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11 de novembro de 2010

Cães da PM de SP obedecem a comandos em três idiomas


Os cachorros da Polícia Militar seguem à risca a rotina de treinamento, assim como os policiais. O treinamento permite aos animais obedecer a comandos em três idiomas.

O SPTV 1ª edição exibe desde segunda-feira (8) a série "Cão Policial" sobre os cães que fazem parte do canil da Polícia Militar de São Paulo, que completa 60 anos em 2010. O treinamento feito com os cães capacita os animais para encontrar drogas e achar vítimas de desabamento.

O adestramento acontece em dias alternados, de acordo com a escala dos policiais. Para se comunicar, existem as palavras-chaves: junto; fica; senta; deita; procura. O mais curioso é que os animais entendem os comandos em três idiomas: português, alemão e inglês. A alimentação também é outro ponto importante. Os cachorros comem duas vezes por dia: às 5h e às 17h. As duas refeições somam 650 gramas e a água é à vontade.

Treinamento
Os treinamentos são na área do canil, ou seja, no pátio, na mata e no gramado. Para a busca de explosivo, os adestradores escondem o material em caixas de papelão, espalhadas pelo campo. O exercício é repetido diversas vezes e, por isso, o cachorro acaba aprendendo.

Na cabeça do cão tudo o que ele faz gera uma recompensa. No caso, a bolinha ou o brinquedo. Ele faz essa associação: toda vez que encontrar o material recebe em troca aquilo que mais gosta. Esse é o princípio do adestramento.

Tão importante quanto o treinamento é o agrado, que vem no fim de toda tarefa cumprida. O treino para a busca de drogas segue o mesmo princípio e o exercício é parecido.

Em média, os cães são treinados por um ano. Depois desse tempo, estão prontos para participar das operações, patrulhamentos e demonstrações.

Saúde
Como os treinamentos são intensos e exigem muito dos cães, a atenção com a saúde deles é essencial. Os animais têm cuidados específicos e, a qualquer momento, podem precisar de um atendimento de emergência. Por isso, dentro do canil da PM, existe uma clínica veterinária, para vacinas, exames e cirurgias.

Os pastores Imo e Osi estão em tratamento desde junho e ainda não tem previsão de alta. Já o labrador Joe veio passar por uma limpeza nos dentes. Um procedimento de rotina, mas não dá pra fazer nada se não for com anestesia geral.

O veterinário e os auxiliares são policiais militares. A soldado Daniela Gonçalves de Souza já tinha noções de enfermagem. Quando entrou na PM, sonhava trabalhar no canil, mas o lugar é concorrido, e ela ficou na lista de espera. Durante três anos fez patrulhamento de rua até ser chamada.

Sou apaixonada pelo que faço, completamente alucinada, porque todos os dias são experiências diferentes. Se falarem para eu aposentar aqui, eu aposentaria. Adoro trabalhar com cachorro, minha paixão, minha vida”, fala a soldado.

“Cada país treina seu cão na sua língua. Aqui nós fizemos uma brincadeira de idiomas, mas na verdade ele atendeu pelo meu gesto, pela minha expressão corporal. Eu emiti o comando, mas também emiti uma expressão corporal, pra que ele executasse o exercício”, fala o cabo Alves.

10 de novembro de 2010

Cães da PM aprendem a ser valentes desde filhotes

Os cães da Polícia Militar dedicam a vida inteira ao trabalho. No berçário do canil, eles são disciplinados desde cedo e aprendem a ser valentes. Já na fase adulta, quando estão prontos para se aposentar, geralmente são adotados pelos policiais.

O SPTV 1ª edição exibe desde segunda-feira (8) a série "Cão Policial" sobre os cães que fazem parte do canil da Polícia Militar de São Paulo, que completa 60 anos em 2010. O treinamento feito com os cães capacita os animais para encontrar drogas e achar vítimas de desabamento.

Veja como é feito o treinamento dos cães da PM de SP. Quase todos os cachorros da PM são comprados em canis registrados. Os animais precisam ter entre 3 e 8 meses e pedigree comprovado. “Nós visitamos o canil, olhamos a ninhada, o comportamento da ninhada, dos pais principalmente. O temperamento dos pais e depois disso é feita uma seleção dentro da ninhada”, explica o sargento Oscar Coutinho.

No berçário, os cachorros ficam 40 dias. Nesse período, completam a vacinação, recebem vermífugos e uma alimentação balanceada. A PM também aceita doações. O cachorro deve ter no máximo 12 meses, pedigree comprovado, estar com a vacinação em dia e o dono precisa trazer exames, comprovando que o animal está saudável.

“Essa fase [do bercário] a gente apresenta o mundo pra ele, encoraja ele a enfrentar os problemas pra quando ele chegar a adulto, ele ser um bom cão policial, não ter medo, ser valente”, fala o soldado Caio Augusto Simões Garcia.

Caio terá um longo trabalho. O cachorro Argus faz parte da leva de filhotes que estará nas ruas na copa de 2014. O treinamento é uma experiência nova para os dois, pois Argus é o primeiro cão que Caio irá adestrar.

Marley
Um dos cães ganhou o nome de Marley por causa do livro que até virou filme sobre um cachorro completamente indisciplinado, mas que era a paixão de todos da família. Ele tem 1 ano e 5 meses e foi doado por uma família há quatro meses, pois estava acabando com a casa. No canil, ele já destruiu uma porta e está começando a destruir a segunda.

Marley é um labrador hiperativo. Precisa de espaço para gastar energia. Apesar de agitado, ele está se adaptando à rotina de treinos. Perto do adestrador até parece outro cão. A missão do cabo Gilson Alves é fazer do animal um especialista na busca de explosivo.

Aposentadoria
Enquanto alguns cachorros estão começando a carreira, outros já cumpriram seu papel. De acordo com as normas do canil, quando o animal completa 8 anos, ele se aposenta. Na maioria das vezes, é adotado pelo policial que ficou ao lado dele a vida toda.

Foi isso que aconteceu com Califa. Ele trabalhou oito anos na Tropa de Choque, ao lado do soldado Orides Cavalcanti. Agora, assumiu uma outro função: é o cão de guarda da família, em Guarulhos. “A adaptação é gradativa. O cão identifica as pessoas pelo cheiro e pela voz, assim que ele assimilar a voz de todo mundo, sentir o cheiro de todo mundo, ele já vai criar um vínculo de amizade.”


Fonte: Portal G1

8 de novembro de 2010

Video hilário mostra cachorro tomando banho em pé

Não tem muito o que falar, só vendo para crer!



Fonte: Blog Não clique aqui

Conheça a rotina dos Cães Policiais

O SPTV 1ª edição exibe a partir desta segunda-feira (8) uma série especial sobre os cães que fazem parte do canil da Polícia Militar de São Paulo, que completa 60 anos em 2010. O treinamento feito com os cães capacita os animais para encontrar drogas e achar vítimas de desabamento.

Cada raça é usada para um tipo de ação diferente, dependendo do temperamento do animal. O pastor alemão é o mais usado no canil da PM. Dos 80 cães, 40 são da raça. “Ele é equilibrado em todos os seus instintos. Ele defende, ataca, fareja, é sociável. É o que temos em maior quantidade porque ele consegue atuar em todos os campos”, explica o cabo Leonel dos Santos Jr.

Já o labrador é um cão de faro, ativo, brincalhão, usado para localizar drogas e explosivos. O rotweiler, com seu temperamento firme, boa estrutura física, faz patrulhamento, principalmente no batalhão de choque. O pastor belga malinoá, uma raça resistente, versátil, de faro bem aguçado, também trabalha em patrulhamento.

Os cães da PM são animais espertos, inteligentes e extremamente dedicados. Os treinadores dizem que o segredo é tratar os animais com carinho, apesar da disciplina rigorosa. Eles trabalham, no máximo, seis horas por dia, com alguns intervalos.

Os cachorros têm uma capacidade olfativa muito maior do que a do ser humano. Eles sentem 10 vezes mais cheiros, além de perceberem odores que estão até 15 metros de distância.

Cão Dick, um herói
Em abril de 1956, o cão Dick, da raça pastor alemão, virou herói. Um menino foi sequestrado e, com a ajuda do animal, a PM encontrou o garoto no meio da mata. Os jornais da década de 50 exaltaram o principal personagem do canil. O único que, em 60 anos, foi promovido a cabo.

“Ele é um marco, porque apresentou um resultado bastante positivos nos primeiros anos de criação do canil”, fala o capitão Paulo Macedo.

Até hoje ele é lembrado. Na sala do comandante, um retrato do animal. Na entrada do canil, no Tremembé, Zona Norte, foi colocado um busto em homenagem ao pastor alemão.

5 de novembro de 2010

Pristige Pets lança casinha de cachorro a prova de som!

Com o fim de ano chegando, seu cachorro fica apreensivo com o barulho dos fogos de artifício certo? Bem, podemos dizer que a solução já esta nas lojas, só que britânicas. Natalie Ellis, inventora da empresa Prestige Pets, criou uma casinha de cachorro a prova de som.
Natalie comprou para ela e diz não se arrepender: "No ano passado, quando os fogos começaram ela ficou muito nervosa. Mas agora, com a casinha, ela está super tranquila, curtindo com a família" diz.

  

Como Funciona?
A Casa é feita de dupla camada de policarbonato  e um sistema de ventilação e acionado automaticamente assim que o cachorro entra.
O único inconveniente talvez seja o preço: 500 libras ou mais de R$ 1300

Fonte: O Globo

4 de novembro de 2010

Nos Estados Unidos: Cachorro abandonado, ele tinha até baratas no pelo

Difícil é acreditar que ele é o mesmo bicho da outra foto. Mas é verdade.
 Ripley, o cachorro em questão, foi resgatado das ruas por veterinários norte-americanos no último dia 19 de outubro. Ele estava tão sujo que parecia até mais velho.
O pior, porém, estava por vir. Ao dar banho no animal, seus salvadores descobriram baratas - vivas e mortas - em seu pelo. Durante a transformação, os tosadores cortaram 1kg de pelo do cãozinho.
Bem mais limpo e apresentável, Ripley passou a ser disputado por interessados em adotá-lo.

Fonte: Portal R7

3 de novembro de 2010

Cadela é queimada e sobrevive em Santa Catarina

Uma cadela foi encontrada com o corpo queimado em Palhoça (SC). O animal, que tem cerca de 3 anos, foi levado para uma clínica veterinária na segunda-feira (1º) e permanece internado.

A veterinária Daniele Ody Spaniol contou ao G1 que chegou a cogitar sacrificar a cadela. “Ela estava com o corpo em carne viva e também com alguns focos de larvas, sentia muita dor. A boca também está bastante ferida, cheia de bolhas. Ela ainda tem úlceras na córnea causadas pelo fogo e pode ficar cega permanentemente”, disse.

Além de soro para hidratar, a cadela recebe doses de morfina para suportar a dor. “Ela foi queimada. Acredito que alguém deve ter segurado e ateado fogo ao cachorro para ter queimado tanto a parte de baixo do corpo. É uma situação chocante, revoltante. O estado dela é indescritível”, afirmou.

Não há informações sobre os responsáveis por atear fogo ao animal.

De acordo com a veterinária, o período mais crítico será o primeiro mês, quando ocorre a renovação da pele queimada. Não há previsão para o término do tratamento. Quem deseja ajudar a pagar os custos do tratamento ou fazer doações de material pode entrar em contato com a veterinária pelo telefone (48) 3033-2503 ou email: clinicapalhoca@hotmail.com.

Fonte: Portal G1