, cuja cor depende da cor pelagem
Movimentação
Passo, trote, galope: Sem “hackney” e com alcance suficiente.
Movimento natural: Curto, trote rápido, em singletracking.
Neste passo o cão do Atlas parece incansável.

Pele
Elástica e resistente.

Pelagem
Pêlo: Denso, bastante áspero, semi longo, com aproximadamente 6 cm de comprimento, exceto na cara e nas orelhas, onde o pêlo e curto e fino. No pescoço e na garganta o pêlo forma uma juba, especialmente nos machos. Os culotes e a cauda são cobertospor abundantes e longos pêlos.

COR
A cor da pelagem e muito variada
Fulvo: Desde a areia lavada até o vermelho escuro. Estes pêlos podem ser tigrados com preto ou portando uma capa de qualquer tom. Este manto pode ser completo (ocupa todo o dorso do animal).
Marrom: Do bege ao tom do pão queimado. As cores mais claras podem ter um
manto marrom mais escuro.
Preto.
Todas estas cores podem ser manchadas com branco. Estas manchas podem ir desde algumas marcas discretas até as que cobrem totalmente a pelagem (pêlo branco). Os lábios e a trufa devem ser sempre fortemente pigmentados de preto ou marrom (dependendo da cor da pelagem).
· ar lequim, azul e isabela não são aceitas.

Tamanho: 52 62cm

18 de setembro de 2010

Treinamento para cão de guarda

Por Ayrton Mugnaini Jr, Yahoo!

Normalmente grandes amigos do ser humano desde que se integraram à urbanização há milênios, os cães sempre serviram não só como boa companhia, mas também para serviços diversos, incluindo caça, tração de trenós, guia de deficientes e guarda – estas duas atividades ainda essenciais no mundo moderno.

E neste mundo moderno em que nunca é demais protegermos nossas crianças, casas e valores, é sempre bom termos um guarda particular trabalhando para nós, e até mesmo para a vizinhança. Não é assim tão difícil dar ao peludo de guarda treinamento básico - e esqueçamos de vez a noção, até preconceituosa, de que um cão de guarda precisa ser de grande porte e raça tida como feroz e antissocial.

“Tropa de Elite, osso duro de roer”? O cão que o diga. Mas normalmente ele não precisa ser submetido a treinamento tão extremo e radical; normalmente, já será suficiente que ele seja um Guardabelo ou Guardabela. E logo vamos explicar o “normalmente”.

Sentinela, alerta
Sabe quando alguém – você inclusive – vai a uma casa pela primeira vez e é recebido com latidos e rosnados? Pois é, o guarda peludo está desempenhando seu papel de alertar e defender a casa – ou seja, o território dele – contra quem ou o quê for para ele estranho e, portanto, interpretável como ameaça. Um cão de guarda não precisa usar distintivo, mas uma placa no portão, cerca ou muro é bom: o famoso aviso de “cuidado, cão bravo” ou similar.

O primeiro requisito para um cão “trabalhar” como guarda é ele ser esperto e atento para qualquer ocorrência fora do normal, livre para tomar iniciativa quando o dono estiver ausente ou desabilitado. Não precisa estar armado até os, ahn, dentes; geralmente, basta que ele “apite” como nossos amigos “guardinhas” de bairros e do interior. Sim, ele vai “apitar” à moda dele, ou seja, latir – e quase nenhum ladrão vai “pagar para ver” se este cão só ladra e não morde. Este tipo de “guardinha” peludo costuma ser suficiente para as residências comuns.


Socialização e treinamento de obediência são fundamentais, e não só obediência aos comandos básicos verbais, mas também a sinais manuais (perdoe o monte de rimas iguais). Já falamos aqui sobre como ensinar o cão a latir e ficar quieto; a tendência dele é latir quando notar algo ou alguém estranho, e o ideal é justamente incentivar isso. Cumprimente e premie o bicho quando ele parar de latir para pessoas conhecidas ou continuar latindo para estranhos.

“Acãodemia” de polícia
Qualquer cão pode ser treinado para ser guarda, mas há os que têm temperamento mais adequado para tal. E se o seu guarda noturno peludo for realmente bravo e de grande porte, demonstrando vocação para defender a casa de forma mais determinada e agressiva – ou se você sentir necessidade de uma guarda mais rigorosa – , então será necessário treinamento ainda mais sério e dedicado. Afinal, um cão de guarda pesada é praticamente uma arma, e imagine o cão confundindo uma demonstração mais efusiva de alegria – por exemplo, alguém pulando com um espeto de churrasco na mão – com um ataque inimigo que ele deve reprimir.

Se você quiser que ele realmente ataque para valer estranhos indesejáveis e ladrões, o ideal é confiá-lo a treinadores profissionais e especializados, pois o nível de exigência é muito maior do que para um cão “apenas” de companhia e de alerta. Diferentemente do ensino caseiro de truques, ele vai realmente precisar de treino intensivo, inclusive residindo no canil de treinamento durante o aprendizado.

Ensinar um cão a atacar agressivamente assim, por correspondência, é menos fácil do que pode parecer. Algumas regras gerais são: deixar claro ao canino o território que ele precisa defender; fazê-lo morder partes do corpo (geralmente pernas) vestidas, não pele exposta, para melhor dominar o agressor; instruí-lo a não perseguir o ladrão ou agressor se este fugir; ensiná-lo a não perseguir outros animais, como cães, gatos ou os pombos que pousam no jardim de vez em quando. Há até quem aconselhe treinar o cão macho para evitar que ele siga seu instinto procriador e vá atrás de rabos-de-saia peludos.

Não se esqueça: por mais feroz que seja com estranhos, um cão de guarda tem de ser carinhoso e inofensivo com todo mundo que mora ou convive com ele – crianças, faxineiros, idosos. Daí nunca ser demais lembrar a importância da socialização bem feita para um canino, seja de guarda ou não.

Também não é demais repetir que um cão de guarda pesada tem de ser treinado profissionalmente – e este é o aspecto mais sério da posse responsável. Como sempre digo, quem canta ou escreve mais ou menos pode até ganhar a vida sem machucar ninguém, mas dirigir automóvel, exercer medicina e treinar cães não se faz “mais ou menos”. E não só seu cão pode e deve ser “guarda de seu irmão”, o dono também.

Fonte: Yahoo!

17 de setembro de 2010

Encontro de Recordes: O menor e o maior cão do mundo se encontram


Um encontro inusitado aconteceu essa semana em Nova York (EUA). De um lado, Giant George, cão da raça dinamarquês de 5 anos que mede 1,10 m, do outro o chiuaua Boo Boo, de 4 anos, com seus 10 cm. As diferenças são imensas. Enquanto ela come uma colher de chá de ração por dia George come 50Kg por semana

O maior e o menor cão do mundo, segundo o Guiness World Records, se aproximaram sem maiores sobressaltos, embora tenham se estranhado no começo. O Gigante George não conseguiu identificar ao certo se Boo Boo se tratava de um companheiro canino ou outro bicho, afirmou seu dono.

"George simplesmente olhou para ela e a ignorou", contou a dona da chiuaua, que disse ainda que a cachorrinha teria ficado magoada.


Fonte: Diário do Pará

Adestramento ajuda no convívio saudável

O adestramento de cachorros, além de garantir truques e brincadeiras, pode ser uma boa maneira de estreitar o vínculo do dono com o animal. A interação com um cão adestrado é prazerosa e ajuda o dono a compreender melhor o universo canino.
Segundo o veterinário Alan Kardec de Castro, especialista em comportamento e treinamento de cães da clínica Renalvet, não há raça ideal ou idade para começar o treinamento:
— Existe um mito de que só cães novinhos podem ser adestrados. Os cachorros são muito inteligentes e aprendem em qualquer idade. Os comandos simples como sentar, deitar, ficar, junto e aqui, podem ser ensinados, com sucesso, em até três semanas.
Trabalho em conjunto
Mas Alan ensina que o trabalho deve ser feito em conjunto com o dono.
— Os donos têm papel fundamental no treinamento. Nós, treinadores, dizemos que os cachorros precisam de exercício físico, disciplina e carinho, exatamente nessa ordem. Violência não adianta — diz ele.
Ele garante que os comandos vão ajudar seu companheiro a ser mais equilibrado e sociável.

14 de setembro de 2010

Cãominhada é sucesso no Brasil

Não é difícil de notar o sucesso que as cãominhadas em todo Brasil chegaram para ficar. Ela virou febre e trás cada vez mais adeptos para praticar exercícios e aprender sobre posse responsável de animais. Em Blumenau, por exemplo. Já está marca a 10ª edição do evento para outubro. Ele será realizado de manha para preservar os cachorros e seus protetores do grande calor que faz na época.



Edições recentes com a de Campo Grande superam as expectativas animando os organizadores do evento.  Com todo esse sucesso, é dificil não ver as cidades se mecherem e realizarem suas próprias cãominhadas

Por Vitor Rebelo Brehsan

Cinomose faz dez vítimas em sabaúna

A cinomose, uma doença altamente contagiosa provocada pelo vírus Canine Distemper Vírus (CDV), provocou a morte de 20 cães em Sabaúna. O caso não foi notificado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que esclareceu os principais sintomas e afirmou que não detém o controle da doença, já que ela se manifesta exclusivamente no animal.  Veja mais sobre a cinomose aqui:

De acordo com a veterinária do CCZ, Débora Murakami Campos, a enfermidade é facilmente controlável e somente combatida pelas vacinas polivalentes V8 ou V10, que devem ser tomadas anualmente. "A transmissão do vírus é denominada oronasal, porque acontece pelo ar. Mesmo que o cachorro fique dentro de casa ou no quintal pode ter contato com o vírus quando outro animal que passa perto do portão ou mesmo quando o dono entra na residência, trazendo-o na roupa ou sapato", explica.

Apesar de ser controlada apenas com a vacina, Débora diz que a doença pode ser evitada mantendo o ambiente limpo. "O desinfetante, por exemplo, mata o vírus em minutos. Mas nada justifica a falta do acompanhamento veterinário. É preciso cuidar constantemente do animal", completa.

Caso sintomas como vômito, falta de apetite e desânimo se manifestem, a veterinária orienta que a ajuda deve ser procurada. "Mesmo que seja um outro tipo de germe, já que a cinomose não tem sintoma inicial definido, procure um veterinário. Se o estágio não for avançado, existe tratamento. Porém, se o nível for avançado, com complicações pulmonares e até mesmo neurológicas, pode não haver cura", finaliza.
Fonte:  O Diário Mogi Mirim