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22 de junho de 2011

Ter animal de estimação no 1° ano de vida diminui chance de alergia

skd276477sdc Muitos pais se preocupam com a possibilidade de os bebês se tornarem alérgicos a gato ou cachorro por conviver com o animal em casa. Mas, de acordo com uma pesquisa americana, a exposição no primeiro ano de vida tem efeito contrário: reduz pela metade a chance.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas acompanharam 600 crianças. Quando completaram 18 anos, forneceram amostras de sangue para dosagem de anticorpos para alérgenos de bichos de estimação.

Os rapazes cujas famílias mantiveram um cão em seu primeiro ano tinham cerca de metade do risco. Tanto homens quanto mulheres com gatos no mesmo período apresentaram metade da probabilidade. "Essa pesquisa fornece novas evidências de que experiências no primeiro ano estão associadas com o estado de saúde mais tarde na vida", disse o líder do estudo, Ganesha Wegienka, do Henry Ford Hospital, ao jornal Daily Mail.

Os especialistas acreditam que a proteção esteja relacionada à maior quantidade de germes na casa. Estilos de vida muito limpos impulsionariam o aumento de alergias e asma, porque não conseguiriam despertar o sistema imunológico.
 

20 de junho de 2011

Idosos recebem visita de pets terapeutas do Projeto Pêlo Próximo


A Clínica Geriátria São Sebastião, na Tijuca, Rio de Janeiro, recebeu neste sábado, a visita do Projeto Pêlo Próximo, que levou seus pet terapeutas para uma tarde de interação com os idosos.

Durante o encontro, que contou com a participação de 50 idosos foram realizados exercícios fisioterápicos com bolinhas e de motricidade com arco, escovação de pêlos, boliche e ainda tiveram a oportunidade de assistir no final do encontro uma apresentação de show dog. Além dos cães, o Projeto levou também uma calopsita que também faz parte do staff, para auxiliar no estímulo da motricidade fina dos pacientes.

O grupo, que realiza um trabalho filantrópico em várias instituições do Rio, conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles veterinário, adestrador, fonoaudióloga, psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, e uma terapeuta ocupacional. Todos os cães precisam estar vacinados e vermifugados, passar por uma avaliação comportamental que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto, apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal e, principalmente, não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade.

Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o Pet Health. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocando máscaras de cirurgia e sendo incentivadas a explorar o corpo do cão no sentido de escutar seu coração, seus pulmões, simular aplicação de injeção, fazer curativos, medicar (com água) e finalizando, realizam o diagnóstico do animal. Essa atividade serve como estímulo ao raciocínio e a criatividade das crianças e para aumentar a auto estima das crianças que estão passando por algum tipo de tratamento. Para solicitar uma visita do Projeto envie um email para peloproximo@gmail.com ou visite o site do projeto.

Jornal de Israel admite que notícia de cão condenado à morte era falsa

O jornal israelense 'Maariv' pediu desculpas pela publicação de uma notícia que admitiu ser falsa, a de que um tribunal judaico de Jerusalém havia condenado um cachorro à morte por apedrejamento.

A notícia, publicada pelo jornal na sexta-feira, foi depois amplamente divulgada pela imprensa israelense e internacional, inclusive a BBC Brasil.

Na retratação, o jornal citou o responsável pelo tribunal que trata de assuntos financeiros do bairro de Mea Shearim, Yehoshua Levin, dizendo que 'não há base na lei judaica para abuso de animais'.

O tribunal emitiu um comunicado dizendo que um cão entrou no recinto, mas negou que ele tenha sido condenado.

Protestos
A reportagem original afirmou que o cachorro havia entrado e permanecido por semanas no tribunal, composto por rabinos, o que fez um juiz lembrar de uma maldição imposta a um advogado secular, já morto.

Ainda segundo o artigo, na ocasião, há cerca de 20 anos, os juízes do tribunal do bairro desejaram que o espírito do advogado entrasse no corpo de um cão, animal tido como impuro no judaísmo tradicional, depois que ele proferiu insultos à corte.

A reportagem disse que o animal teria conseguido fugir.

A notícia falsa gerou protestos de associações de defesa dos direitos dos animais.

19 de junho de 2011

Cachorro é condenado a morte em Israel


Do G1

Uma corte de rabinos de Jerusalém, em Israel, sentenciou recentemente um cachorro à morte por apedrejamento, segundo o site Ynet, página eletrônica do jornal "Yediot Aharonot", um dos maiores do país. O motivo é a suspeita de que o espírito de um advogado que insultou juízes vinte anos atrás se transferiu para o corpo do cão, afirma a reportagem.
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Semanas atrás, segundo o Ynet, o site Behadrei Hadarim noticiou que um grande cachorro entrou na Corte de Negócios Monetários perto do bairro ultraortodoxo de Mea Shearim, em Jerusalém. O cão assustou os visitantes da corte e, para surpresa deles, se recusou a sair mesmo depois que as pessoas tentaram levá-lo para fora.

Um dos juízes lembrou que cerca de 20 anos atrás um famoso advogado que insultou a corte foi amaldiçoado pelos juízes. Eles disseram que queriam que o espírito dele passasse para o corpo de um cachorro (considerado um animal impuro pela lei judaica). O advogado morreu anos depois.

Ainda ofendido, de acordo com o Ynet, um dos juízes sentenciou o animal à morte por apedrejamento e recrutou crianças da vizinhança para colocar a ordem em prática. O cão fugiu, segundo o site.

O dirigente da corte, Rabbi Avraham Dov Levin, negou que a corte tenha sentenciado o cão à morte, mas um dos gerentes confirmou a sentença.

“A ordem foi dada pelos rabinos pela aflição que o animal causou à corte”, disse o gerente. “Eles não emitiram uma decisão oficial, mas ordenaram que crianças das redondezas apedrejassem o cão para fazê-lo ir embora. Eles não veem isso como uma crueldade contra animais, mas como uma forma apropriada de se livrar do espírito que entrou no pobre cachorro”, afirmou.

Cachorros procuram abrigo em delegacias de São Paulo


Do G1
Cadela Farinha Quem entra apressado na sede do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), no Bom Retiro, na região central de São Paulo, pode passar despercebido por Farinha, a cachorrinha que dorme acomodada em um cobertor rosa em um cantinho da recepção. Como ela, muitos animais encontram em delegacias e batalhões da polícia um abrigo e o carinho que não recebiam nas ruas. “Ela é uma alegria disso aqui”, resume o delegado Antonio de Olim, divisionário do Núcleo de Apoio e Proteção à Escola (Nape).
Farinha em sua cama
Farinha vive no Denarc há cinco anos. Ela recebe comida e água dos policiais que trabalham no departamento. “Ela é bem tratada. A Farinha dorme o dia todo e, durante a noite, fica acordada tomando conta. É um cão de guarda”, conta Olim. A cachorra também faz sucesso com o público. “Tem gente que vem só visitar a Farinha, traz comida e cobertor.”

Até poucos meses atrás, ela tinha a companhia de outro animal, um gatinho apelidado de Baseado. “A Farinha não fazia  nada com ele. Há alguns meses, alguns cães entraram aqui e o machucaram. A gente levou no veterinário, mas não teve como salvar”, lembra o delegado. Para Olim, é uma obrigação cuidar dos animais. “Quem não trata bem bicho, não trata bem ninguém”, acredita.

O 2º Distrito Policial de Santo André, no ABC, é o abrigo de dois vira-latas, um macho e uma fêmea. A cachorra Lilica nasceu na casa antes mesmo desta virar uma delegacia, em 2002, e permanece lá até hoje, segundo os funcionários. Já o cão Lino chegou ao local há quatro anos, acompanhando um rapaz que havia sido preso na ocasião.

O jovem foi transferido para uma outra cadeia, mas o bicho de estimação ficou. Ele perambulou pela rua e redondezas durante algum tempo, mas acabou sendo adotado pelos funcionários. E ganhou um cantinho só dele. Só não se chegou a um consenso quanto ao nome dele. Lino, Felipeli, Fuinha e Máscara são alguns deles.

Ambos entram e saem da delegacia na hora que lhes convêm e recebem comida e carinho de todos os funcionários, mas são verdadeiros xodós da agente de telecomunicação Marisa Rosa. “Eu cuido mais, dou mais atenção, porque adoro cachorro. Mas todo mundo cuida, todo mundo dá atenção para eles, inclusive o delegado”, conta, sobre o titular do distrito, Oswaldo Fuentes Júnior

Há quase um ano, a vira-lata Carla vive no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, também no ABC. Os policiais dizem que ela pertencia a um catador de papelão que circulava pela região. Depois de um tempo, apareceu sozinha na delegacia e recebeu comida e água. Acabou ficando. Alguns meses depois, trouxe um amigo, um cachorro que ainda não tem nome definido.

Os dois circulam pelo pátio da delegacia e recebem carinho de quem passa. Carla toma banho em pet shop, vai ao veterinário e é conhecida por aprontar bastante. Os policiais contam que ela ganhou uma cama para dormir, mas ela acabou destruída pela cachorra brincalhona. No último Natal, poucos enfeites permaneceram inteiros no distrito. A delegada Teresa Alves de Mesquita Gurian diz que os cachorros podem ser adotados por famílias, desde que sejam bem tratados. “A delegacia não é lugar para criar animais. A gente deixa aqui porque tem dó. Se aparecer alguém que cuide direitinho, a gente deixaria adotar”, conta.


Polêmica do Pirata
No início de abril, a história do cão Pirata provocou muita polêmica. O cachorro cego de um olho viveu durante nove anos em um batalhão da Polícia Militar no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, mas foi retirado do local. Sem saber o paradeiro do cachorro, muitas pessoas protestaram na internet e enviaram centenas de e-mails para a corporação.

Pirata era muito conhecido no bairro. “Ele esperava fechar o sinal e atravessava na faixa de pedestre. Era bem tratado, os policiais levavam no veterinário e, quando os guardas iam correr, ele acompanhava”, lembra uma comerciante da região, que pediu para não ter o nome revelado.
A PM divulgou uma nota sobre o caso e esclareceu que a nova comandante da companhia queria dar “um lar de verdade” para o cão. Pirata acabou doado para uma família que mora no bairro do Pari, na região central de São Paulo. Ele recebe “o amor de duas crianças, que já afirmaram que amam e não vão devolver o cãozinho”, diz a nota.
Cachorros de Santo André

11 de maio de 2011

Guia de Raças: Border Collie

Pensa-se que seus ancestrais eram cães nórdicos que guardavam os rebanhos de renas. É provável que tenham sido trazidos para as ilhas Britânicas pelos Vickings, e que tanham sido cruzados com as raças pastoreiras locais. Deve seu nome á região dos vales dos Borders, fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, onde a raça se desenvolveu. É o mais difundido dos colleys, e continua especializado na guarda dos rebanhos, para a qual é utilizado desde o século XVIII. A raça foi apenas fixada no século XIX, reconhecida em 1976 pelo Kennel Club e em 1985 pela S.C.C. Chegou a França em 1970.

Guia País de Origem: Grã-Bretanha.

Cabeça: Crânio razoalvelmente largo. Focinho moderadamente curto e forte. Stop bem marcado. Trufa preta, marrom, ou cor de ardósia segundo a cor da pelagem.

Olhos: De forma oval, inseridos bem separados, marrons, exceto nos cães “merle” para os quais os olhos podem ser azuis.

Orelhas: De tamanho médio, inseridas bem separadas, portadas eretas ou semi-eretas.

Corpo: Bem proporcionado, atlético. Pescoço forte. Costelas bem arqueadas. Peito profundo e largo. Lombo musculado.

Membros: Boa ossatura. Patas de formato oval. Dígitos arqueados bem juntos.

Cauda: Moderadamente longa, de inserção baixa, com uma espiral para cima na direção da ponta.

Pêlo: Duas variedades: pêlo semilongo formando uma juba, culotes e uma cauda de raposa (pincel); pêlo curto. Em ambos os casos, o pêlo é denso e de textura media. Subpêlo denso e macio.

Pelagem: Geralmente cor de pega: colar, lista e partes inferiores dos membros brancos, o resto é preto. Todas as cores são admitidas, mas o branco jamais deverá ser predominante.

Tamanho: Macho: De 50 a 55 cm. Fêmea: De 47 a 52 cm.

Peso: De 15 a 20 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Cão vigoroso, ardente, tenaz, trabalhor, muito dócil. Muito dedicado a seu  dono, receptive á educação porque é muito atento e inteligente. Reservado com estranhos, mas jamais medroso nem agressivo. Dotado de um olfato potente, possui um olhar com um poder extraordinário e utiliza-o para trabalhar com seu dono. Trabalha á distância fixando intensamente, parecendo “hipnotizar”o gado, aproximando-se rastejando como um cão de caça. É a raça que melhor se destaca nos concursos com rebanhos.

Conselhos: Deve permanecer um pastor. Sua educação é iniciada por volta dos 6 meses e pode se prolongar durante um ano ou dois. Não está adaptado para a vida na cidade. Incansável, necessita de exercício diário. Adapta-se facilmente á função de cão de companhia. Quanto á hygiene não precisa de cuidados particulares.

Utilização: Pastoreio. Devido as suas qualidades naturais e á orientação de sua seleção, é um cão que deve trabalhar com rebanhos.

Preço médio: R$ 600,00 á R$ 2.000,00

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 37.

10 de maio de 2011

Guia de Raças: Doberman

Toda a história começou em Apolda, pequena cidade da Alemanha situada na província de Thuringe. Seu primeiro criador F.L. Dobermann, cobrador de impostos que trabalhava também no canil da cidade de Apolda, precisava de um cão Valente, que fosse um bom guardião. Por volta de 1870, praticou vários cruzamentos provavelmente entre “açougueiros” (em parte os ancestrais dos Rottweiler), pastores preto e fogo existentes em Thuringe, o Pinscher, o Dogue alemão, o Pastor de Beauce, Rottweiler. Ele obteve um cão de utilidade, vigilante, cão de fazenda, cão de guarda, cão policial. Na caça, era utilizado para combater os predadores. Depois, outras introduções de sangue foram efetuadas, principalmente pelo Terrier preto e fogo e provavelmente do Greyhound. Em 1910 seu padrão foi fixado.

Guia

País de Origem: Alemanha.

Cabeça: Longa e óssea. Crânio forte, em forma de cone truncado. Stop pouco desenvolvido. Focinho alto. Maxilares poderosos e largos. Lábios firmes e lisos.

Olhos: De tamanho médio, ovais e escuros

Orelhas: De inserção alta, eretas, cortadas e caídas num comprimento proporcional á cabeça. Se não forem cortadas, caem semi-eretas, com o bordo anterior rente ás bochechas.

Corpo: Inscritível num quadrado. Pescoço seco e musculoso. Antepeito poderoso. Cernelha nitidamente evidenciada. Dorso sólido e curto. Peito bem desenvolvido com costelas ligeiramente arqueadas. Garupa arredondada. Ventre nitidamente esgalgado.

Membros: Sólidos. Patas curtas com dígitos fechados e arqueados. Unhas pretas.

Cauda: De inserção alta, curta sendo amputada após a vértebra 2 caudal.

Pêlo: Curto, duro, cerrado, liso e bem assentado. Não tem subpêlo.

Pelagem: Preta ou marrom, com marcas fogo claramente definidas no focinho, nas bochechas, na garganta, no  antepeito, nos membros e na ponta das coxas.

Tamanho: Macho: de 68 a 72 cm. Fêmea: de 63 a 68 cm.

Peso: Macho: de 40 a 45 kg. Fêmea: de 32 a 35 kg.

Temperamento, aptidões, educação: Vivo, vigoroso, corajoso, vigilante, de expressão determinada, e mesmo um pouco preocupante. É um cão com temperamento firme, orgulhoso, impulsivo, que deve ser estável, equilibrado e sociável. Não é o cão para todo o mundo. Ele exige um dono firme, justo, calmo que saberá se impor com paciência e suavidade. Extremamente fiel, demonstra uma devoção cega para seu dono, é fiável com as crianças. Possui um sentido de proteção inato e é muito desconfiavel com os estranhos. Este cão fundamentalmente pacífico e frágil a nível emocional e não suporta as relações conflituosas.

Conselhos: Este cão precisa de espaço e de exercício para libertar sua energia. Não suporta estar preso. Deve ser escovado regularmente.

Utilização: Cão de trabalho: auxiliar da polícia e do exército. Cão de guarda, de defesa, de companhia.

Preço médio: Preço médio R$ 750,00

Fonte: Livro: Enciclopédia do Cão (Royal Canin). Pagina 67.