Compartilhe:
    


23 de novembro de 2010

Chiuhuahua é o mais novo cachorro policial do Japão

Um cachorro chihuahua passou no teste para se tornar um cão policial em Nara, oeste do Japão.

Momo, que tem sete anos e pesa somente 3 kg, competiu com cães de raças maiores pela vaga na polícia
.
Mas o tamanho pequeno pode ser sua grande vantagem no novo trabalho.
O cachorrinho fará parte de um time de busca e resgate em desastres naturais, como terremotos.

Segundo oficiais da polícia, ele será treinado para localizar pessoas em lugares estreitos onde cachorros maiores não conseguem ir.
Os cachorros da raça chihuahua estão entre os menores do mundo.
Segundo uma porta-voz da polícia de Nara, é raro vê-los como cães policiais.
Momo começará a trabalhar em janeiro.
Fonte: Estadão

19 de novembro de 2010

Antes proibidos, cachorros viram fenômeno de popularidade na China

Xiangzi – que significa "sortudo" – não poderia ser um nome melhor para este bem cuidado husky siberiano. Sua dona, Qiu Hong, que trabalha com marketing esportivo, mima o animal com dois passeios diários, brinquedos e utensílios de cuidados com a higiene importados dos Estados Unidos, cerca de US$ 300 em ração e comidas, além do seu próprio sofá no apartamento.

Quando a cidade fica monótona, Qiu carrega Xiangzi no carro e o leva para um passeio – pelas estepes do interior da Mongólia, sete horas ao norte. "É um pasto enorme. Bem longe, mas muito bonito", ela disse. "Ele adora assustar as ovelhas e fazê-las correr por toda parte".

Metaforicamente falando, Xiangzi não é apenas um cachorro, mas um fenômeno social – e, talvez, um indicador da rapidez com que a China está passando por sua transformação de país pobre camponês a primeiro mundo.

‘Dog Boom’
Há vinte anos, quase não havia cachorros em Pequim. Os poucos que havia corriam o risco de acabar num prato de jantar. É possível encontrar ainda hoje pratos à base de cachorro. Mas é muito mais fácil encontrar pet shops de cachorros, sites de cachorros, redes sociais de cachorros, piscinas para cachorros – mais recentemente, é possível até frequentar cinemas e bares que aceitam cachorros na área de clubes noturnos no centro de Pequim.

Segundo autoridades da cidade, há 900 mil cachorros na cidade, e esse número cresce 10% ao ano. Isso são os registrados. Outros milhares não possuem licença.

A forma como essa transformação ocorreu representa, de certa forma, a história da China moderna. Séculos atrás, a elite chinesa tinha cachorros como animais de estimação; diz-se que o pequinês data dos anos 700 d.C., quando os imperadores chineses o tornaram o cachorro do palácio – e executavam qualquer que pessoa que o roubasse.

No entanto, na era comunista, os cachorros tinham mais um papel de guardas, pastores ou refeições do que companheiros. Dogmas ideológicos e necessidades durante os muitos anos de vacas magras da China renderam aos animais de estimação um caráter de luxo burguês. De fato, depois que os cachorros começaram a aparecer nos lares de Pequim, o governo decretou, em 1983, a proibição na cidade dos cães e sete outros animais, incluindo porcos e patos.

Economia e companhia
O renascimento econômico da China mudou tudo isso, pelo menos nas cidades prósperas. "As pessoas costumavam focar em melhorar suas próprias vidas, e não estavam familiarizadas com a criação de um cachorro", disse Qiu. "Mas, com o desenvolvimento econômico, as perspectivas das pessoas mudaram. Há muito estresse, e ter um cachorro é uma forma de aliviá-lo".

No entanto, há outros fatores para a recente popularidade desses animais: muitos donos de cachorros também dizem que a política do filho único da China tem espalhado o entusiasmo por criar um cachorro como forma de ter companhia para a criança, em famílias com filho, e preencher lares vazios quando o filho cresce e sai de casa.

Alguns dizem que os cachorros se tornaram um símbolo de status para os moradores de Pequim em escalada social. He Yan, 25 anos, dona de dois cachorros pequenos de raça híbrida, chamados Guoguo e Tangtang, disse que jovens como ela são chamados de "gouyou", ou amigos dos cachorros. Os cães, segundo ela, se tornaram uma forma de exibir o gosto pessoal e de encontrar pessoas com interesses parecidos.

Para determinada classe com mais dinheiro do que juízo, ter um cão de uma raça especialmente premiada se tornou o equivalente chinês de dirigir um Lamborghini para ir ao mercado da esquina. O supra-sumo da pretensão parece ser o mastim tibetano, uma raça grande e feroz do platô tibetano que, diz a tradição, foi organizada por Genghis Khan numa unidade militar K-9 de 30 mil animais.

No ano passo, foi amplamente divulgado que uma mulher de Xi'an, cidade a oeste de Pequim, teria pago 4 milhões de renminbi – aproximadamente US$ 600 mil – por um único cachorro que foi escoltado para seu novo lar por comboio de 30 Mercedes.

Devoção
Aparentemente, os cachorros de Pequim se tornaram, assim como no Ocidente, alvo de afeição – até devoção – por parte dos donos. Nos finais de semana, centenas de donos de cachorros vão ao Pet Park, um SPA canino de 12 hectares a leste de Pequim, que inclui um restaurante para os cães e para os donos, um ringue para shows de cachorros, um percurso de agility para os animais, um cemitério canino e uma capela, um albergue para donos de cachorros, canil com 600 baias (onde os donos devem passar por uma tina desinfetante antes de entrar) e duas piscinas em forma de osso.

Os que matriculam seus cães têm garantia de uma hora de brincadeiras com o cachorro, banho semanal e um site onde toda segunda-feita eles podem ver fotos novas de seu animalzinho. O parque, inaugurado no ano passado, foi ideia de um entusiasta por cachorros que fez uma fortuna no ramo de refrigeradores, de acordo com Li Zixiao, gerente de vendas do parque.

"Todo mundo que traz seu cachorro para cá o considera como um filho", ele disse.

Oposição
Mas uma coisa é certa, nem todos os moradores de Pequim são fãs dos cachorros. Um blog da cidade, o City Dog Forbidden, modera um debate acalorado entre os fanáticos por cães e as pessoas que acreditam, como um indivíduo escreveu, que os cachorros "estão perturbando seriamente a vida normal das outras pessoas".

"O nascimento das necessidades humanas deve ser planejado, mas qualquer um pode ter um cachorro?", perguntava um incrédulo. "Os recursos que conservamos por termos menos pessoas, nós os damos aos cães? É um problema muito sério. Estamos dizendo que as pessoas valem menos que os cachorros?"

Mesmo assim, a devoção dos donos de cachorros daqui parece ter amaciado até o coração do duro governo municipal. Em 1994, autoridades de Pequim relaxaram sua política de proibição de cães para "restringir severamente" os cachorros; em 2003, ela foi novamente mudada para permitir que qualquer pessoa pudesse ter um, mas limitando os cachorros da cidade a um tamanho máximo de 35cm de altura.

Em grande parte a lei não é considerada pelos que adoram cachorros – segundo eles, a lei é arbitrária e injusta. Diariamente, milhares de donos de cachorros de grande porte esperam até meia-noite, quando o policiamento é mais esparso, para caminhar pelas ruelas da cidade com seus adorados golden retrievers, labradores e pastores alemães. Em julho, uma proposta para aliviar as restrições ainda mais, submetida a um órgão consultivo legislador nacional, gerou quase 30 mil comentários na internet, em comparação a algumas centenas de opiniões para a maioria das outras propostas.

A cidade até mesmo abriu seu próprio parque para cachorros, minúsculo, com um canil rudimentar, um percurso de agility e uma piscina em forma de rim que, no verão, fica tão lotada quanto qualquer praia urbana.

Fora do cardápio
E o pequinês frito pode estar com os dias contados. Uma proposta formal para banir o consumo de carne de cachorro foi submetida à legislatura semi-independente da China, a Assembleia Popular Nacional. Nada que a legislatura faz se torna lei sem o consentimento do alto escalão, mas a proposta sobreviveu a duas rodadas de comentários públicos, o que é um bom sinal.

O patrocinador da proposta, um professor de Direito chamado Chang Jiwen, diz não adorar tanto os cachorros, mas adorar a China. "Outros países desenvolvidos possuem leis de proteção aos animais", disse ele, em entrevista por telefone. "Com a China se desenvolvendo tão rapidamente, e cada vez mais pessoas criando bichos de estimação, as pessoas têm que saber como tratar bem aos animais".

Fonte: G1

Cadelas são mais indicadas para localizar vítimas de deslizamentos

Os cães do canil do Corpo de Bombeiros são treinados especialmente para achar vítimas em situações como os deslizamentos que ocorrem em áreas de risco. Os animais aprendem a salvar vidas brincando, recebendo biscoitos como recompensa. Para esse trabalho, as fêmeas são as mais indicadas.
O SPTV 1ª edição exibe desde segunda-feira (8) a série "Cão Policial" sobre os cães que fazem parte do canil da Polícia Militar de São Paulo, que completa 60 anos em 2010. O treinamento feito com os cães capacita os animais para encontrar drogas e achar vítimas de desabamento.
Curiosos, sociáveis e dóceis. Esse é o perfil dos cachorros que trabalham com os bombeiros. Os animais não podem ser agressivos porque quando eles localizam uma vítima, eles não podem e não devem tocar e muito menos atacar a pessoa. “A vítima pode estar fora no nosso alcance de visão, mas pode estar aparente pra ele. Então se ele tocar na vítima, ou morder a vítima, vai causar uma lesão nela que a gente não quer”, explica o sargento Marcelo Garcia Dias.
O canil dos bombeiros fica no Ipiranga, na Zona Sul. São 12 cães entre labradores e pastores. Duas cadelas ficam no quartel do Tatuapé, na Zona Leste, e não é por acaso que o canil dos bombeiros prefere as fêmeas. “Você consegue exercer na cadela um adestramento mais fácil e ela tende a ser mais dócil, não tem a dominância do macho”, fala o sargento Everaldo Gomes da Silva.
Menina e Garota
As cadelas Menina e Garota estão na ativa há três anos. No começo de outubro, ajudaram a encontrar o dono de uma padaria que ficou debaixo dos escombros depois de uma explosão de gás em São Mateus, na Zona Leste.
Quando não tem ocorrências para atender, os animais treinam, em dias alternados, simulação de acidentes. Para isso, os bombeiros costumam utilizar galpões abandonados para treinamento de pessoas e cachorros.
Para deixar o cenário mais próximo do real, os bombeiros costumam colocar objetos que simulem a situação. “A gente coloca todas as nuances de uma ocorrência, tudo que o cão vai encontrar numa situação real”, com o tenente dos bombeiros, Luis Fernando Sanches Pessoa


11 de novembro de 2010

Descobertos 6 cachorros mumificados do século XV no Perú

LIMA — Seis cães mumificados da época inca e os restos funerários de quatro crianças, provavelmente do século XV, e em bom estado de conservação, foram descobertos por um grupo de arqueólogos no santuário de Pachacámac (sul), informou nesta quarta-feira o especialilsta Jesús Holguín.

"Os cães mumificados têm a pelagem e a dentadura completos", disse Holguín à AFP, explicando que uma das crianças teria sido presumivelmente sacrificada na época inca.

"O que chama a atenção é que todos os cães apresentam a mesma característica", informou o arqueólogo, que, no entanto, não pôde precisar a raça, ainda em estudo.

Os animais foram encontrados envoltos em tecidos, como espécie de oferenda, há duas semanas na zona de acesso à sétima pirâmide do santuário de Pachacámac (a 25 km ao sul de Lima).

Arqueólogos peruanos descobriram, desde 1993, 82 túmulos de cães, junto a restos humanos da cultura pré-hispânica Chiribaya (entre os anos 900 e 1.350).

O único cão peruano reconhecido em nível mundial é o sem pelo, declarado pelo governo peruano patrimônio cultural.

Pachacámac é um complexo arqueológico com numerosas edificações, que corresponde à cultura Lima.

Fonte: AFP

Cães da PM de SP obedecem a comandos em três idiomas


Os cachorros da Polícia Militar seguem à risca a rotina de treinamento, assim como os policiais. O treinamento permite aos animais obedecer a comandos em três idiomas.

O SPTV 1ª edição exibe desde segunda-feira (8) a série "Cão Policial" sobre os cães que fazem parte do canil da Polícia Militar de São Paulo, que completa 60 anos em 2010. O treinamento feito com os cães capacita os animais para encontrar drogas e achar vítimas de desabamento.

O adestramento acontece em dias alternados, de acordo com a escala dos policiais. Para se comunicar, existem as palavras-chaves: junto; fica; senta; deita; procura. O mais curioso é que os animais entendem os comandos em três idiomas: português, alemão e inglês. A alimentação também é outro ponto importante. Os cachorros comem duas vezes por dia: às 5h e às 17h. As duas refeições somam 650 gramas e a água é à vontade.

Treinamento
Os treinamentos são na área do canil, ou seja, no pátio, na mata e no gramado. Para a busca de explosivo, os adestradores escondem o material em caixas de papelão, espalhadas pelo campo. O exercício é repetido diversas vezes e, por isso, o cachorro acaba aprendendo.

Na cabeça do cão tudo o que ele faz gera uma recompensa. No caso, a bolinha ou o brinquedo. Ele faz essa associação: toda vez que encontrar o material recebe em troca aquilo que mais gosta. Esse é o princípio do adestramento.

Tão importante quanto o treinamento é o agrado, que vem no fim de toda tarefa cumprida. O treino para a busca de drogas segue o mesmo princípio e o exercício é parecido.

Em média, os cães são treinados por um ano. Depois desse tempo, estão prontos para participar das operações, patrulhamentos e demonstrações.

Saúde
Como os treinamentos são intensos e exigem muito dos cães, a atenção com a saúde deles é essencial. Os animais têm cuidados específicos e, a qualquer momento, podem precisar de um atendimento de emergência. Por isso, dentro do canil da PM, existe uma clínica veterinária, para vacinas, exames e cirurgias.

Os pastores Imo e Osi estão em tratamento desde junho e ainda não tem previsão de alta. Já o labrador Joe veio passar por uma limpeza nos dentes. Um procedimento de rotina, mas não dá pra fazer nada se não for com anestesia geral.

O veterinário e os auxiliares são policiais militares. A soldado Daniela Gonçalves de Souza já tinha noções de enfermagem. Quando entrou na PM, sonhava trabalhar no canil, mas o lugar é concorrido, e ela ficou na lista de espera. Durante três anos fez patrulhamento de rua até ser chamada.

Sou apaixonada pelo que faço, completamente alucinada, porque todos os dias são experiências diferentes. Se falarem para eu aposentar aqui, eu aposentaria. Adoro trabalhar com cachorro, minha paixão, minha vida”, fala a soldado.

“Cada país treina seu cão na sua língua. Aqui nós fizemos uma brincadeira de idiomas, mas na verdade ele atendeu pelo meu gesto, pela minha expressão corporal. Eu emiti o comando, mas também emiti uma expressão corporal, pra que ele executasse o exercício”, fala o cabo Alves.

10 de novembro de 2010

Cães da PM aprendem a ser valentes desde filhotes

Os cães da Polícia Militar dedicam a vida inteira ao trabalho. No berçário do canil, eles são disciplinados desde cedo e aprendem a ser valentes. Já na fase adulta, quando estão prontos para se aposentar, geralmente são adotados pelos policiais.

O SPTV 1ª edição exibe desde segunda-feira (8) a série "Cão Policial" sobre os cães que fazem parte do canil da Polícia Militar de São Paulo, que completa 60 anos em 2010. O treinamento feito com os cães capacita os animais para encontrar drogas e achar vítimas de desabamento.

Veja como é feito o treinamento dos cães da PM de SP. Quase todos os cachorros da PM são comprados em canis registrados. Os animais precisam ter entre 3 e 8 meses e pedigree comprovado. “Nós visitamos o canil, olhamos a ninhada, o comportamento da ninhada, dos pais principalmente. O temperamento dos pais e depois disso é feita uma seleção dentro da ninhada”, explica o sargento Oscar Coutinho.

No berçário, os cachorros ficam 40 dias. Nesse período, completam a vacinação, recebem vermífugos e uma alimentação balanceada. A PM também aceita doações. O cachorro deve ter no máximo 12 meses, pedigree comprovado, estar com a vacinação em dia e o dono precisa trazer exames, comprovando que o animal está saudável.

“Essa fase [do bercário] a gente apresenta o mundo pra ele, encoraja ele a enfrentar os problemas pra quando ele chegar a adulto, ele ser um bom cão policial, não ter medo, ser valente”, fala o soldado Caio Augusto Simões Garcia.

Caio terá um longo trabalho. O cachorro Argus faz parte da leva de filhotes que estará nas ruas na copa de 2014. O treinamento é uma experiência nova para os dois, pois Argus é o primeiro cão que Caio irá adestrar.

Marley
Um dos cães ganhou o nome de Marley por causa do livro que até virou filme sobre um cachorro completamente indisciplinado, mas que era a paixão de todos da família. Ele tem 1 ano e 5 meses e foi doado por uma família há quatro meses, pois estava acabando com a casa. No canil, ele já destruiu uma porta e está começando a destruir a segunda.

Marley é um labrador hiperativo. Precisa de espaço para gastar energia. Apesar de agitado, ele está se adaptando à rotina de treinos. Perto do adestrador até parece outro cão. A missão do cabo Gilson Alves é fazer do animal um especialista na busca de explosivo.

Aposentadoria
Enquanto alguns cachorros estão começando a carreira, outros já cumpriram seu papel. De acordo com as normas do canil, quando o animal completa 8 anos, ele se aposenta. Na maioria das vezes, é adotado pelo policial que ficou ao lado dele a vida toda.

Foi isso que aconteceu com Califa. Ele trabalhou oito anos na Tropa de Choque, ao lado do soldado Orides Cavalcanti. Agora, assumiu uma outro função: é o cão de guarda da família, em Guarulhos. “A adaptação é gradativa. O cão identifica as pessoas pelo cheiro e pela voz, assim que ele assimilar a voz de todo mundo, sentir o cheiro de todo mundo, ele já vai criar um vínculo de amizade.”


Fonte: Portal G1

8 de novembro de 2010

Video hilário mostra cachorro tomando banho em pé

Não tem muito o que falar, só vendo para crer!



Fonte: Blog Não clique aqui