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11 de abril de 2011

Cachorro que foi arrastado por Tsunami reencontra Dona.


Cão reencontra a dona, após três semanas a 'navegar' sozinho, em consequência do sismo e tsunami que ocorreram no Japão. Chama-se Ban e foi resgatado do telhado de sua casa, quase totalmente submersa. É uma história terna, no meio do caos que ainda se vive no país.
Sobreviveu ao tsunami no Japão, foi arrastado juntamente com a casa onde vivia, esteve três semanas desaparecido, à mercê da morte, mas a sua história teve um final feliz: reencontrou a dona, graças a um trabalho intenso das equipas de resgate e a uma reportagem televisiva.

Um canal de televisão exibia imagens de Kesennuma. Uma casa à deriva ‘navegava’ nas águas quietas, que um dia foram ferozes. No telhado, o pequeno Ban, de dois anos, escapava à morte, graças ao instinto animal.

A sua dona viu as imagens, reconheceu o seu cão e fez tudo o que pôde para que o resgate fosse avante. Ban acabou por ser recolhido e entregue à senhora, que quis manter o anonimato.

No entanto, as imagens acabaram por ser transmitidas no canal público de televisão NHK. Um fraterno abraço, que pode ser testemunhado no video
Fonte: CiberJunta

Comer Lixo? – Como Evitar

Yahoo
dog_eating_trash Vocês já pararam para pensar porque os cães “vira-lata” ganharam essa alcunha antes de ela se tornar sinônimo de “sem raça definida”? Pois é, até hoje caninos sem teto “se viram” invadindo e virando latas de lixo para comerem o que nelas encontrarem de comestível.

Essa conduta se justifica pelo instinto de sobrevivência nas ruas. Mas o que dizer dos cães que, mesmo morando em casas quentinhas e bonitinhas, resolvem meter a cara no lixo e devorar o que puderem? É claro que a prática de reciclagem não precisa chegar a tanto; vamos ver as causas e um guia geral para soluções.

Temos aqui mais uma prova de que a inteligência dos caninos equivale à de crianças humanas de uns dois anos e meio. Nem um nem outro tem noção de propriedade e sim de posse; o que encontrarem e gostarem ou sentirem que é bom vão pegando mesmo. No caso dos cães, tal atitude, resultado do instinto de sobrevivência, é herança de quando viviam longe dos seres humanos e sobreviviam caçando aqui e catando ali.

Simples assim: o cão, em princípio, vai comendo o que encontra, seja no lixo, no chão, no quintal, na mesa ou na pia. E o problema de o cão – ou qualquer outro animal doméstico – meter a cara no lixo não é só a sujeira, mas também os riscos de engolir ossos, pedacinhos de plástico ou outras tantas coisinhas miúdas que ele for roendo e comendo com risco de se arrasar aos poucos, podendo sofrer sufocamento ou perfuração lá dentro. O cão só vai saber onde deve ou não deve meter o focinho se alguém lhe mostrar; não percam o próximo parágrafo.

Cada coisa em seu lugar
Socializar o canino é sempre a melhor prevenção e solução, e um dos primeiros itens é justamente mostrar a ele onde pode comer, dormir, fazer os números um e dois ou simplesmente nada, deitar-se e ficar jacarezando.

A primeira coisa é acostumar o peludo a comer sempre no mesmo lugar (ou lugares, se a casa for muito grande) e evitar alimentá-lo fora dele – sim, aposto que você já se lembrou de quando está à mesa fazendo alguma refeição e ele aparece com aquele olhar de quem não come há meses. Se o dono ou dona (não, não estou falando de você) for do tipo que vive se esquecendo de repor a comida do cão por muito tempo, o cão vai ter de sobreviver fuçando onde puder – exatamente como o “bicho que, meu Deus, era um homem” do poema de Manuel Bandeira.

Não só lixo, mas qualquer coisa pode ter valor alimentício ou recreativo para o cão; enquanto ele não aprende a não mastigar “petiscos” indevidos como o jornal do dia, correspondência ou meias, evite deixá-los à solta por aí.
Se o peludo fizer menção de invadir o lixo, o comando de “não” (que pode ser acompanhado de uma pancada no chão ou outro ruído forte) costuma resolver, repetido várias vezes até ele perceber que mexer no lixo implica ouvir esse som desagradável, além de elogiá-lo efusivamente quando ele obedecer.

Agora, se o cão for daqueles mais teimosos e continuar invadindo o lixo, especialmente se o dono não tiver tempo para ensinar o cão o dia todo – e não é uma gracinha como os peludos aprendem logo a apertar o pedal para levantar a tampa? – , o jeito será fechar a lata de lixo bem fechada ou bloquear o acesso a ela com um cercado, colocando-a mais alto ou algo assim; borrifá-la com pimenta pode ajudar – assim como outros procedimentos para afastar o cão de jardins, plantas e flores, conforme já dissemos neste espaço.

Mesmo quem não assistiu ao filme “Lixo Extraordinário” deve saber que “99 não é 100”, ou seja, o dono deve fazer todo o esforço possível para criar seu peludo da melhor forma. E nem é tão extraordinário conseguir que o cão, seja ou não “vira-lata”, fique longe do lixo ou de onde não deve bulir, bastam atenção e dedicação.

3 de abril de 2011

Mulher que foi içada na tragédia do Rio de Janeiro adota outro cachorro

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Após perder sua casa e não conseguir salvar seu cachorro durante as chuvas que atingiram São José do Vale do Rio Preto, em janeiro, na Região Serrana do Rio de Janeiro, Ilair Pereira de Souza ganhou um motivo para sorrir. Pocuo mais de dois meses depois de viver momentos de terror pendurada em uma corda ao ser socorrida por vizinhos na enxurrada, ela adotou uma cadela vira-lata, abandonada durante a tragédia.
Com três meses de vida, a cachorra, que ganhou o nome de Fadinha, foi encontrada abandonada  pela veterinária Gisele Keller, junto com outros três irmãos. Eles foram levados para um ginásio na cidade e cuidados pela veterinária, que chegou a recolher 150 cães após a tragédia. “Dona Ilair ficou com um sorrisão no rosto. Os filhos dela me falaram que nunca a viram sorrir daquela maneira, como quando conheceu a Fadinha”, contou Gisele, que lhe deu o animal de presente.
Relembre o caso
No dia da tragédia, Dona Ilair ficou ilhada e precisou ser resgatada por uma corda. Nos primeiros minutos do resgate, ela tentou segurar e salvar seu cão, Beethoven.
“Ele mordeu meu braço para tentar escapar, mas não consegui segurá-lo. Se eu tentasse ajudá-lo, eu iria morrer. Coitadinho, ele ficou me olhando com aquele olhinho triste e se foi naquela água. Não tinha o que fazer”, disse Dona Ilair, na época.
Mais de 150 animais esperam adoção
Segundo a veterinária, Fadinha é uma vira-lata parecida com Beethoven. Outros 50 cães esperam para serem adotados no Ginásio do Valverdão. O ginásio faz parte de um clube particular, cedido na época para abrigar os animais abandonados. A nova direção do lugar precisa do espaço de volta e a veterinária já começa a procurar um novo lar enquanto os animais não são adotados.
“Mais de 150 animais já passaram pelo abrigo, e 100 foram adotados. Mas ainda temos animais abandonados e precisamos de um novo lugar para encaminhá-los”, explicou Gisele, que criou um blog para incentivar a adoção dos animais.

29 de março de 2011

Ong faz castração em massa na Bulgária

A ONG Four Paws promove campanha de castração de cachorros de rua em Sófia, na Bulgária. A ação faz parte do projeto do governo de reduzir a população de vira-latas na cidade.

Veterinários da organização não-governamental vão trabalhar por um mês em diferentes pontos de Sófia. Além de castrados, os cachorros também serão vacinados contra raiva, cadastrados e marcados com uma etiqueta de plástico em uma das orelhas.



Fonte: O Globo.com


28 de março de 2011

Inovações tecnológicas também chegam no mundo canino

Cachorro usando coleira com GPS
A tecnologia, como bem se sabe, já atravessou todas as fronteiras possíveis, inclusive, a de que serve apenas aos seres humanos. O crescente mercado de gadgets para animais de estimação confirmam esse hipótese. E, de acordo com informações da BBC Mundo, só no ano de 2010, os norte-americanos gastaram mais de US$ 47.400 milhões com seus animais domésticos segundo informações da Associação Americana de Produtos para Mascotes. E, deste montante, alguns bons dólares foram investidos em gadgets para cães e gatos, é claro.

Entre os vários gadgets existentes, está o Puppy Tweets, um produto para cachorros e gatos que agrega uma etiqueta eletrônica à coleira do mascote e identifica quando, por exemplo, o cão late, se move ou brinca. Cada ação é enviada a um receptor USB conectado a um computador que, por sua vez, converte a informação em um tweet - sim, seu cachorro vai precisar ter uma conta no Twitter. O computador é responsável por traduzir os movimentos do seu animal em uma das 500 opções de tweets programados do Puppy Tweet, coisas do tipo "estou sonhando contigo".
Outra opção para quem quiser inserir seu animal de estimação no mundo tecnológico é uma coleira localizadora, um dispositivo com GPS integrado chamado Retrieva, ideal para quem vive com medo de perder seu melhor amigo canino. A coleira, impermeável, oferece a localização do mascote a todo o momento, localização esta que pode ser acompanhada através do celular ou de um computador. A bateria dura cerca de sete dias e se alguém tentar tirar a coleira do cão, um sinal de alarme é enviado ao dono do animal. Uma coleira com luz noturna também está disponível no mercado de pets, graças à empresa Nite Ize e seu produto que ilumina um raio de até 300 metros. Desta forma, certamente, seu cão não irá se perder.
Já o My Pet Speaker se anuncia como o primeiro sistema auditivo de som desenhando especialmente para as sensibilidades auditivas de cães, gatos e cavalos. O produto transforma músicas em sons aceitáveis aos animais, que os ajudem a "relaxar". A lógica do sistema, de acordo com a BBC Mundo, é que como os animais de estimação escutam frequências de som muito mais altas que os humanos, o My Pet Speaker elimina essas frequências mais altas,tornando os sons mais agradáveis.


FlashFlight

Aos donos de gatos, a tecnologia também oferece soluções, especificamente para o problema de odor da famosa caixa de areia. Trata-se de uma espécie de "privada" que utiliza grãos de areia biodegradáveis e que se lava apenas com o apertar de um botão ou a partir de uma programação feita pelo dono.

Outro gadget interessante é o "Pet's Eye View Camera", uma câmera instalada na coleira do animal de estimação para que seus donos vejam como eles "enxergam" o mundo. O dispositivo de capacidade de armazenamento de 40 imagens e pode tirar fotos a cada minuto, a cada cinco minutos, ou a cada 10 minutos, dependendo da programação, cada uma com 640 e 480 pixels. Além de registrar o mundo que seu mascote vê, o "Pet's Eye View Camera" oferece ao dono uma amostra fotográfica do que seu animalzinho faz na sua ausência.
Um último gadget pode interessar para aqueles donos de cachorros que cansam de brincar com seus animais e que, no inverno ou de noite, pouco saem com o animal. O disco "Flashflight" se ilumina de várias cores para que os cães joguem mesmo no escuro. O fabricante assegura que o disco é resistente à mordidas dos animais e que não há risco de que eles comam as baterias.



27 de março de 2011

Cachorros tomam lugares destinados as crianças nos prédios

Na Vila Madalena (zona oeste de São Paulo), um prédio em construção na rua Fradique Coutinho tem piscina, academia, salão de festas, sauna, sala de jogos e uma área para cães. E nada de playground infantil.

Não tem nada para as crianças, nem parquinho? "Infelizmente, não", diz o corretor Alex Xavier da Silva.

A explicação: no centro da vida boêmia do bairro, o perfil dos moradores do apartamento de 100 m2 --vendido a R$ 1 milhão-- é de solteiros ou de recém-casados sem filhos, mas com cachorros.

Dos últimos 20 prédios construídos pela Gafisa em São Paulo, 11 têm cachorródromos. As benfeitorias vão de pet shops equipados para banho e tosa a áreas para adestramento com equipamentos para exercícios, como pneus para saltos, obstáculos para corridas e túneis.

"Essas áreas surgiram de pedidos dos compradores e da necessidade de criar ambientes. A parte de animais deu muito certo. É muito utilizada pelos donos", diz Melina Fanny Iossephides, gerente de produtos da Gafisa.

Em alguns bairros, a motivação foi a segurança. Cercado de favelas, um prédio no Morumbi (zona oeste) com 260 apartamentos e 120 cachorros construiu um playground canino porque os donos sentiam-se temerosos de andar com animais à noite pela redondeza.

Num prédio do Real Parque (zona oeste), onde mora o bernese Bono, de 50 kg e 1.80 m quando está de pé, os moradores (60 apartamentos e 25 cães) se reuniram para criar um cachorródromo de 50 metros de dimensão.

Vão pagar R$ 50 mil pela obra e contrataram um recreador --R$ 40 por dia, por cachorro-- para trabalhar das 8h às 16h na distração e adestramento dos animais.

"É como se fosse uma creche para os cachorros. Nosso prédio já tem mais cães que crianças", afirma o publicitário Rogério Bonfim.

A preocupação com o bem-estar dos bichos, explicam especialistas em comportamento animal, decorre da maior presença dos cachorros na vida das pessoas.

Antes usados como cães de guarda em casas, os cachorros vivem agora em apartamentos e são tratados como membros da família. E isso fez com que as construtoras criassem novos espaços para essa nova realidade.

"O playground canino nos prédios melhora a qualidade de vida dos cachorros, mas é importante que os machos sejam castrados e que as fêmeas não estejam no cio para não dar confusão", diz Raquel Hama, especialista em comportamento animal da creche canina Dogplace.

Fonte: Folha.com

24 de março de 2011

Leia o Depoimento da Dona Nair, Protetora do Pimpoo

O drama de Nair Flores, 64, e seu cão Pinpoo, que ficou por 14 dias desaparecido após sumir no aeroporto Salgado Filho, na capital gaúcha, ganhou repercussão e comoveu vários brasileiros. O animalzinho foi recuperado na semana passada, no dia 16 de março. Leia abaixo depoimento da aposentada concedido à Folha.

"Estou exausta. Nunca passei por isso, com todo mundo me procurando. O Pinpoo foi encontrado [dia 16], finalmente. Ficamos acordados até as 3h da manhã naquela noite. Dei banho nele e agora ele está descansando aqui, de gravatinha vermelha.

Quem conseguiu pegar o Pinpoo foi um sargento que trabalha dentro do aeroporto [Salgado Filho, em Porto Alegre]. Ele notou que um cachorro andava por ali à noite, sempre procurando comida. Então começou a deixar ração para ele. Se bem que o Pinpoo é um cachorro muito mimado, não é muito de comer ração, não.

Aí ele botou uma vasilha com frango assado na sala dele. O Pinpoo entrou, lógico: imagina, tanto tempo sem comer frango assado!

O sargento fechou a porta da sala e conseguiu pegá-lo. Ele também tem cachorro e tinha certeza de que aquele cão que andava por ali era o Pinpoo, mas não podia fazer alarde. Se não, chegariam com carros, luzes, e iam deixar o coitadinho em pânico. Foi a melhor estratégia. Ele conseguiu pegar o Pinpoo.

Reencontro
A mulher dele me ligou e disse: "Pode parar de procurar o Pinpoo". Eu fiquei nervosa e disse: "Imagine se eu vou deixar de procurá-lo, ele deve estar sofrendo".
Aí ela me disse que o Pinpoo estava com o marido dela, que ele tinha conseguido pegá-lo. Quando o trouxeram aqui, ele entrou pela porta e seus olhos brilharam. Foi melhor que DNA, foi o que bastou para saber que era o meu Pinpoo.

Eu achei que ele estaria em pior estado, mas está só com uns machucadinhos. Eu cheguei a pensar que ele estava morto. Um cachorro que vive em casa... Achei que não conseguiria sobreviver sozinho naquele matagal.
Acho que ele sobreviveu por amor a mim, ele esperava me encontrar, assim como eu esperava encontrá-lo.


Mais Perdidos
Eu fiquei confusa com os outros cães que vieram me mostrar antes. Por um tempo, achei que eles poderiam ser o Pinpoo, a gente fica confusa, é muita emoção.

Esses cães da mesma mistura de pinscher com poodle são muito parecidos. O primeiro cãozinho, achado em Navegantes, logo vi que não era. O segundo, que acharam em Alvorada (cidade da Grande Porto Alegre) estava em um estado péssimo. Conseguimos deixá-lo em uma clínica veterinária.

No dia seguinte, vi que a pelagem dele era clarinha, o Pinpoo também tem o pelo amarelado, mas é mais escuro. Esse cachorro foi adotado por uma família que não é aqui do Rio Grande do Sul.

Fiquei preocupada com aquele cão, porque ele não era o Pinpoo, mas eu queria ficar com ele para arrumar uma doação. Iam fazer exame de DNA. No fim, a Gol me fez assinar um papel dizendo que aquele não era o Pinpoo, mas aí eu não poderia mais ter contato com aquele cachorro.

Quando encontraram o Pinpoo, ele entrou em casa e foi direto roer o lençol que eu dei para ele. Foi como se ele tivesse chegado dizendo: "Eu sou o Pinpoo".

Viagem
Eu nunca achei que essa história fosse ter tanta repercussão. Comecei timidamente, contando a história em sites de animais, procurando meu Pinpoo. Vou processar a empresa, pois roubaram dias da minha vida.
Cheguei a Guarapari (ES) e nem vi a praia, já sabia desde a parada em Confins que o Pimpoo estava perdido, eu precisei adiantar a volta.

Ninguém deixa um filho longe da família. Não voltei para casa, fiquei com parentes que moram próximo do aeroporto. No segundo dia de buscas, machuquei o pé enquanto procurava.

Tenho ofertas de empresas para comprar duas passagens e levar o Pinpoo na caixinha do meu lado. No dia 17, ele completou 11 meses e fizemos uma festa de aniversário com o programa "Pânico". Foi aniversário mesmo. Ele até comeu bolo."